Basta
O amor alcança a todos, é atributo do coração!
Basta deixar...
Basta sorrir...
As vezes basta sonhar...
Os pequenos tem muito a ensinar. Basta observar... para eles não tem tempo ruim. Não tem tristeza, não tem rancor. Ódio então nem sabem o que significa. Para tudo tem a sinceridade que lhes caracteriza. São puro encanto. Seu nome é luz... vem de Deus.
Conversar, mesmo que o ouvinte nada fale, as vezes basta. Organizamos melhor as idéias dentro da cabeça, o que é meio caminho para a solução do problema.
Para entender as mulheres não basta estar atento ao que elas falam, é essencial “saber ouvir” o que elas pensam.
As vezes não basta se fingir de bobo, tem que ser realmente bobo de vez em quando, se quiser ser verdadeiramente sábio no futuro.
Basta-lhe ferir a ostra fiel com corpo estranho, e sua fidelidade produz uma pérola magnífica a mão do lapidador.
00:36 ela veio me visitar. Basta eu me deitar e ela vem me atormentar: sozinha no escuro, não apenas do meu quarto, mas do meu coração. Mas eu tenho você, Vazio. Sempre esteve comigo.
O comum não me basta,
A zona de conforto me desconforta,
E é assim que eu vivo, de tentativa em tentativa. As vezes mergulho numa queda que parece não ter fim, mas então, me levanto ainda mais forte, com ainda mais vontade de vencer e vou atrás do que quero! Mergulho, mas agora nas minhas intenções, me arrisco nas minhas idéias e faço de tudo para que de certo. O medo me faz por os pés no chão, mas minha vontade de fazer acontecer, aaah... essa me leva ao ponto mais alto do céu! E assim que tenho vivido.
Conectando o mundo, podemos pessoas ver.
Mas conectar... será mesmo?
Para ver, basta um passo, um chamado, uma troca.
Se conectar é mais do que enxergar,
é deixar que o mundo nos toque,
é atravessar os muros invisíveis entre nós.
E, no entanto, a verdadeira conexão nunca chega.
Não porque está longe, mas porque a deixamos desluir.
Ela se dissolve entre os rostos —
amigos ou estranhos, conhecidos ou esquecidos.
Tristonho, enfim, lhes digo:
esta poesia é de nada,
mas, talvez, seja de tudo.
Entre versos doces ou amargos,
há um eco do que perdemos.
Simples é conectar.
Difícil é perceber que, entre os delírios do tempo,
fomos nós que nos perdemos...
