Tiago Scheimann

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Já chorei pelo que perdi, hoje agradeço por não ter ficado.

O silêncio foi o único amigo que não mentiu.

Quem sobrevive à dor, aprende a amar devagar.

Eu aprendi a ser abrigo no meio das tempestades.

A fé é o suspiro entre o caos e o milagre.

Já caí tantas vezes que aprendi a voar.

O tempo não cura, ele revela.

Deus escreve certo nas linhas que o orgulho tentou rasgar.

Minhas batalhas internas são as mais árduas da vida, invisíveis aos olhos alheios, mas profundamente sentidas por mim. Só eu as conheço, só eu as enfrento, só eu posso vencê-las.

O amor é a mais doce forma de negligência, onde a lucidez se despede, as dúvidas se calam e a alma, cega e entregue, se lança no abismo acreditando no que se resume em incertezas. Amar é desconhecer o significado das dúvidas, é o sentimento mais transcendental que existe e só o compreende quem, um dia, amou verdadeiramente.

Amo tanto que dói. Mesmo assim, não sei amar menos.

Depois da cachoeira, tudo mudou em mim, ainda que eu nunca tenha decidido mudar.

Sou o resultado das orações que ninguém ouviu.

Às vezes, a cura vem disfarçada de fim.

Já fui dúvida, hoje sou entrega.

A alma ferida ora em silêncio.

Quando a dor não passa, ela ensina.

A vida é mais leve quando a gente deixa o passado descansar.

Quem conheceu o abismo valoriza qualquer chão.

Deus não se atrasa, Ele espera o coração estar pronto.

Já fui promessa, hoje sou cumprimento.

A força mora onde a dor tentou destruir.

O perdão é o grito mais silencioso que existe.

Já caminhei por sombras que o medo não alcança.

O amor não salva, mas transforma.