Boas Vindas para um Amiga

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Vem surgindo um novo tempo

Aproveitemos o clima festivo do Reveillon para extravasarmos nossas emoções e recomeçar!

Após todas as lutas, vitórias e derrotas no percorrer do ano, chegamos ao seu final uns com a sensação que é o fim, outros com a certeza que é a oportunidade de um recomeço, e essa certeza é o que desejo para todos nós.

Oportunidade de buscar caminhos menos tortuosos dos que os já percorridos, de pronunciar palavras mais doces dos que as já proferidas, de deixar cair as máscaras outrora utilizadas e mostrar a face ao mundo, de abrir o coração antes trancado pelas amarguras deixando-o livre para os sentimentos puros advindos desta mágica melodia de esperança cantada ao iniciar de um novo ano.

Contudo, se não for possível tal mudança de vida, dê-me um abraço apertado.
Sinta pulsar meu coração junto ao teu.
Choremos juntos, basta de solidão.

A confiança é um estado de espírito pelo qual você acredita que nada é impossível.

Eu sou um guerreiro que sonhou com a paz. Às vezes ela demora para acontecer, às vezes não acontece. Mas você tem que acordar.

Era um amor diferente, quase assim feito uma segurança de sabê-lo sempre ali.

"Eu poderia chorar de coisas assim:
Corre um rio de minha boca, corre um rio de minhas mãos.
Dos meus olhos corre um rio.
Na verdade sofro de excessos, que me dão certo vocabulário
Como derramar, escorrer, atravessar.
Tenho a impressão de que tudo vaza em sobras.
Tenho dificuldade em caber.
Pra caber mais, derramo por nada, derramo sem motivo.
Vou acalmar meu excesso pensei (...)
Palavras são estacas fincadas ao chão.
Pedras onde piso nessa imensa correnteza que atravesso."

Não sou um homem muito religioso e nem costumo rezar, mas se houver alguém aí em cima, me ajude, Superman!

Às vezes esqueço de mim
Um esquecimento tímido e modesto
Que vem me inundando, me preenchendo
E quando vejo, sou apenas metade do que era

Às Vezes esqueço de mim
E os segundos passam tão lentamente
Que posso parar para refletir
Sobre as nuâncias do tempo

Às Vezes esqueço de mim
E mesmo conciente deste fato
Convenço-me de minha natureza humana
Falha e egoísta, falsa e irônica

Sim, eu às vezes esqueço de mim
E de minha fragilidade
Às vezes esqueço de mim
Só para lembrar, mais uma vez

De ti

A liberdade é seu jardim secreto. Sua pequena conivência para consigo mesmo. Um sujeito preguiçoso e frio, algo quimérico, razoável no fundo, que malandramente construiu para si próprio uma felicidade medíocre e sólida, feita de inércia, e que ele justifica de quando em vez mediante reflexões elevadas. Não é isso que sou?

Jean-Paul Sartre
SARTRE, J., A Idade da Razão, 1945

Senhor, não deixe meus sonhos morrerem
Pois sem eles serei como um zumbi
Por favor Pai, não se canses de mim
Pois sem Ti eu não sou nada
Sem Ti, oh Pai, eu sou menos que pó
Não me abandone na minha espera
Mas continue me animando e me confortando
Tu sabes Senhor dos meus medos
Porque é no Seu colo que eu choro a noite
É diante de Ti que eu mostro quem realmente sou
Minhas dúvidas, meus medos, meus complexos e meus sonhos.
Oh Senhor, tu sabes o quanto sou fraco
Mas Tu Senhor és forte, não existe ninguém tão poderoso como o Senhor
Será que algum homem ou anjo pode dizem ao mar abre e o mar se abrir?
Claro que não. Mas o Senhor abriu o mar e acabou com o Egito
Será que algum homem ou anjo pode dizer ao sol onde ele pode iluminar e a chuva onde cair?
Claro que não. Mas o Senhor fazes isso todo dia
Sou fraco Senhor mas sou forte porque estou unido Contigo
Pois o Senhor morreu na cruz por mim e hoje eu sou seu filho.
Tu sabes oh Pai que tento de todo o coração ser um homem justo.
Tu sabes que o que eu mais quero é que Te vejam em mim para que o Senhor seja louvado e adorado.
Mesmo que as vezes, e muitas são essas vezes, eu erre o Senhor me perdoa pois é misericordioso e sabe o quanto eu Te amo.
Eu te peço Senhor, de todo o coração: Não se canses de mim
Não se esqueças de mim oh Pai porque sem Ti eu não tenho porque viver.
Muito obrigado Pai por tudo e por estar comigo
Por ser minha Companhia na aflição
Que o Senhor seja adorado pra sempre, Amém!

Nunca se envolva em uma paixão, com um amor no
coração,mas tarde não sabemos quem vai se machucar, pode ser até mesmo nós.

Botão Off


Desligar-se do mundo por uns dias, ter um bom tempo só pra mim.
Preciso dar ordem na minha cabeça, antes que seja tarde. Quem manda em mim finalmente? Acho que eu mesma. Portanto é de mim que vou cuidar por um bom tempo, é por mim que vou fazer o melhor, é por mim que tenho que lutar e não esperar respostas de ninguém.
A família, os sentimentos mais frágeis, amigos, responsabilidades, metas a atingir. Está tudo bagunçado, e a única a poder reorganizar tudo isso sou eu. Ah, e logo eu que sou tão perfeccionista, que ironia do destino.
Nada esta como o planejado, será que por erros cometidos no passado? Eu tenho isso pra mim como amadurecimento. Errar é quando pisamos na bola e não aprendemos com isso.
Paz de espírito é tudo que minha alma precisa para poder por tudo em ordem novamente.
Quem precisa de mim, mais do que eu mesma?

Estou precisando de um tempo só pra mim. Preciso de alguma forma, sozinho, rever meus conceitos, planejar meus objetivos, criar e executar estratégias que me tire desse buraco o qual só eu tenho ciência. O vejo, quando ninguém, em hipótese alguma, consegue ver. É uma espécie de vazio que não há abslutamente nada que o preencha, não sei se é a falta de Deus, de bens materiais, não sei. Apenas sei que não tou legal. Não adiantará eu estar fazendo tudo o que venho fazendo, apenas por fazer, para que simplesmente os demais que me rodeiam tenham consigo, eu como manda o figurino, nos conformes, segundo a tese imposta pelo sistema social.
Eu pretendo ir além, me refazer, para então depois voltar a fazer tudo com muito amor e sinceridade.

Misunderstood

Eu deveria? Eu Poderia?
Disse certo as coisas erradas um milhão de vezes
Se pudesse apenas voltar, veria na minha mente
Se pudesse voltar no tempo, você ainda seria minha

Você chorou, eu morri
Deveria ter calado minha boca, as coisas pioraram
Quando as palavras saíram da minha boca, soaram estúpidas
Se esse coração velho pudesse falar, diria que você é a única
Estou perdendo tempo pensando nisso
Deveria ter dirigido a noite toda, teria corrido por todos os semáforos
Fui mal entendido
Tropecei como minhas palavras
Fiz o melhor que pude
Droga, mal entendido

Eu poderia? Eu Deveria
Me desculpar por ter dormido no sofá aquela noite
Ficando fora até tarde com meus amigos
Você me achou desmaiado no quintal de novo

Você chorou, eu tentei
Distorcer a verdade, mas não menti

Não é tão mal quando pensa nisso

Deveria ter dirigido a noite toda, teria corrido por todos os semáforos
Fui mal entendido
Boas intenções

É você e eu, pense nisso...

Deveria ter dirigido a noite toda
Teria acendido todas as luzes
Fui mal entendido
Tropecei como minhas palavras
Fiz o melhor que pude
Estou esperando em sua porta
Já estive aqui antes
Mal entendido

Tropecei como minhas palavras, fiz o melhor que pude
Droga, mal entendido
Boas intenções

Eu não sei o que dá na cabeça de um sujeito desses te fazer triste assim.
(Olhos líquidos)

Tinha um par de belos olhos castanhos, devidamente enquadrados em um rosto uniformemente equilibrado, desde o tom da pele ao posicionamento da boca. Maria tinha aquele jeito de menina, aquele falar descontraído e aquele olhar de quem vê o mundo sob a ótica ingênua de uma criança. Mas não lhe era diferente, como na grande maioria das boas mulheres, aquele jeito de andar, como se estudasse a forma como daria cada passo, aquela discrição contida quando cortejada e aquele riso, de meia boca, quando, finalmente, deixa-se cortejar ou simplesmente dava um fora.

Aliás, as boas mulheres são disso, umas sonsas. Se fazem de besta, fingem que não é com elas, estudam cada passo do macho que tenta, de todas as formas possíveis, conseguir um punhado de sua atenção e, quando finalmente, resolvem dar-lhe a atenção e deixam-se cair nas artimanhas do homem que tentava conquista-la, dão aquele sorriso de deboche, de meia boca. Porque a situação, para elas, sempre esteve sob controle.

Maria era dessas mulheres. O jogo psicológico que me impôs na primeira tentativa que fiz de conquistá-la, foi cruel. Nunca pensaria que por trás daquele olhar infantil, estava uma mulher forte e decidida que sabe o que quer, quando quer e como quer. Foi assim na festa na casa do Pedro. Ela jogou comigo. Acompanhou de perto toda o rodeio que fiz para chegar no bote final e, com uma espécie de prazer sadista, cortou o meu rodeio e me fez dar com os pés entre as mãos.

Depois de um certo tempo observando as mulheres, separei-as em dois tipos: as boas mulheres e as más mulheres. As boas, conservam uma sutileza na hora de agir e de falar, sabem sempre o que querem e não precisam ir atrás dos homens. Elas os fazem correr atrás delas. E quando eles não são dignos do seu amor e confiança, simplesmente o deixam de lado, com a mesma sutileza que elas mantém em todos os seus atos. São mulheres para os grandes homens. Boas mulheres tem uma voz doce e delicada, olham daquele jeito cruél, despindo a essência dos seus futuros parceiros com os olhos e são dotadas de uma intuição afinadíssima, capaz de prever cada movimento que um macho pode fazer no ato da sua conquista.

Maria me deixou louco. Com aquele jeitinho simples, pisou no meu ego e deixou-me solitário, entregue aos meus vícios. Notava-se que o seu maior prazer era me ver esperançoso, ligava-me, às vezes, de madrugada e falávamos de filosofia à política. Saímos para almoçar juntos e a nossa sintonia na hora de conversar era de tamanha perfeição que, desconhecidos, chegavam a pensar que formávamos um casal. Mas não. Ela me estudava meticulosamente, eu sabia disso e ela era capaz de prever todos os meus movimentos e os meus desejos.

Eu imaginava o beijo de Maria. Certamente com aquele tom voz e aquele jeito, imaginava lábios suaves, um beijo ligeiramente doce, dado com a vontade de quem demorou para se certificar que realmente faria uma boa escolha. Imaginava a força do seu abraço, talvez teria um abraço quente, acolhedor e que fizesse com que, realmente, eu me sentisse bem nos seus braços. Imaginava domingos de solidão a dois regados de sorvetes, filmes chatos e discussões literárias. Chegava a me pegar alheio do mundo, muitas vezes, imaginando o belo casal que formaríamos. Sempre procurei a mulher ideal para mim, por isso tantas passaram pela minha vida. Imaginava que desta vez a minha procura tinha se encerrado e a minha eterna solidão estaria com os dias contados.

Decidi apelar. Nas minhas observações das mulheres consta que elas, por mais seletivas e boas que sejam, não aguentam ser ignoradas. Não aguentam notar que o homem que lhe faz tanto arrodeios, que tenta de todas as formas conquistar-lhe, simplesmente mude, torne-se frio como uma pedra de gelo. Pensam logo que há outra mais interessante no caminho. E se perdem no jogo.

Como era difícil não atender os seus telefonemas... Como era mortal ter que ligar menos. Meu coração batia forte, meus olhos enchiam-se de lágrimas, minha mão coçava, mas não. Mantinha-me numa disciplina mental fervorosa. De súbito, tomava-me o medo de que a apelação teria sido cedo demais. Esse tipo de estratégia só pode ser usada quando as peças do jogo realmente sabem em que posição estão. E se ela achasse que eu nunca quis nada sério com ela? E se ela desistir de mim e simplesmente responder meu gelo com mais gelo?

Mas ela pareceu desnorteada. Notei que a minha súbita mudança tinha a afetado. Ela me procurava mais e, em certo ponto, era mais direta. Pensei que o jogo estava ganho. Mas quando ela me atraiu de volta para ela e quando eu mais achei que tinha realmente vencido aquela interminável guerra é ela que muda. Torna-se fria, mórbida, gelada. Diz que quer ficar um tempo sozinha. Fico louco. Não durmo, não como, não vivo. Só respiro Maria, só vivo Maria, só penso Maria. Penso em me mudar, novos ares talvez seria bom, novas conquistas talvez me fizessem esquecê-la.

Então, quando eu menos esperava, ela aparece no meu apartamento. Sorri, daquele seu jeito infantil. Tomamos um bom vinho juntos, ouvindo as músicas que mais gostávamos. Vimos um filme. Quando de repente me vi nos seus lábios doces, senti que tudo aquilo que eu imaginava dos seus beijos era verdade. Chorando, ela me pede para parar de beija-la e diz que veio para se despedir, irá morar na França. Conheceu pela internet um homem lá e pretende casar com ele. Falou que achava-me um bom amigo, mas que eu não era para ela. Partiu para a sua nova vida. Deixando-me lágrimas e um beijo seu.

Uma Nação Consciente

Uma nação consciente
É o maior medo de um governo mal-intencionado.

Cinza ou colorido, o importante é, sempre carregar consigo um belo sorriso.

Uma pena, mas tem muito problema que vai ser 'resolvido' em cima de um caixão. Palavras presas na garganta e no coração por anos serão ditas aos ouvidos de um cadáver, em meio à lágrimas e ao desespero do silêncio. 
E um misto de 'falso alívio' com 'eterna angústia' vão atormentar o vivo até que seja a vez dele estar "ouvindo" desabafos, pedidos de perdão e verdades de alguém que também não soube (e não quis) aproveitar enquanto seu coração ainda batia.



O medo de confrontar um problema deveria ser menor do que o medo da morte. Especialmente quando no fundo (ainda que você não queira admitir nem pra si mesmo) essa pessoa lhe importe muito.



Seguimos então nesse eterno ciclo insano da falta de sabedoria humana, no qual o 'slogan' permanece: só damos valor quando perdemos.



Mundo estranho esse...

Dizem que todo homem apaixonado é um poeta, a diferença é que os poetas não precisam estar apaixonados para declararem suas paixões.

Um brinde a tudo que for verdadeiro, traz paz e me faz bem.