Boas Vindas para um Amiga

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"Ter virtude é ter coragem de ser bom em um mundo de maldade. Quem não a possui, vive nas sombras da generalização e da inveja, tentando apagar o fogo de quem nasceu para iluminar."

Ganhar a vida vendendo a própria dignidade é o negócio mais prejuízos que um filho pode fazer.

Pais ensinam o valor; o mundo ensina o preço. Triste de quem troca um pelo outro.

Acorde enquanto há tempo: a fama depravada é um caminho de ida que raramente oferece volta para a mesma inocência.

Cuidado! Um sobrenome abre portas, tanto do céu, quanto do inferno!

A maior pobreza de um filho é ter uma conta bancária cheia e uma herança moral vazia.

"Perguntar é um breve ato de humildade diante do desconhecido. Quem interroga pode parecer ignorante por um instante, mas já caminha na direção da verdade. Quem se cala para preservar a aparência de saber, ao contrário, aprisiona-se na própria ignorância. Assim, é preferível suportar por um momento o peso da dúvida do que carregar por toda a vida a ilusão de um conhecimento que nunca se buscou..."

Havia um burro amarrado a uma árvore.

O demônio passou por ali e o soltou.
Livre, o animal invadiu a horta dos camponeses vizinhos e devorou tudo o que encontrou.


A mulher do dono da horta, ao ver a destruição, tomou o rifle e disparou. O dono do burro, ao ouvir o tiro, correu até o local, encontrou o animal morto e, tomado pela fúria, revidou contra a mulher.


Quando o camponês regressou, encontrou sua esposa caída e, em vingança, matou o dono do burro. Os filhos do homem, ao verem o pai morto, incendiaram a fazenda do camponês.

Este, em represália, ceifou-lhes a vida à bala.

Então perguntaram ao demônio o que havia feito para causar tamanha desgraça.

Ele respondeu com frieza:
— “Não fiz nada… apenas soltei o burro.

O sucesso depravado é uma máscara brilhante que esconde um caráter em decomposição.

⁠Paixão
Desapaixonar-se
é uma missão
um tanto quanto
dificílima.

"E fez um frio tenebroso quando o outono se foi"

Tomei um banho tão silencioso que até o ouro escorreu pelo ralo.

Ouro em teus olhos, breve encanto para um ás de copas no peito, no entanto, oro por mais copas em um elo aberto — num céu que chora ao canto das espadas da figueira.

Por mais ouro que haja na mãe-árvore, será que vale mais que as mil copas do meu naipe? Nada mais será de tanta valia quanto o rei dos ouros das amadas, que, por um breve, quase instante, fez nascer paus na Bem Montanha.

Pirraça! Que alarde da derrota... Nada mais resta em minha mão, senão o fruto da ilusão (de um grande jogo sobre a nação).

“Transfiguração do Vácuo”

Hoje um morto anda as terras
Estepes, enraizadas ao degrado.
Vontade o levantou, por era.
A fome encarna o desejo
Do morto, ser à serra.
Fome de vontade tarda
A potencial miséria.

Ao homem, é dada a força,
No ar, há o tempo (el rei);
Foste a potência da vida,
Transformadora do caos,
E o desejo do morto,
Que fome sente — sempre.
Louvado devir do jovem.

O não-saciável detém poder.
Agente, imparável, criador.
Saciedade, pois, é tu fraqueza.
Vencer-se é tu natureza.
Morto não, és pura vida.

Poesia, um ato de expressar o que sente, é a arte de viver, é você perceber, que não há limite pra vencer, é você apreciar a mais bela inspiração, sentida do fundo do seu coração, que trará emoção.

Um pro outro...




Jurei para as estrelas que não iria te esquecer,


No silêncio da noite a saudade cresce, as lembranças vão e vêm,


Existe algo no ar da madrugada quando estou sozinho pensando em nós,


Por vezes nas noites de domingo o tempo fica mais lento, tudo parece se mover diferente, as imaginações são profundas e isso me atinge,


Nós fomos feitos um pro outro e eu sei que depois das nuvens densas vêm um arco-íris e é lá que seremos felizes outra vez.

Vivem em um teatro de virtudes, mas o roteiro é escrito pela falsidade.

Tratam quem busca um ombro ou uma parceria como se fosse um fardo, ignorando o potencial de quem pensa grande.

A vida não é um destino pronto; se a sua está ruim, a culpa é da sua preguiça de pegar o cinzel e esculpir algo melhor.

Quem rejeita uma oportunidade de ouro por causa de um orgulho barato merece continuar contando moedas no final do mês.