Bem
“Eu revisitaria mil vezes aquilo que já me fez bem, abstraindo todo o resto.” #nostalgia
Patricia Pontaldi
Eu não quero criar regras, mas se existe uma, é essa: os únicos escritores que escrevem bem são aqueles que precisam escrever para não enlouquecer.
" Eu vou fazer serviço de preto
Caprichado e bem feito
Digno de respeito
Agora e a minha vez
Você vai ver tudo perfeito."
"Ele não é um amador; é um macaco muito bem adestrado — e muito bem pago — para dançar conforme a música."
Meus dois pais me tratam muito bem
(O que é que você tem que não fala com ninguém?)
Meus dois pais me dão muito carinho
(Então porque você se sente sempre tão sozinho?)
Meus dois pais me compreendem totalmente
(Como é que cê se sente, desabafa aqui com a gente!)
Meus dois pais me dão apoio moral
(Não dá pra ser legal, só pode ficar mal!)
Não se deixe enganar pela falácia apelativa do “patriotismo”; ela era bem propagada nos inflamados discursos do nazismo.
Observe como ele(a) está te tratando. Caso essa pessoa esteja cuidando bem de você, agradeça a Deus por estar em sua vida. Caso contrário, termine essa relação enquanto pode.
Sou feliz!
Grite bem alto — para o mundo ouvir — e, principalmente, para aqueles que tentaram arrancar de você a pureza da alma, mascarando-se com uma fantasia de benevolência e bondade.
Sorria… porque as máscaras sempre caem. E a bondade fingida, essa bondade bandida, se revela como o sol nascente: lenta, mas inevitável.
Então, sem medo e sem reservas, diga novamente: Sou feliz!
Eu amo meu amor. Sinto-me grato por ser agradecido. Sinto-me bem por ser quem percebe. A vida é um presente que me dei.
