Boas Vindas para um Amiga
˗ˏˋ ✞ ˎˊ˗⛧°. ⋆༺♱༻⋆. °⛧
Por mais que você esteja desanimado, hoje é um novo dia, confie na graça de Deus do fundo da sua alma e a misericórdia do Senhor virá ao seu encontro. Nesse tempo de quaresma, peça perdão pelos seus pecados e receberá a misericórdia.
Deus não apenas observa, mas guarda ativamente a vida contra perigos.
"O Senhor é quem te guarda;o Senhor é a tua sombra à tua direita."
Que seu domingo seja abençoado.⛪︎†♡𓆩
. ⋆
Sim, eu sou um bruxo, a sabedoria tá no fluxo. A morte nessa natureza infernal serve como um refúgio. Mas as horas passam e pela tecnologia eu vejo o mundo. As notícias sempre as mesmas na luta entre a vida e a morte a morte sempre reina. Um ato cruel é existir, fazer parte de tudo que o universo proporcionou a mim. A vida em meio à guerra é matar ou morrer, então eu tenho que fazer as mortes valer. Muita coisa pode acontecer antes da morte chegar, então nessa existência eu tenho tarefas a práticar.
Dê atenção a solidão, por mais que não receba nada além do silêncio! um pouco a só ajuda no autoconhecimento.
A vida é uma droga, por isso a encaro como um centro de reabilitação do qual viver significa estar o tempo todo drogado e dependente a isso.
Em vez de inteligente, diga que sou esforçado! já é um grande peso ter que superar minhas próprias expectativas.
Acho legal quando estamos sendo lembrados no pensamento de alguém, e ela recebe um sinal em seu ❤️ que mexemos com suas emoções.
Darwin dizia que um homem que se atreve a desperdiçar uma hora do seu tempo não sabe o valor da vida. Mas que valor pode ter a vida se não sabemos desperdiçá-la da melhor forma?
O WhatsApp, esse néctar digital que adoça o instante com um toque, revela-se veneno lento quando as mensagens não lidas se acumulam como fantasmas no bolso. Elas piscam como promessas de conexão, liberando dopamina — o prazer fugaz do cérebro viciado em recompensas instantâneas. No Brasil, onde quase todos os smartphones trocam mensagens diárias, esse ciclo vira prisão: ansiedade explode ao ver o "visto" sem resposta, corroendo laços que pareciam eternos. É o doce que paralisa, transformando amigos em sombras acusadoras. Acumular "não lidas" sinaliza esgotamento ou fobia digital — medo de más notícias, cobranças ou o peso de responder. Em relacionamentos, vira abismo: brigas por áudios longos ou silêncios interpretados como rejeição esfriam o afeto, piorando o que o app prometia aproximar. O veneno infiltra-se devagar, isolando na multidão conectada. Estabeleça limites: desative notificações à noite, priorize conversas reais. Psicólogos tratam isso como vício, ecoando dependência de smartphones. Viva além da tela.
Hoje, notei que não sou nada. Acreditei ser muita coisa por muito tempo, diria eu, um pernóstico, mas notei que não sei nada. Não quero mais saber nada. E, principalmente, suspeito não ter mais ambição de tornar-me nada.
Tens um quê... que não sei dizer o quê? Nasce não sei onde... vem nem sei como e é bom nem sei por quê!
Ode a um sete
No silêncio deste velho pedestal, corroído pelas infindas águas da realidade, sinto-me como caneta sem tinta. Passei a me solidarizar com Fernando Pessoa, pois, agora que um sete está em tudo: nos lugares que passo, onde penso, existo e até mesmo ouso descansar. É estranho, mas acho que compreendo, ao menos de forma minimamente correta.
O menor dos problemas não é deixar para trás, e sim a lacuna entre a falsa perseverança, simultânea ao vazio que na mente se abre, restando-me apenas a certeza da dúvida se conseguirei recuperar aquilo que nem sei ao certo se realmente perdi. Ela me domina, esgueirando-se por minhas fibras junto a um sete que, ao longe, me perseguia e hoje, dentro de mim se ergue.
Conforme o maldito se consolida, me questiono por que as tortuosas linhas do destino me apresentaram a esse tal Proust, sem nenhum aviso prévio ou formidável preparo necessário, apenas atirando-o à mim, assim como um sete, de forma tão tardia, agitando as águas salgadas da angústia. Agora, com um mínimo de aprendizado, passo a entender que memórias não doem apenas por serem memórias, mas por serem vagarosas, lentas, tornando-se, em alguns casos, “pequenas” demais para tal estrago, ridiculamente desproporcionais às correntes que me prendem à eternidade que parece habitar neste museu, mantendo-o vivo.
Diante deste ninho moldado por traços desolados, guerreando com um sete, sinto-me culpado, uma alma insignificante, vagando em busca de perdão. Oro ao pequenino Léo, que, aos trancos e barrancos da própria ingenuidade, inteligência e bondade petulante, sem nunca pestanejar, ergueu-se sozinho. Queria dizer-lhe o quão orgulhoso sou por sua bravura altruísta, por seu poder de encontrar felicidade e conhecimento no simples, isso te levou longe, garoto. Jamais se esqueça, nem aceite cair na penumbra das mágoas ao seu pai, muito menos que se volte contra sua mãe. Peço apenas que, com sabedoria, aprenda que a vida não é só perdoar a todos, cuidar, salvar. Olhe para si.
Admiro muito você por conseguir seguir mesmo estando estilhaçado pelas flechas amarguradas da injustiça que costumamos chamar de vida, outrora direcionadas ao pobre Paulo. Pobre garoto, assustado e confuso, tendo menos que Romeu a perder, agarrando-se ao mínimo que pudesse de uma Julieta que sequer lhe jurou seu amor. E, diante da terrível praga, sem contato com o verdadeiro mundo, sem o paradeiro daqueles que davam cor ao seu, guardou sozinho todo medo e dor, retraindo-se para dentro da massa pensante, desconectando-se do próprio eu.
Compadeço-me de ti: a fantasia pode ser tortuosa de tão linda, mas, apesar de tudo, vivo você esteve, e vivo sempre estará, deixando seu legado que, mesmo escondido, soterrado pelas poeiras neurais, ainda carrega essência e sonho.
E a você, Gael, escondido sob a manta da amargura, vestido com uma falácia de máscula armadura, viverá para sempre vagando pelos imundos espectros daquilo que um dia denominou-se como Maria. Mas olhe para si, garoto, não vê o quão vitorioso és? Não te deixes levar pela afiada e gélida linha que deveria atuar apenas em uma ponta. Você é ouro, garoto. Graças a ti, e somente a ti, todos terão o descanso merecido, basta que se encontrem com o verdadeiro eu.
Tua bravura jamais será esquecida. Saúdem o grande dragão guerreiro que, com sua fúria, forjou a katana do ser, unindo os espectros que, outrora meros cadeados do trauma, agora se fundem e, juntos, derretem novamente, dando vida ao sujo, obscuro e fragmentado etanol. Puro produto da decomposição, prestes a evaporar, ir embora a qualquer instante, ocupando espaço sem pertencer, entorpecendo a realidade por onde passa. É o vazio deprimido em sua forma mais pura.
“Dê a um Homem amor e conforto e ele se esquecerá de seus objetivos, dê a ele dor e sofrimento e veja-o construir impérios“.
- Relacionados
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Mensagens de luto para amiga com palavras de conforto
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Mensagem para uma amiga especial
- Frases para falsos amigos: palavras para se expressar e mandar um recado
- Frases de perda de um ente querido para encontrar conforto em palavras
- Textos de volta às aulas para um começo brilhante
