Aviao sem Asa Fogueira sem Brasa sou eu assim sem
“Quer namorar comigo?”, eu perguntei.
Ele respondeu: “Não, eu gosto de outra pessoa.”
“Ah, foi brincadeira”, eu disse.
Aquele comprimido para dormir… eu não posso tomar demais, senão posso entrar em coma. E se eu morrer?
Eu acho que preciso sumir, sabe? Dar um tempo de tudo isso. É algo que escuto diariamente. Mas eu não me vejo sumindo da família, dos amigos e das coisas fúteis do dia a dia.
De todos esses anos, você é o único com quem eu consigo ser eu mesmo. Eu nunca tive essa conexão com alguém. Às vezes eu penso: será que ele foi um irmão, um namorado ou alguém muito próximo de mim em minhas supostas vidas passadas? Ou será que ele acha que eu estou apaixonado por ele? Hahaha.
Mas o que eu sinto… é isso. Esse sentimento ficou, porque nem eu mesmo consigo explicar o que sinto.
Conexão P.2
Essa conexão sem nome… eu encontrei alguém diante de quem minha mente não precisa usar máscaras.
O dia em que você disser que gosta de mim como eu gosto de você, eu serei muito feliz.
Mas talvez esse dia nunca chegue, e mesmo assim esse sentimento continua aqui.
Eu tinha medo de perdê-lo. Agora o medo é maior. Os remédios fazem efeito… e eu não consigo sentir o que deveria estar sentindo.
“Você devia se cuidar mais.”
“Há um tratamento.”
Sobre mim mesmo eu disse: “Eu nunca me cuidei ou me tratei.”
“O problema nunca fui eu. Como eu não pude perceber isso? Eu só pedia a sua ajuda… eu precisava de você, mesmo estando longe.”
Por ordem do destino ou da minha própria vontade: em qualquer época, eu seria o rei do meu próprio mundo. Não sou moldado pelo tempo, mas pela minha vontade. Em qualquer século, eu honraria a minha força. Longa vida para Dicinho Dutra, o highlander de todas as épocas em qualquer dos mundos. rs...;)
