Boas Vindas para um Amiga
Horizonte lindo, vida incrível e plena,
Amor que nos aquece, sorte que nos acena.
Cada dia um presente, cada noite uma paz,
No brilho do futuro, a felicidade se faz.
Na escola onde todos se encontram,
Um universo de aprendizagem se expande,
Onde cada alma, única e especial,
Encontra seu lugar, sua voz, sua demanda.
Em salas de acolhimento e ternura,
Professores tecem laços de compreensão,
Cada desafio se transforma em oportunidade,
Cada barreira se desfaz na educação.
Não há limites que não possam ser transpostos,
Quando o amor pela aprendizagem é o guia,
Na inclusão, encontramos a verdadeira luz,
Onde cada criança brilha, onde cada talento irradia.
Educação especial, sinfonia de diversidade,
Onde o respeito e a empatia são a base,
Caminhamos juntos, lado a lado,
Numa jornada de crescimento e graça.
Que cada mente seja um jardim florido,
Onde o conhecimento brota e floresce,
Na educação inclusiva, o futuro se constrói,
Com amor, sabedoria e uma mente que enaltece.
Deixar-se afetar pela educação especial,
É o toque de chef necessário, um tempero vital.
Ficar apaixonada por cada passo, cada olhar,
Pensar em como posso auxiliar, em seu futuro acreditar.
Aquela aluna, um sonho em formação,
É o que me move, a razão da minha dedicação.
Na educação especial inclusiva, vejo o poder,
De transformar vidas, permitir que possam ser.
Educação especial vai muito além de um trabalho,
Com certeza é uma vocação, um chamado sem atalho.
Dá sentido à minha existência, uma missão que faz valer,
Cada desafio superado, cada momento de aprender.
O vínculo afetivo é inevitável, profundo,
Cada conquista, cada sorriso, um novo mundo.
O amor também, nasce e cresce a cada dia,
Na jornada de ensinar, encontro minha alegria.
Lidiane Gama
Coração de Adolescente
(Lidiane da Gama)
Em um bairro tranquilo, vivia um grupo de amigos inseparáveis: Júlia, Pedro, Ana e Lucas. Eles estavam no auge da adolescência, navegando pelas mudanças e desafios que essa fase trazia. Cada um enfrentava suas próprias batalhas internas, e juntos, aprendiam a lidar com a complexidade das emoções.
Júlia era a mais empática do grupo. Sempre sabia quando alguém precisava de apoio, mas tinha dificuldade em expressar suas próprias emoções. Pedro, o mais extrovertido, usava o humor para esconder suas inseguranças. Ana, a intelectual, buscava respostas nos livros, mas não conseguia lidar com a pressão de ser a melhor em tudo. Lucas, o mais reservado, escondia sua ansiedade atrás de uma fachada calma.
Certa tarde, após uma aula particularmente difícil, eles decidiram assistir ao filme "Divertida Mente" na casa de Pedro. O filme abriu portas para conversas que nunca tinham tido antes. Eles começaram a falar sobre como se sentiam, identificando suas emoções como alegria, tristeza, medo, raiva e nojo, assim como os personagens do filme.
Bruno, o irmão mais velho de Pedro, era estudante de psicologia e entrou na conversa, explicando a importância da educação emocional. "Entender e reconhecer nossas emoções é o primeiro passo para aprender a gerenciá-las", disse ele. "As emoções têm três componentes principais: elas são subjetivas, sentimos fisicamente no corpo, e nos impulsionam a agir de certas maneiras."
Enquanto Bruno falava, Júlia percebeu que o aperto no peito que sentia quando estava ansiosa era uma manifestação física de suas emoções. Pedro notou que seu humor excessivo era uma forma de evitar lidar com o medo de rejeição. Ana entendeu que sua busca incessante por perfeição era uma forma de controlar a insegurança, e Lucas começou a reconhecer que sua calma exterior escondia uma tempestade interna de ansiedade.
Ana Luísa, a psicóloga da escola, também se envolveu com o grupo, organizando encontros semanais para discutir sentimentos e emoções. Ela explicou como a adolescência é um período de busca por identidade e autoconhecimento, o que pode gerar muita confusão e insegurança. "É uma fase desafiadora, mas entender nossas emoções e como elas nos afetam pode nos ajudar a navegar por ela", disse ela.
Através dessas conversas e sessões, o grupo começou a se sentir mais conectado e compreendido. Eles aprenderam a reconhecer e nomear suas emoções, a entender suas reações e a desenvolver habilidades para gerenciá-las.
A história do grupo de amigos mostra como a educação emocional pode transformar a vida dos adolescentes. Com o apoio certo, eles aprenderam a lidar com suas emoções, fortaleceram seus laços e enfrentaram juntos os desafios da adolescência. E, acima de tudo, descobriram que não estavam sozinhos nessa jornada complexa e emocionante chamada vida.
Cinderela e a Jornada de Autodescoberta
(Releitura/Autoria: Lidiane Gama)
Era uma vez, em um reino distante, uma jovem chamada Cinderela. Ela vivia com sua madrasta e duas meias-irmãs, que não a tratavam bem. Elas obrigavam Cinderela a fazer todas as tarefas da casa, enquanto desfrutavam de uma vida confortável. Apesar disso, Cinderela era gentil, trabalhadora e sonhadora.
Um dia, chegou a notícia de que o príncipe do reino estava dando um grande baile no palácio para encontrar sua futura esposa. A madrasta e as irmãs ficaram eufóricas, pensando em como conquistar o coração do príncipe. Cinderela, no entanto, sonhava em ir ao baile não para encontrar o príncipe, mas para desfrutar da festa e ver o mundo além das paredes de sua casa.
Na noite do baile, com a ajuda de uma fada madrinha, Cinderela conseguiu um lindo vestido e uma carruagem mágica para levá-la ao palácio. Ela estava radiante, mas a fada a avisou que a magia duraria apenas até a meia-noite.
No baile, todos ficaram maravilhados com a beleza e a graça de Cinderela. O príncipe imediatamente se interessou por ela e a convidou para dançar. Eles dançaram a noite toda, mas Cinderela não estava tão encantada quanto esperava. O príncipe era charmoso, mas durante a conversa, ela percebeu que ele era superficial e egocêntrico. Ele falava apenas sobre si mesmo e pouco se interessava pelos sonhos e desejos dela.
Quando o relógio bateu meia-noite, Cinderela se lembrou do aviso da fada madrinha e rapidamente deixou o palácio. Na pressa, perdeu um dos sapatinhos de cristal. O príncipe, determinado a encontrar a dona do sapatinho, anunciou que se casaria com a mulher cujo pé se encaixasse no sapato.
No dia seguinte, os emissários do príncipe chegaram à casa de Cinderela. As irmãs estavam ansiosas para provar o sapato, mas ele não servia em nenhuma delas. Finalmente, Cinderela experimentou o sapato, que serviu perfeitamente. O príncipe, convencido de que havia encontrado sua futura esposa, se ajoelhou e pediu a mão de Cinderela em casamento.
Mas, para surpresa de todos, Cinderela recusou. Ela disse ao príncipe que a verdadeira felicidade não vinha de se casar com alguém por status ou aparência, mas de viver uma vida autêntica, baseada em respeito mútuo e apoio. Ela explicou que, apesar de sua situação difícil, havia aprendido a valorizar a si mesma e seus sonhos, e que não estava disposta a abrir mão disso por um casamento sem amor verdadeiro e parceria.
Cinderela então decidiu seguir seu próprio caminho. Com a ajuda de sua fada madrinha e de amigos que fez ao longo da jornada, ela abriu uma loja de roupas no vilarejo, onde criava e vendia vestidos lindos e confortáveis para todas as mulheres. Ela se tornou uma inspiração para muitas jovens, mostrando que não precisamos de príncipes para sermos felizes e realizadas.
E assim, Cinderela viveu feliz para sempre, não porque encontrou um príncipe, mas porque encontrou a si mesma e seguiu seu coração.
**Moral da história**: A verdadeira felicidade e realização vêm de seguir seus próprios sonhos e valorizar a si mesmo. Não precisamos de um "príncipe encantado" para nos salvar ou definir nosso valor. Somos fortes e capazes de construir nosso próprio "felizes para sempre".
vou lhe escrever um poema por dia
até te esquecer
cigano
cigano dos desejos
meu reino por seus beijos
de olhos abertos em meu leito
medito a esquecer o cheiro do seu peito
bela coca cola branca
fez de mim uma santa
me abraça decidida e franca
caída no vão da cama
já é verão nosso inverno, mudamos de estação
essa rádio toca música oriental enquanto ouço minhas lágrimas no quintal
pássaros migrando no horizonte
lembrou que você existia ontem
Hoje meio agradecido deixa obrigado na caixa
talvez ele seja mesmo, mas preferia arrependido
trazido por Iemanjá pra juntá nosso elo perdido
um bem te vi abrindo mais um dia rompido
Títulos de Cabeceira
há um campo de estrelas na minha frente
bem perto dos olhos de Deus
a esquerda um corpo presente
o feminino infinito lutando como uma garota
o poder da transformação está com ela
estrangeira de si
usando a palavra como território
ela está em êxtase
lendo Lolita em Teerã
dançando com as brumas de Avalón
o tempo não existe
vejo em você um menino que chora
um moço bonito que sofre
um homem cansado que ri
um velho sábio solitário
todos eles me atraem
sobretudo com esses olhos de rio
um dia vai chegar
o dia
branco vai chegar
o dia vai virar noite céu e mar
no mar dos olhos de areia
maresia sentida na meia
o dia desse encontro não demora
vai volta e vai embora
brota um botão
na flor da Aurora
o dia Mar
vai estar presente
no dia com quem sabe
naquele abraço demorado
grudado que cabe
no dia de amar
o Sol
a beira Amar
Não sei perder pessoas, amores, amigos, hoje perdi um grande amigo de trabalho, daqueles que nunca morre, porque deixou seu legado, fez história, lutou incansavelmente pelo cinema visando um Brasil melhor, contando histórias. Eu trabalhei no longa Cabra Cega, fiz still, o cartaz e uma exposição de fotos no metrô Vila Madalena. Eu venho aqui agradecer essa pessoa linda tão importante na minha vida, tenho certeza que de muita gente. Foi cedo, vai fazer muita falta. Meu abraço em seus dois filhos e na Débora, grande atriz linda que ele sempre fez brilhar em seus filmes, acho lindo esse amor me transborda. Obrigada, querido diretor ToniVenturi! RIP NAM MIOHORENGUE KYO
um corpo que cai
e me leva junto
e vida louca pra onde vai
quem dera esse homem fosse um vagabundo
podia estar deitado na praça ou na cama do mundo
mas estava pendurado numa corda
a vida é tão reta quanto torta
uma hora dessa não estava morta
foi uma noite difícil
lembro de acordar suada,
sei que isso não muda nada
mas me faz lembrar que a hora já estava marcada
em nada somos nada quando cai a vida
escorre das mãos sem exatidão
seria um menino inexperiente ou não
não era pra ser visto num caixão
uma manhã sem bom dia
coração na mão
antes do café eu já morria
da janela eu gritei nãoooooo
não deu tempo nem de rezar
já era certo o destino do Baltazar
nessa hora deve estar em frente o altar
não sei seu nome então assim vou chamar
acho que tem gente que tem sorte
outros de sobra o azar
quero pensar que sua morte
lhe deu asas aladas para voar
agora em seu plano nos observar
enquanto talvez em meu sonho te encontrar
nunca te vi mas vi sua vida passar
da minha janela pra Deus te abraçar
descansa rapaz que a morte nos faz
voltar ao nosso lugar de estar em nos fazer acreditar
que tudo que for nosso vai nos encontrar
seja na terra, no céu ou na água
a essência é luz energia e ar
JS
fada azul
vou escrever um blues
ao som dos bandolins
cantando e mandando nudes
singelas como os querubins
que vivem no jardim celeste
plantados e empapuçados
de flechar amor sem prece
lá os anjos dançam com fadas
cegas azuis que dizem
eu gosto de você e
você gosta de mim
Quando recebo um abraço logo pela manhã, de quem eu amo, sinto o melhor perfume que existe no mundo, amor
Todos precisamos de um médico em algum momento da vida, e isto nos dar medo, ser o médico não for Jesus.
Maior que uma vacina ou cura para vida de ser humano.
É ter um encontro com Deus, e vida ser transformada, através do seu Filho Jesus Cristo.
Tem um vazio tão grande tão grande dentro do peito que nada consegue preencher. Esse sentimento e conhecido como solidão.
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