Borboleta e o Casulo
Vida de Casulo e Vida de Borboleta
Aconteceu! Entre muita competição, um entre milhões conseguiu alcançar seu objetivo - A VIDA! Mas não pense que as dificuldades pararam por aí... A corrida foi grande, o percurso sinuoso, as barreiras infinitas. Era ainda necessário esperar nove meses para que o objetivo fosse concluído. E objetivo que é objetivo tem dessas coisas...
Noves meses de VIDA de casulo... Lugar quentinho, confortável, seguro, com comidinha nas horas certas, sem aborrecimentos. A não ser aqueles do tipo – olha a titia aqui, você está ouvindo? Ou - mexe pra mamãe ver! Ou ainda - você está muito quetinho, o que está havendo? Aborrecimentos estes, que não chegam a chatear, afinal, existe um casulo de proteção.
Imagine-se numa vida de casulo, hoje, adulto, com o mundo lá fora o convidando para voar...
A natureza é sábia – sabe a hora que o casulo precisa deixar de existir para dar asas ao novo vôo – o vôo da mais nova borboleta!
A vida de casulo é necessária para que tenhamos uma vida de borboleta. E isso acontece em qualquer tempo, com qualquer idade: um mês de gestação, sete meses de gestação, dois anos de vida, quinze anos de vida, trinta e três anos de vida, setenta anos de vida!
Mas, lembre-se: Viver no casulo é seguro mais também é limitador. Não tenha medo de sair do seu casulo - não importa a idade que tenha - seus pensamentos são muito mais fortes na hora de seus vôos e, são seus pensamentos que vão garantir sua segurança!
As crianças são casulos e os adultos são borboletas. E nenhuma borboleta se lembra mais como era ser um casulo.
Casulo: as borboletas levam um tempinho para nascer. Elas se desevolvem no cazulo pelo um tempo curto. E quando nasce, elas ainda não estão formadas em uma mariposa 100%. Elas ainda estão tão frágies com suas azinhas estreitas. Elas são como os seres humanos que sofrem para nascer. Mesmo assim, elas não verem à hora de poder ganhar o mundo, para assim poder desfrutar da natureza e bailar na flor perfuma na luz do dia.
"Tem gente que prefere ser lagarta a borboleta. Sem paciência com os ciclos, destrói seu casulo antes do tempo e não aprende a voar"...
Na maioria das vezes tentamos apressar as coisas na nossa vida ,na busca incessante de satisfazer nossos desejo ou na busca intensa pela felicidade.O ruim de quando fazemos isso é que pulamos etapas da nossa vida e deixamos para trás algo que poderíamos usar no futuro,quando aprendermos que o nosso tempo não é o tempo de Deus e que não adianta tentarmos apressar as coisas porque elas só vão acontecer na hora certa ,ai sim as coisas começam acontecer.Seja na sua vida amorosa ,quando vc luta muito pra estar ao lado de alguém e esquece que Deus está te moldando para valorizar essa pessoa no momento que ela estiver ao seu lado.
Na sua vida profissional quando vc luta pelo que quer e não entende quando dar certo .Precisamos entender que o tempo de Deus não é o nosso e que há tempo para todo propósito abaixo do céu .
Confie Deus vai fazer o melhor pra vc .(Mônica Rodrigues )
A lagarta se transformou em borboleta
e, numa ensolarada manhã, deixou atrás de si
o casulo que lhe dera abrigo.
Assim também a moça alçou voo,
não sem antes olhar para trás
e lançar um último olhar de gratidão.
Cika Parolin
Depois de tanto tempo no escuro do casulo a borboleta pensou que estava perdida, mas não, ela só estava passando por um processo de mudança.
Filhos são comparados a borboleta, só permanece no casulo até criar suas asas de voar para a liberdade.🕊
Torcem pra você viver em um casulo...odeiam quando você se transforma em borboleta..
Moral da história: amam te ver na desgraça...no caos , detestam as tuas vitórias, teu sorriso no rosto...
tua felicidade incomoda!!!
E então o criou destinado ao casulo protegido achando que lá de dentro sairia uma borboleta castrada quando na verdade o que saira de lá foi um enigma complicado de lidar...quase que um monstro.
Me sinto um casulo. Mas decidi que é hora de viver uma metamorfose, ser borboleta. Livre, linda e feliz. É hora de radiar paz no espirito de quem me olha.
Borboletas voltam ao jardim, mas não retornam ao casulo;
Humanos retornam ao casulo, mas não voltam ao jardim.
Quanta coragem e força precisou a borboleta para sair do casulo?
Quanta força de vontade ela precisou para perceber que precisava deixar o casulo, por mais confortável que ele podia parecer. Enfim, ela precisou compreender que isto era somente uma fase! Houve lutas, medos, e muita coragem para se tornar livre de si mesmo! A borboleta compreende que ao sair pode Ser o que se É e voa livre para encantar a todos com suas lindas asas ao vento a brilhar no jardim do solo sagrado!
Uma lembrança esquecida é como uma borboleta que já não é mais lagarta. Liberta do casulo, ela voa entre as flores e nesse instante é para sempre borboleta, pois o presente é inexorável e, se há sol, a chuva é esquecida, como girassóis que não se lembram da semente. A vida acontece no agora e o arco-íris não permanece no céu.
Há em nossas mentes uma cidade que só existe quando ninguém pensa nela. Nessa cidade mora o passado esquecido e todas as pessoas que passaram como vertigem ignorada. Aquela velha preocupação já esquecida mostra que o tempo passa e não há bem ou mal que dure, como um rio que corre para o mar e ignora a margem transitória que o delimita. A cidade dos temores esquecidos e das alegrias peremptória. Restam dois olhos que observam, na agudeza da retina subjetiva, como o espaço que a câmera enquadra.
O universo está de tão forma organizado que se um objeto decide abandonar sua função, um efeito cascata acontece. Digamos que o relógio já não marca as horas, todo o mundo entra em desordem, pois nem sempre há o sol para marcar o tempo universal. Se um tanque de guerra passasse a lançar flores, não haveria cheiro de morte, nem corações pretos de luto.
O som pede desculpas com o silêncio. Antes de haver som havia o silêncio. O som é sempre uma quebra na ordem cósmica, um ruído que reverbera como uma flauta desafinada, que incomoda os ouvidos. Apenas a música como obra de arte vale mais que o silêncio, mas não é possível viver de aplausos. O silêncio é a resposta da natureza quando uma semente brota sem anúncio.
Eu me encontro em mim mesma em vários momentos do dia. Sou aquela que escolheu a direita e a esquerda e estive no céu e no inferno. E o inferno era a própria terra tomada pela ganância e seus horrores. No céu não havia nuvens, havia paz. E a paz é o silêncio primordial que organiza o caos em melodia. Não há inferno que ofusque a grandeza do paraíso. E então minha alma repousa e adorme em meio à natureza harmônica.
Assim como a borboleta nasce de um casulo, o amor também nasce de processos silenciosos que transformam quem somos.
