Beleza
Sua beleza exterior é importante para os leigos. Sua beleza interior é o motivo pelo qual ela te ama. Nossa felicidade não interessa aos menos importantes, isso pra eles de nada vale. Fale pouco, somente o necessário a quem nada importa. Cante, grite e fale muito a quem realmente você gosta, será bem ouvido e interpretado de maneira doce. Não duvidar dos sentimentos alheios a seu respeito é uma vantagem.
São as boas qualidades e não a beleza de uma mulher que fazem casamentos felizes. A mulher que nos ama sabe fazer-se bela.
A beleza transitória da matéria passa depressa.
Procure sondar a beleza interna das pessoas com quem convive. Há flores belíssimas e perfumadas, que só duram poucas horas. No entanto, apesar de feias, as pedras duram milênios, realizando suas tarefas. Não seja, pois leviano. Não prefira o efêmero ao eterno, a beleza à sabedoria. Firme-se no que dura pra sempre, que é o espírito imortal, nosso verdadeiro EU, e não no que cedo desaparece.
Onde impera o respeito e a verdade, a beleza do amor é a maior riqueza, a confiança prevalece e a admiração aparece. No entanto: onde impera desrespeito e mentira, o amor é pobre, a confiança é nula e a admiração desaparece.
A Beleza não esta nos olhos de quem vê....
Mas na alma daqueles que sente, e verdadeiramente ama Aquilo que está sendo observado.....
"Viver significa fazer do presente, a lembrança e a beleza do passado e a certeza e a esperança do futuro".
"Que toda beleza enfeite teu dia hoje, porque
a gente deve se cercar é de coisas boas,
do que faz festa na alma e colore o coração."
Depois de ser mãe, entrei em contato com a beleza das coisas simples. No meu colo, um pequeno ser se comprimia em busca de calor e alimentação. Eu era, para ele, seu mundo e ele era para mim a escola do amor.
Depois de ser mãe, eu aprendi a rejeitar o que, até então, me dava imenso prazer. Quando estava distante, olhava para o relógio, para que o tempo corresse e eu pudesse novamente aconchegar o meu bebê.
Depois de ser mãe, conheci a preocupação e ela passou a fazer parte de meus pensamentos, esquecendo-me até mesmo de mim. Tive que fazer um grandioso esforço para poder tomar-me de novo em afeto. Mas até isto, teve como causa primeira, a independência, gradual, mas crescente, que se fazia necessária no momento.
Conheci, enfim, a loucura de ser mãe.
Depois de ser mãe, senti o orgulho de me ver co-autora de uma criatura, que sabia vir de Deus, e que teria sua missão neste mundo. Desconhecia qual era e, em meus sonhos, desejava o máximo. Almejava algo extraordinário, digno dos grandes personagens.
Depois de ser mãe, já podia me comunicar, sem dizer uma palavra e também entender um choro, um sorriso, um olhar. Era o diálogo do entendimento, límpido, certo, cristalino e sem máscaras.
Depois de ser mãe, senti o peso da responsabilidade, sabendo que tudo que fizesse ou dissesse, haveria de ser um exemplo, um paradigma. Senti o futuro tocar em minhas mãos e em meu coração.
Depois de ser mãe aprendi a renunciar a tudo em prol daquele que gerara. Nada era mais importante, nada era mais urgente. Seguia seus passos, de longe, dando-lhe a liberdade almejada, dentro de certos domínios.
Depois de ser mãe, senti meu coração arder, por um gesto apenas, um olhar, um sorriso, um abraço. E no retorno ao lar, após um dia de trabalho, era isto tudo que aspirava.
Depois de ser mãe, eu desejei agir, mas nem sempre o fazia, deixando o pequeno ser arriscar. E quão amargo é cada queda, mas sempre compreendia a importância do crescimento e ele não acontecia sem frustrações.
Depois de ser mãe, fiz mais projetos, que não finalizavam simplesmente em mim, mas incluía aqueles que gerei. Era como um pintor, diante de sua obra, a decidir seu destino.
Depois de ser mãe, também aprendi a recuar, a me reinventar, a acordar de sonhos, para moldá-los segundo a realidade. E entendi que filhos são como palavras, colocadas no mundo, têm seu tempo, têm seu lugar e formulam pensamentos. Filhos também têm projetos, nem sempre semelhantes aos nossos. Nada é igual. Tudo está entre o antes e o após ser mãe. Às vezes nem eu me reconheço. Sou outra mulher.
Depois de ser mãe, ainda me surpreendo. Mas é uma doce surpresa, uma alegria, uma tristeza, uma ansiedade, uma doçura, o tudo e o nada na maravilhosa experiência de ser mãe.
Antes de ser mãe, eu fazia e com aos alimentos ainda quentes. Eu não tinha roupas manchadas, tinha calmas conversas ao telefone. Antes de ser mãe, eu dormia o quanto eu queria, Nunca me preocupava com a hora de ir para a cama. Eu não me esquecia de escovar os cabelos e os dentes.
Antes de ser mãe, eu limpava minha casa todo dia. Eu não tropeçava em brinquedos e nem pensava em canções de ninar. Antes de ser mãe, eu não me preocupava: Se minhas plantas eram venenosas ou não. Imunizações e vacinas então eram coisas em que eu não pensava.
Antes de ser mãe, ninguém vomitou e nem fez xixi em mim, Nem me beliscou sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas. Antes de ser mãe, eu tinha controle sobre a minha mente, Meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos, e dormia a noite toda.
Antes de ser mãe, eu nunca tive que segurar uma criança chorando, para que médicos pudessem fazer teste sou aplicar injeções. Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam. Nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha. Nem fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.
Antes de ser mãe, eu nunca segurei uma criança, só por não querer afastar meu corpo do dela. Eu nunca senti meu coração se despedaçar, quando não pude estancar uma dor. Nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina, pudesse mudar tanto a minha vida e que pudesse amar alguém tanto assim. E não sabia que eu adoraria ser mãe.
Antes de ser mãe, eu não conhecia a sensação, de ter meu coração fora do meu próprio corpo. Não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto. Não conhecia esse laço que existe entre a mãe e a sua criança. E não imaginava que algo tão pequenino, pudesse fazer-me sentir tão importante.
Antes de ser mãe, eu nunca me levantei à noite toda, cada 10 minutos, para me certificar de que tudo estava bem. Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor, a dor e a satisfação de ser uma mãe. Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes. Por tudo e, apesar de tudo, obrigada Deus, por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo. Obrigada meu Deus, por permitir-me ser Mãe!
Padrões
Sobre beleza ou comportamento, sempre há o que ler ou ouvir. As pessoas emitem suas opiniões e achismos. Todos, consciente ou inconscientemente, fazemos isso. Não há como se abster. (Prova disso sou eu, também dando aqui minha opinião).
A verdade é que todos querem estabelecer regras e ideais. As vezes os próprios criadores, não vivem metade do que discursam, mas a ânsia de opinar é maior do que o esforço para ser alguém melhor.
Se fôssemos exemplo perfeito de algo, não necessitaríamos de remissão. E ao que me consta, o único perfeito que já existiu é o próprio CRISTO. Homem algum, pôde alcançar esse nível. E se pudermos em algum momento galgar algo que sugira bondade ou justiça, também vem dEle, não é nosso mérito. Não quero com isso, dizer que não precidamos ser imitadores dEle. Mas me refiro ao fato de que o padrão à seguir é do próprio, não nosso. Porque ao usarmos a justiça própria, nos colocamos como juízes. Somos totalmente repreensiveis, em nossa condição humana. Por isso, a importância de sermos justificados pelo único que é justo. (Mas isso é assunto para outra instância).
A questão é, quão medíocres são alguns pensamentos que acabamos verbalizando. Como é fácil se colocar como juiz dentro da imundície alheia. Como é fácil ser portador de críticas destrutivas. Como é fácil ser mensageiro da desgraça vizinha. Como é fácil se abster da empatia e não sentir a dor do outro. Como é fácil colocar os nossos gostos e escolhas em oposição a outros. Como é fácil definir o que é aceitável e o que não é, quando o "barulho" não vem da nossa casa. Como é fácil achar soluções, quando os problemas não são nossos. Como é fácil resolver a vida de todos, enquanto temos o nosso telhado de vidro.
Bom dia!
Para a sexta-feira:
Que a beleza da vida ilumine o seu dia. Que a cada sorriso você renove as esperanças. Que seja de boas energias e infinitas bençãos. Que Deus lhe impulsione para o caminho da felicidade.
Uma feliz sexta-feira pra você!
ETERNO AMOR
Autor : Soélis Sanches
Quando a beleza do luar brilhar do céu,
Sinta no coração como meus olhos a te admirar,
Com seu carinho e amor você me conquistou.
Sempre foi meu baluarte e meu suporte, dos bons e maus momentos,
Seu carinho e seu amor pra sempre estão plantados em minh´alma.
Quando vislumbrar no infinito o clarão dos raios,
Lembre-se do fogo da paixão que por você mantenho acesa,
Se o dia estiver frio e sentir necessidade de aconchego,
Sinta-me como o cobertor que te aquece.
Quando as lágrimas rolarem pelo teu lindo rostinho,
Busca pelo meu carinho,
Lembre-se que sou como o orvalho das manhãs a tocar a flor.
Quando olhar no firmamento e encantar com o brilho das estrelas,
Jamais esqueça que você é a constelação da minha vida.
Quando ouvir os murmúrios das ondas na areia,
Sorria, é minha voz sussurrando,
Dizendo do imenso amor por você,
E, que no seu coração foi repousar.
Ainda que o brilho das estrelas se acabe,
Mesmo que a luz do luar apague.
Pra sempre vou te iluminar com o meu amor;
Te amo !!!
Não me encaixo em padrões preestabelecidos de comportamento e beleza. Se fosse para eu me espremer dentro deles, Deus não tinha me feito única.
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