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Wander von Muller

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A mudança acontece agora, mesmo quando não a vemos. Ela caminha junto do tempo, e quando aprendemos a perceber seu ritmo, ela deixa de ser lenta e se faz veloz. Passamos então a compreender a força da ação correta no instante exato, quando o ser humano se alinha às leis invisíveis que regem tudo o que vive.

Com o tempo, aprendi a ser quem sou. A respeitar o meu silêncio, o meu ritmo, a minha forma de existir. A solitude se tornou um território sagrado, onde ideias repousam e renascem. Vivi o suficiente para entender que não devo invadir o espaço de ninguém — e que, quando estou presente, é porque me tornei parte necessária daquele instante.

Inserida por wander-von-muller

Não sigo padrões formatados por sistemas arcaicos que aprisionam a alma com viseiras e rédeas. Há poderes que moldam mentes adormecidas, e talvez seja assim para evitar um colapso cuja verdade muitos não suportariam. Há seres humanos que caminham em círculos sem saber, culpando o mundo por não encontrarem saídas que existem apenas dentro de si.

Ainda assim, a vida tem seus mistérios suaves.
Cinco dias foram suficientes para que uma presença tocasse algo em mim, como um vento discreto que muda o rumo sem anunciar. Depois veio o silêncio — denso, mas verdadeiro. E, mesmo assim, o simples “bom dia” que um dia recebi ainda brilha na memória como um sol que aquece devagar.

Eu vi beleza onde não havia esforço, e por isso não tentei aprisionar o que tinha asas. Disse minhas palavras sinceras e deixei que o destino seguisse seu próprio movimento. Hoje entendo: a mudança que pedi talvez tenha chegado através daquela breve passagem. Porque ela me fez olhar para mim mesmo — para quem eu era e para quem posso vir a ser.

E é curioso como a liberdade surge dentro desse mesmo mistério.
Somos livres — sempre fomos. Há uma força suave na liberdade, mas uma força que muitos não compreendem.

Ela é terra rara, morada daqueles que ousam sentir a vida. Talvez eu devesse ter vivido mais assim: mais solto, mais inteiro. Mas não esqueço o momento em que essa liberdade tocou meu coração, como um chamado profundo.

Hoje repito, com a serenidade que o tempo concede:


Nós somos livres.


Livres para desejar.
Livres para mudar.
Livres para nos reinventar diante da própria vida que criamos.

Ao segurar sua mão,
o mundo desacelera,
e um encantamento desperta
no brilho profundo dos seus olhos.


O coração dela, inquieto,
abandona as amarras do silêncio
e guia seus passos —
livre, pulsante, sem mapas,
sem pedir permissão.


Eu a vejo se tornar alma:
leve, intuitiva, inteira,
um feixe de ternura
pulsando luz sobre mim.


Há um brilho que dança em seus olhos,
um tremor doce nos lábios,
uma paixão que arde devagar,
como fogo que nunca se apaga.


E eu permaneço diante dela,
maravilhado por essa beleza
que se revela inteira
no instante em que ela sorri para mim.

Há um brilho que dança em seus olhos,
um tremor doce nos lábios,
uma paixão que arde devagar,
como fogo que nunca se apaga.

Ao segurar sua mão,
o mundo desacelera,
e um encantamento desperta
no brilho profundo dos seus olhos.

O coração dela, inquieto,
abandona as amarras do silêncio
e guia seus passos —
livre, pulsante, sem mapas,
sem pedir permissão.
Eu a vejo se tornar alma:
leve, intuitiva, inteira,
um feixe de ternura
pulsando luz sobre mim.

O Olhar Que Esperamos


O olhar que esperamos,
chega, mesmo que tarde,
como um segredo não dito,
como o vento que nos toca
sem pedir licença.


Quantas memórias,
o tempo roubou de nós,
sem que sequer soubéssemos?
O tempo, esse amante implacável,
caminha sem piedade,
nos arrasta,
mesmo quando resistimos.


E nos encontramos, então,
diante de anos perdidos,
diante de sonhos
que se afastam,
como estrelas fugidias
em um céu distante.


Como encontrar coragem para seguir,
quando o desejo é de ficar,
quando a alma implora por descanso
nas margens do que é seguro?
Oh, como se faz isso,
quando tudo parece tão distante,
quando a esperança se dissolve
no horizonte da incerteza?


O futuro não pertence a mais ninguém,
ele é nosso —
mesmo que o mundo tente nos convencer do contrário.
Você, que se sente esquecido,
é mais importante do que imagina.


A cada passo,
deixamos rastros invisíveis,
como marcas no vento,
tocando corações,
permanecendo
em silêncio, mas eternos.


Nos olhos guardamos memórias,
não escritas, mas profundas,
como ecos de um tempo que não se apaga.
E quando a dor tentar nos silenciar,
é nesse instante que devemos levantar,
seguir,
pois o futuro é nosso —
e ninguém, nunca,
poderá roubá-lo.


Lembre-se, sempre:
nada, nem ninguém,
pode silenciar a voz da sua alma.
Você é importante.
Faça-se ouvir.

“Não gosto da frieza nem da grosseria da vida, mas sei que a firmeza é um mal necessário. Ser firme não é ser grosso. É essencial distinguir firmeza de frieza: precisamos de firmeza para liderar, decidir, orientar e controlar situações em qualquer área da vida.”

“Muitas vezes, são as próprias pessoas que criam impasses e dilemas emocionais que travam suas ações. É necessário buscar a cura, reconhecer que o problema é emocional e investigar a origem da insegurança — que, em certos casos, pode estar ligada ao próprio organismo e exigir mudanças de hábitos.”

Senhorita
musica que mais parece um poema de autoria do cantor Zé Geraldo
Senhorita




Minha meiga senhorita,
eu nunca pude lhe dizer.
Você jamais me perguntou
de onde eu venho e pra onde vou.


De onde eu venho
não importa, pois já passou.
O que importa
é saber pra onde vou.


Minha meiga senhorita,
o que eu tenho é quase nada,
mas tenho o Sol como amigo.
Traz o que é seu e vem morar comigo.


Uma palhoça no canto da serra será nosso abrigo.
Traz o que é seu e vem correndo, vem morar comigo.


Aqui é pequeno, mas dá pra nós dois,
e, se for preciso, a gente aumenta depois.
Tem um violão que é pra noites de lua,
tem uma varanda que é minha e que é sua.


Vem morar comigo, meiga senhorita.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Vem morar comigo.


Aqui é pequeno, mas dá pra nós dois,
e, se for preciso, a gente aumenta depois.
Tem um violão que é pra noites de lua,
tem uma varanda que é minha e que é sua.


Vem morar comigo, meiga senhorita.
Vem morar comigo, meiga senhorita.
Comigo, doce, meiga senhorita,
vem morar comigo.


Senhorita: Zé Geraldo

“As pessoas que buscam amor ou paixão estão, na verdade, em busca do semelhante. Procuram no outro um espelho de si mesmas, alguém que confirme suas crenças, desejos, valores e até as próprias feridas. Há, nesse processo, uma necessidade constante de confirmação. Na maioria das vezes, a atração nasce da semelhança: reconhecem afinidades, identificam-se e encontram pontos em comum.
Com o tempo, porém, esse encontro pode dar lugar ao desejo de mudança — passa-se a esperar que o outro se transforme em um reflexo de si, tornando-se um projeto de autoafirmação.
Existem vários tipos de amor, mas o mais importante é aquele que cuida, protege, gosta e faz bem. É este tipo de amor que promove o crescimento, edifica as relações e torna o ser humano melhor na convivência com o outro.”

Não desperdice a vida com o que não acrescenta.
Veja e ouça aquilo que o(a) fortalece e o(a) faz crescer — no corpo, na mente e no espírito.
Valorize o tempo com o que é bom. Simples assim.

Não entregue seu tempo ao que não floresce.
Alimente os olhos e os ouvidos com aquilo que faz crescer —
corpo, mente e espírito.
A vida agradece quando escolhemos o que é bom.

A força é apenas força. Não importa sua origem — se nasce do poder, do mando, do corpo ou da mente.
Quando usada sem consciência, a força apenas impõe, cega, dura e vazia.
Mas a verdadeira força não oprime: ela silencia, espera e abre caminhos.
Ser forte é também saber ceder, compreender o tempo das coisas e exercer a paciência como virtude.
O poder, as conquistas e tudo aquilo que se busca, vêm depois —como consequência, nunca como propósito.

Então, prepare-se para aquilo que você realmente deseja. Abra os braços, porque as suas conquistas serão inteiramente suas. Os seus sonhos se materializarão. Não permita que ninguém roube os seus sonhos — muito menos você mesmo. Afinal, foi você quem pediu, quem imaginou e quem provocou essa grande mudança na sua vida.

Inserida por wander-von-muller

Então, prepare-se para aquilo que o seu coração deseja.
Abra os braços e acolha o que vem,
pois as conquistas que se aproximam pertencem somente a você.


Seus sonhos, antes silenciosos, começam a ganhar forma,
tornam-se reais, palpáveis, vivos.
Não permita que ninguém os roube —
nem mesmo você, em momentos de dúvida ou medo.


Afinal, foi você quem sonhou,
quem pediu ao universo,
quem acreditou na mudança
e deu o primeiro passo para transformar a própria vida.

Prepare-se para o que você realmente quer. As conquistas serão suas. Não deixe que ninguém roube seus sonhos, nem você mesmo. Essa mudança começou quando você decidiu acreditar.

As mudanças estão acontecendo agora, neste exato momento da sua vida, mesmo que você ainda não perceba.

Quando compreendemos que somos parte do grande movimento do universo, percebemos que as mudanças não são mais lentas. Elas passam a acontecer com mais rapidez, porque começamos a valorizar cada momento e cada acontecimento em nossas vidas.