Boa Noite minha Querida

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Muito além de um rosto, sou presença de aristocrata. Minha idade é um mistério; minha autoridade, um fato

O meu maior sonho, minha maior alegria e realização será quando eu encontrar pessoalmente Cristo. Então direi: valeu a pena viver.

Obsessão pela cópia que só consegue ver valor, mas jamais terá posse da minha identidade, pois sou obra de arte

Entrego ao céu o que ainda não posso entregar às tuas mãos: a minha prece pela tua guarda e o meu zelo pelo teu caminho. Que o universo te cuide enquanto o tempo nos ensina a rota, pois mesmo sem saber o teu nome, meu coração já decorou a tua paz

🎻Tal qual um violino, exijo o zelo da lapidação para que revelem minha essência; sou melodia que só desperta diante da delicadeza e da paciência serena de um piano 🎹

Estudo para evoluir, técnica para realizar. Minha inteligência é meu maior patrimônio; um saber que se multiplica quando compartilhado com quem soma 💡📖🤝

A Autoridade do Ser
A verdadeira coragem reside naquilo que não se vê.
Minha trajetória é moldada por experiências que se tornaram sabedoria e por desafios que transformei em alicerces. O valor de uma mulher não é um troféu a ser exibido, mas a profundidade da sua essência e a integridade da sua história.
Honro cada passo do meu caminho, pois sei que a força que me conduz é fruto da minha própria jornada e da autenticidade
que me pertence por direito.

A Autoridade do Resultado
Minha trajetória não é feita de projeções, mas de fatos.
Consolidei meu espaço através do conhecimento, da ética e da entrega constante. Onde outros buscam o ângulo perfeito, eu foco na estrutura sólida. Meus méritos são frutos de uma colheita própria, fundamentada na competência que se exerce e na autenticidade que se vive.
Sigo focada na construção do meu legado, onde a excelência é o padrão e a minha história é o único ativo ...............
— Amanda Tamiris da Maia

⁠Após encarar os demônios em minha mente percebi que os leões de cada dia não passam de crianças mimadas.

Através da minha mortalidade consigo sentir a imortalidade de cada recomeço.

A minha boca quer matar esta sedenta saudade no teu corpo.

Queres vir jantar
à minha casa hoje?
Olha, traz o vinho
e não te esqueças,
vem despida a rigor.

Há algo em ti que puxa-me
mesmo quando tento fugir.
A tua presença cerca toda a minha alma, prende-me, incendeia-me.


E quando penso em ti — é o corpo quem responde. O resto dissolve-se,
até o ar tem o teu sabor.


Não há distância que baste.
O teu nome vibra na minha pele, como se o som trouxesse a tua pele para perto da minha boca.


Fecho os olhos
e o mundo curva-se em mim.
Tudo pulsa — lento, quente —
como se o tempo respirasse ao teu ritmo.


Existe um magnetismo em ti que chama o meu caos, um gesto, um quase sorriso,
uma promessa escondida na respiração.
Fico à beira — de ti, de mim, do abismo — e é ali que o desejo cresce, lento, inevitável.


Cada palavra tua é um fio de fogo que me atravessa em silêncio. E quando te calas,
tudo em mim escuta. E nesse inédito silêncio: deixo queimar, não o corpo — mas a alma, essa parte que insiste em te reconhecer.

A tua respiração reclama-me,
o teu sedento beijo,
suplica a minha porosidade .


O mundo evapora-se, resta o pulso, a dança cega do querer. Há luz nas sombras do impulso, há vida em tudo o que é desejo .
Toco-te — e o tempo desmaia,
em curvas de seda e marfim.
A tua pele é onde a alma ensaia o que o corpo quer sem fim. E quando o fogo se faz calma, encontro-te em mim, inteira e nua
não de roupa, mas de alma,
ardendo na mesma lua.


O teu corpo chama o meu em febre, num convite sem palavra, sem pudor.
A pele fala — vibra, pede,
respira o vício do calor.


O teu cheiro cerca-me , domina-me, ferve o ar, faz-me perder a razão; o toque, brasa que ilumina cada sombra em combustão.


As nossas bocas
procuram-se, descobrem-se,
num ritmo que o mundo esqueceu , é fome antiga, sede desértica,
o amor carnal que nasceu.


E no instante em que nos fundimos, carne e alma, suor e luz, é como se a lua ferida, ardesse inteira dentro de nós dois.

É isto que o meu
silêncio grita:
Tu estás em
todas as partes,
da minha alma.

A minha boca quer
imergir na ensopada
profundeza da tua
tórrida intimidade.

Os teus beijos
sabem a poesia:
adoro escrever
os teus beijos
na minha boca.

A tua pele é
território onde
a minha alma assina
o próprio infinito.

A tua pele chama a minha,
num desejo sem recuo.
Cada gesto teu provoca
um incêndio quase nu.




O ar prende‑se entre nós,
como se o mundo parasse ali.
E no ritmo que inventamos,
é o meu corpo a guiar o teu,
sem pressa de fugir.




A tua respiração prende-se na minha,
num jogo que nenhum de nós quer terminar. E quando a madrugada vibra entre os nossos corpos,
é aí que o desejo fala mais alto,
a pedir que a noite não saiba acabar.




Sinto-te na alma inteira,
numa verdade tórrida
que percorre o meu sangue
e rasga o meu silêncio.

Eu sou árvore
que fala ao fim da tarde
E se não ouvires a minha voz
mudo para o tom do vento.