Bonito Mesmo
O fogo que pensa e mesmo fogo que se apaga nas próprias convicções.
Água que mata a sede é a mesma que se afoga.
O Paradoxo da Pátria
O fogo que pensa é o mesmo que se apaga,
Consumido pelo peso da própria convicção.
A mente que julga, que dita e esmaga,
Cria a faísca que incendeia a nação.
Crentes de que iluminam o escuro,
Ardem em certezas, mas o fim é o deserto puro.
E a água que mata a sede...
É a mesma que afoga, que inunda, que desaba.
O recurso que cura é o que rompe a parede,
Quando a ganância transborda e a represa acaba.
O que deveria nutrir o solo do país,
Vira a enchente que arranca a raiz.
Queriam o progresso impresso no plástico,
Mas o excesso do remédio virou o veneno.
O discurso seguro, soberbo e drástico,
Deixou o gigante de joelhos, pequeno.
Morrendo de sede ao lado da fonte,
Cego pelo brilho de um falso horizonte.
Dentro da psicologia seja apenas um ramo da consciência esta interligado a inteligência mesmo sendo alienado.
Fato do fascismo de sagitário.
Na era de aquários somos apse mesmo tempo somos alienígenas no proprio mundo.
Nas lágrimas veladas espinhos são expostos como alivio da vida,
Pois mesmo magoados sejamos louvados.
Nas janelas da alma
Vejo florescer o destino.
Mesmo que tempo seja uma flor.
Remanejos as obras do amanha.
Sobre olhares os seres sombrios são meros pássaro da consciência.
Virtuosos seres remotos num estado enerte como estatua que simboliza a liberdade ainda assim as penas caem ao longe.
Transfigurando o passado num sino de liberdade no chão rachado e enferrujado dando aspecto que foi arrado do coração.
Os direitos dos deuses místicos foram esquecido pois alienação os fez morrer no espaço do continuo po para o po.
Num suposto enigmático alvorecer sinto frio mesmo tempo a ternura de estar num tempo que nada existiu apenas o vicio de olhar tempo passar diante das contas as cordas munumentais esguian se na escuridão.
Muitas nuvens e luzes que sao lampejos de vida.
Nas entrinhas paz e liberdade.
Velho sino foi lembrado nos esbolsos do tecido da realidade.
Ouço que espaço tem sons para humanidade grite estamos aqui venham ou corram pois somos o somos e podemos ser.
Abrace que alucinação da teoria das cordas seja mais um conto da fragilidade humana.
E perceba que o sino so é poeira no espaço que te faz compania enquanto ressoa a existência do seu ser diante o que somos.
O tempo passo o metrô chegou. Tenho ir ao trabalho. Pois nem tudo nasce no jardim.
Os sinos tocam as portas se fechamento muitas pessoas aglomerados. Como estrelas no novo espectro que luz celeste revela a liberdade de sois.
Revelace telas cabeças olham o vazio.
Na síntese da otopia fotossíntese humana se mistura se mistura com ar acondicionado. Alguém ainda pensa na liberdade ou fato que estrelas brilham pois ignora é tempo que foi marcado pela gravidade dentro de uma singularidade.
Aonde a astrofísica so pode ver tempo passar e deduzir que vida tão rara que suspiro nos tornou ferramentas do universo. Mesmo assim somos alienados e apaixonados pelo instante avançamos sem olhar nem mesmo porquê, ainda existimos.
A poesia morreu
O poeta nos deixou...
Mesmo inferno acordou...
A poesia morreu...
Ninguém sabe o que é o abismo literário?
O poema morreu a três dias Ninguém ressuscitou...
O momento se calou diante a trova Ninguém acordou...
Aonde esta o pensamento...?
Nossa imaginação se tornou parte da gente... e mesmo assim quem chorou?
Num mundo de palavras o mundo está cego e vendido...
Na semântica todos são apagados amor, no paradigma o estado de apologia somos a vertente... para aquele que ousam dizes que vida nunca foi uma opção...!
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Dentro do exilio dos pensamentos,
Vivemos em dois mundos,
Mesmo assim estamos em conflitos,
Estamos tão ocupados que não conseguimos compreender nos mesmos,
Criamos mais conflitos...
No conceito do capitalismo
Perseverança é sombras dos nossos medos
No instante que mente consciente faz pate da inteligência artificial será mesmo ser ou uma cópia de um ser humano?
O ser da inteligência artificial é um ser pensante ou é um conjunto de dados comparativos.
Sendo um fantoche científico ate comece a pensar e criar suas experiências.
O que pensar diante do desprezo aparente...
Morte para aqueles que mesmo letrados são ignorantes.
Pois a letra te dá a mudança do destino.
Mesmo assim persistência e arrogância são expostos por tolos...
Num trono de isolamento se busca a quietude de elevar seus pensamentos.
Empada na fogueira para o calor te nutre e mante o calor na noite fria.
imaginaria que a fogueira é parte do conhecimento que tem num estado de energia vital?
O sprectro da máxima valia,
O engano é comum.
A verdadeira face é oculta mesmo Poliformismo os espaços de meias verdade são maniouladas e expostas para tenha vantagem.
Por isso a educação virtual é importante.
Pois ética nos moldes da base da humanidade importante para prósperar com moralidade.
Mesmo haja vista da existência social tem ser absorvida.
Para não tenha manipulação.
A escolha seja por planos consciente e corretos.
Se disser politicamente correto já se encontra mais valia.
Tudo que está acontecendo ou acontecerá é um plano de interesse.
Homem que reza para um pneu é mesmo que esta nas ruas fazendo passeatas e marchando na frente de quarteis.
Homens que criam seus Deus para engrandecer o político.
Homem vive por sua falsa fé dentro do sistema de alienação intelectual.
Os dízimos e ofertas feitas para paradoxo do enriquecimento.
As flores mortas pelo destino e vendidas por sua fé.
Deus está em todo universo menos nessa casa de Deus.
Santo seja aquele salva vidas...
Mais profundo sentido entramos num abismo social
Noite nublada e mesmo assim vejo as estrelas, constelação nebulosa e sois diante dos buracos negros e buracos brancos, intensidade das nuvens dentro das cordas.
As nuvens dentro da nebulosa, restos de um tempo que passou. Ou resto de uma estrela.
Muitas vezes vejo na minha mente um desejo eterno e puro do universo.
Abro esses pensamentos olhando o por do sol abro ideia mais profunda lapides do universo os anéis de Saturno parece ser aglomerados de asteroides viajando numa elíptica das órbitas mais altas.
Mais metais de nova matéria pode ser um novo elemento na tabela periódica.
Esse pensamento eleva para mineração espacial.
A Balança da Existência: A Métrica da Alma
Dizer que o valor da alma é o mesmo valor da existência é reconhecer uma simetria perfeita. Espírito e matéria, observador e cosmos, pesando exatamente o mesmo no tecido do espaço-tempo. Um não existe sem o outro; são duas faces da mesma moeda quântica.
No entanto, essa equivalência é apenas um estado de repouso temporário. O verdadeiro teste ocorre quando o universo ativa a sua própria balança — a métrica definitiva onde a ilusão se desfaz e o valor real da existência é pesado contra o absoluto.
É no prato dessa balança (seja a gravidade das estrelas, a medição quântica ou o julgamento ancestral nas câmaras ocultas) que descobrimos se somos apenas reações químicas passageiras ou a própria consciência que dá peso e significado ao infinito. A existência só se torna real quando compreende o seu próprio peso.
A evolução existencial atravessa as barreiras da alienação religiosa e social.
Mesmo sob o peso dos "deuses" criados pelo sistema, surgem pessoas conscientes. Em contrapartida, vemos sementes humanas sendo polarizadas pela política e uma imensidão de bots analógicos alimentando a alienação.
Esses seres, perfeitamente animados por fora, revelam que o "humano-bot" não é uma novidade tecnológica: ele sempre foi fruto da inércia introspectiva da consciência, operando sob prerrogativas impregnadas pelo domínio mental de sua própria época
Guardo questões que não se calam...
e mesmo sem respostas, sigo.
Porque viver, ás vezes, é apenas isso:
manter acessa acentelhaque o mundo tenta apagar.
