Aviao sem Asa Fogueira sem Brasa sou eu assim sem
No mundo, tem muitas mulheres e homens assim! Lindos por fora, coloridos, bonitos, mas venenosos por dentro, ou seja. matam, mas continuam belos.
A diferença disto é que cobra por si só já nos inspira medo, por ser um réptil venenoso, mas o ser humano, temos que vivenciar, beber seus venenos, ser mordido por suas maldades, para conhecer seus venenos, sempre ocultos pela suas lindas cascas, meu bom dia...
( Zildo de Oliveira Barros)
Representamos sempre, somos artistas, bom dia...
Artistas assim o somos, representamos um papel, a mulher que pede um beijo, o sonho a olhar se céu, vestimos as nossas máscaras, entoamos o nosso papel, as vezes somos tão santos, do inferno em instantes vai se ao céu! Do céu se volta ao inferno, conforme dita o papel...
(Zildo de Oliveira Barros) 11/03/2011…
“Assim como a escolha errada está para masmorra, a certa está para liberdade; pois a liberdade não é uma possibilidade, mas a certeza é o meio que a possibilita”.
Faz tanto tempo, até parece que tudo mudou — a vida, a rotina, a gente — e, ainda assim, esse sentimento não parou, sumiu, desapareceu ou, sequer, mudou.
Eis a vantagem de às vezes sentarmo-nos a margem da sociedade e observá-la com cautela, pois assim vemos o que os demais não vêem!
A confiança é como um revólver, quando o gatilho trava é porque falhou, assim é quando alguém falha com você.
É insano, depravado, luxúria sem ética nem moral, assim são teus sentimentos por mim.
Às vezes, carinhosa, sutil, meiga, educada, doce.
De repente, uma explosão sem motivo, um vulcão que devasta a paz e os sentimentos.
Ainda assim, te desejo.
Ordinária, rebelde, enfeitiças meus dias e acendes em mim desejos que só pertencem a ti.
Tua força pode sustentar o mundo que desenhaste, mesmo em meio às dificuldades; assim, teus braços podem controlar o peso que repousa sobre teus ombros.
Os porquês, juntos ou separados, têm a mesma pronúncia, mas se escrevem de formas diferentes. Assim também é o ser humano: todos juntos na multidão, mas separados pelo caráter moral.
Por que o ser faz o que faz e, mesmo assim, continua fazendo o que faz? Será que há um propósito nesse impasse, instalado no repetido fazer e refazer, onde não existe ainda uma explicação de explosão favorável no faz o que fazem.
Assim como o Criador ama todos os seus filhos, ninguém se perde da vida; o que acontece é que a pessoa pode se perder de si mesma.
Assim como o Criador ama todos os seus filhos, ninguém se perde da vida; o que realmente acontece é que a pessoa pode se perder de si mesma.
Quem está na chuva observa as lágrimas se misturando com a água que molha o rosto. Assim, não há incerteza no choro nem vergonha, pois ninguém saberá se são lágrimas ou apenas o banho da chuva.
Fato da vida: quando você foi pedra, a marreta te quebrou sem piedade; ainda assim, mesmo em pedaços, você continuou útil, pois a resiliência é a tua marca.
Perguntas sem resposta, planos sem encontro. E ainda assim desejo estar contigo mesmo sabendo que não vai estar comigo, será loucura ou fascinação amar sem direção aquela mulher desconhecida.
A noite vaga, sem sonhos de você, linda amante que aquece minha solidão vazia. Assim chega, sem direção, sem avisar o coração que espera por você.
Foi assim, seu rastro permanece por onde passou. Onde quer que esteja, sua essência viverá nas lembranças — marcas de uma existência maravilhosa que já não faz parte do presente. Não se deixe perder sonhando com um passado que ficou para trás.
Como pode alguém, diante do mar, sentir sede — há tanta água não pode beber. Assim é o ser humano: cercado de possibilidades, mas impedido de saciar o que mais deseja.
Nenhum dia é maior, melhor ou mais singular que o outro — assim como cada ser humano carrega um DNA único, mas compartilha a mesma essência.
Mesmo diante das aparentes confusões, a mente humana ainda não foi capaz de decifrar os segredos que o universo sussurra diante de nossos olhos.
A vida permanece envolta em mistérios profundos, e nenhum de nós detém o poder de dominar os enigmas que habitam o coração do cosmos...
