Susatel

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⁠A alienação é também por conta da falta de reflexão daquilo que é lido, e por outro lado é a alimentação das convicções

In, declínio da raça

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As pessoas são extremamente viciadas em querer saber o que os outros são, mas nunca no que elas próprias são

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⁠Falta-nos a consciência para fazer o exame

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⁠Jefferson -|: Você tem orgulho da tua família, Johnny?

Johnny -|: Esse questionamento chega a ser hilário, como ter orgulho por criar uma hiena e pensar que a demesticou até não mais apresentar instintos selvagens, você se convece dessa falsa verdade, mas no dia em que faltar alimento ela vai esquecer que você a criou e vai te devorar, eu não tive família, simples andei rodeado desses animais...

In, Multiuniversos do pensar

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⁠Não interessa o que você tem a dizer para defender a religião, se trouxe algo bom, não foi para as massas, mas sim para a minoria, a burguesia que a inventou e a jogou para as massas para que lhes servisse de ópio. A religião não trouxe nada de bom para os povos indígenas e ou para os povos africanos. Quando ela penetrou nas entrenhas de seu modo de vivência, identidades foram perdidas, mortes se multiplicaram, um masacre desvatador sempre em acção.
Saiba que a religião defendia a opressão da raça negra para a sua melhor submissão em trabalhos de exploração como plantação de cana de açúcar e algodão no Brasil e ou outra parte do mundo...esquecer isso é mesmo que compactuar com tal acto miserável.

In, Susatel - Machado pesado

⁠Se for para escolher antes entre uma Mulher e a Matemática, escolha sem pestanejar a Matemática, a rainha das Ciências, depois escolha a Mulher pois aí já saberás quantificar a demanda dos seus desejos e minimamente atendê-los;

In, Machado pesado

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⁠Uma das maiores farsas contadas em livros de história é a de que a filosofia teve seu início na Grécia, se esquecem que os gregros beberam dessa ciência dos verdadeiros pais dela, os Egípcios do Antigo Egito, quando imigraram em busca de conhecimento.

In, Machado Pesado

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⁠Quem deve combater o rascismo não é só quem é vítima dele, os governos deviam participar ativamente desse exercício, mas o que vemos são os próprios governos dirigidos por gente que só o deixa proliferar, por outra, toda pessoa viva e integrante de uma sociedade deve ser praticante desse exercício, o exercício da luta consciente e permanente contra o racismo.

In, Machado pesado

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Com versos de metafísica e química,
Escrevo um poema onde o desejo fica.
No universo que nos une em afeto,
Onde a mulher é o encanto mais completo.

Em beijos doces, quentes e sinceros,
Nos entregamos ao amor sem medos.
Levados pela química da paixão,
Conectados na união do coração.

Desvendando mistérios do pensamento,
A metafísica guia nosso momento.
Exploramos juntos nossa essência,
E descobrimos uma nova existência.

Assim, a mulher se torna minha musa inspiradora
Nesse poema inédito de amor sublime e fora de hora.

In, Universo de pessoa

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⁠No universo da metafísica,
O enigma do desejo aflora,
Quando a química do amor se alça,
Em versos que a alma adora.

Mulher, ser de encanto e mistério,
Desperta o fogo da paixão,
Na dança de corpos etéreos,
Entrelaçados em união.

No beijo, os lábios se encontram,
Ardentes como chama acesa,
E o tempo, então, se desmonta,
Numa explosão de pura beleza.

Na essência desse encontro divino,
A química se faz presente,
Na fusão de corpos em desatino,
Numa fusão de almas ardentes.

E assim, o universo se curva,
Ao encontro dos desejos mais profundos,
Na sinfonia do amor que se turva,
Mas que se eterniza em segundos.

Metafísica, química e paixão,
Teço versos de um amor sem fim,
Pois no beijo, encontro a conexão,
Entre o divino e o terreno, enfim.

Mulher, musa dos versos que escrevo,
Com tua força e sensibilidade,
Tu és o ímpeto que me eleva ao céu,
E me guias na busca da felicidade.

Que esse poema, em sua essência,
Reflita o amor que em mim floresce,
Entre a química e a metafísica, uma transcendência,
No beijo, a entrega que aquece.

Que essas palavras, em sintonia,
Despertem em todos o desejo,
De vivenciar a magia da harmonia,
Entre universo, mulher e beijo.

In, gatilho poético I

Inserida por Susatel

⁠No universo vasto, além do visível,
A metafísica desvela mistérios,
Em sintonia com o amor indizível,
Na fusão de químicas, versos sérios.

O desejo, chama ardente e intensa,
Que permeia a alma da mulher divina,
Desperta paixões, semeia crença,
No âmago da existência, fonte genuína.

Na dança das estrelas, o cosmo em euforia,
O beijo se revela, êxtase profundo,
União de corpos em plena harmonia,
O encontro de almas, destino fecundo.

Nesse poema clássico, agora escrito,
Versos imortais que ao tempo desafiam,
A poesia se une ao eterno infinito,
E a essência do amor jamais se esvazia.

In, gatilho poético I

Inserida por Susatel

⁠Na vastidão da alma, a metafísica se insinua,
Entrelaçando-se à matemática divina,
No cosmos infinito, a sabedoria flutua,
Entre dor e esperança, a filosofia caminha.

Na astronomia dos sentimentos, estrelas brilham,
Desvendando segredos ocultos do universo,
A alma, cativa do mistério que a acolhe e atordoa,
Busca respostas na reflexão do verso.

A dor, qual equação complexa e profunda,
É desvendada pela razão e pelo coração,
A filosofia conduz a busca que inunda,
Ensinando-nos a transcender a ilusão.

Nessa dança cósmica, a sabedoria guia,
A alma em busca de sua própria essência,
E na intersecção da matemática e filosofia,
Descobrimos a verdadeira transcendência.

In, Gatilho Poético I

Inserida por Susatel

⁠A luz do sol desponta sobre os campos de algodão,
Onde um passado sombrio deixou sua marca, uma nação.
Na cenzala, os negros sofriam na dor da escravidão,
Mas suas almas, fortes e resilientes, buscavam redenção.

Na vastidão do cosmos, a ancestralidade se revela,
As estrelas testemunhas da luta pela liberdade tão bela.
Negros valentes, com suas raízes profundas,
Carregam consigo a herança que os conduz.

Era um tempo em que o sonho de liberdade ecoava,
E os tambores ressoavam, a resistência se mostrava.
De mãos calejadas e corações incansáveis,
Negros almejavam o fim da opressão inaceitável.

A alma negra, erguida em busca da igualdade,
Encontrava na solidariedade a sua maior verdade.
De um negro que quebrou as correntes da opressão,
A voz da memória e da luta,
Cronista da esperança que jamais se abjura.

Que essas palavras sejam lembrança viva,
Da história que não pode ser esquecida.
Que a força dos negros, ancestral e presente,
Inspire a busca por um mundo mais justo e consciente.

In, Machado Pesado levanta

Inserida por Susatel

⁠Estamos em um mundo que reina o parasitismo, que as pessoas aparecem nas telas e dizem "eu não sou rascista" e toda gente crê nisso até estar de frente com as acções desumanas das mesmas, infelizmente a fala não justifica a acção.

In, Machado pesado

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⁠Se o africano não escreve a sua história ancestral, o europeu e o americano a irão escrever à favor de si e dos seus, resultado, são as inúmeras asneiras escritas nos atuais livros de história.
Ao que parece, ainda não se quer despertar da sonolência;

In, Brilha Machado pesado

Inserida por Susatel

⁠Sou da opinião de que os grandes escritores deviam lapidar os novos, assim, nunca ficaremos sem bons escritores. Quando um novato lhe procura para análise de seu trabalho literário, em caso de ter que fazer uma crítica, que a crítica seja emprol do progresso deste novo mestre que algum dia comoverá o mundo com a sua arte, e não para cortar as suas asas para que nunca voe...

In, Brilha Machado pesado

Inserida por Susatel

⁠No vasto espaço-tempo, onde o universo flui,
Há um poeta chamado Marti, que a poesia constrói.
Entre quarks e bosons, ele tece versos no ar,
Revelando os segredos que ninguém pode alcançar.

Ele é o ceifador de palavras, colhendo o que há de belo,
E em cada estrofe, o doador de sonhos singelos.
Com seu dom único, ele desvenda mistérios,
No vácuo do verso, ele cria cenários sérios.

Em um barraco negro de emoções e sentimentos,
Noêmia de Sousa surge, poetisa de tantos talentos.
Seu canto atravessa o espaço sideral,
Como uma aurora boreal, brilhante e celestial.

E Chiziane, com sua voz corajosa e intensa,
Traça versos de luta, revelando a essência.
No encontro dessas vozes, a poesia se completa,
Uma sinfonia de palavras que ninguém se arrebata.

Então, nesse universo vasto e infinito,
O poeta Marti, entre estrelas, descreve o infinito.
Com sua pena mágica, ele cria arte divinal,
Revelando a poesia que habita o celestial.

In, Susatel - pedaço de mundo
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Inserida por Susatel

⁠⁠Na vastidão do espaço-tempo, onde a luz se mistura,
A matéria escura dança, misteriosa e obscura.
Elétrons e partículas, num jogo quântico sem fim,
Revelam segredos cósmicos, que fascinam até o confim.

No emaranhado dos átomos, o bosson de Higgs se revela,
Uma partícula de massa, essencial e singela.
E nas notas de Beethoven, a música se expande,
Encontrando a harmonia que o universo demande.

No horizonte de um buraco negro, uma força intensa,
Ondas gravitacionais tecem histórias de imensa vivência.
E na sequência de Fibonacci, uma ordem perfeita se revela,
A matemática divina que a natureza revela.

E entre versos e estrofes, nas palavras que se entrelaçam,
A voz de Chiziane ecoa, trazendo a sabedoria que abraça.
Na poesia, no amor, na luta pela igualdade,
A voz feminina se ergue, desafiando a realidade.

Entrelaçando ciência e arte, o conhecimento se expande,
Revelando mistérios, desafiando a mente.
E assim, nos versos desse poema, a magia se entrelaça,
Unindo as palavras, em uma dança que não se embaraça.

In, O tempo senhor dos eventos

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Na masmorra da razão, na escuridão profunda,
A dualidade se revela, a mente se afunda.
Entre o empirismo dominante e a crítica pura,
Desponta a lucidez ácida, uma voz que perdura.

Explorando a energia cósmica, além do visível,
O poeta mergulha nas camadas mais sensíveis.
Questiona o domínio do empirismo estreito,
Buscando a verdade além do mero preconceito.

Na dualidade do pensamento, a luz e a sombra se entrelaçam,
A lucidez ácida em cada verso se desfaçam.
Enxerga além das amarras do racionalismo comum,
Desvendando mistérios que a razão não assume.

Na masmorra da mente, a crítica se debate,
Entre o empirismo dominante e a razão que abate.
A energia cósmica pulsa, invisível aos olhos,
E o poeta desbrava caminhos, voa em seus voos.

A lucidez ácida o guia nessa jornada,
Explorando horizontes além da empiria adotada.
No cerne das trevas, encontra a faísca de luz,
E revela verdades que desafiam a cruz.

Que o poeta, com sua voz ácida e ardente,
Rompa as amarras da razão, ouse ir além da mente.
Que a dualidade se dissipe na energia cósmica,
E que sua poesia transcenda qualquer lógica.

In, A sombra sobre o véu

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⁠Era uma tarde ensolarada, o céu azul se estendia infinitamente sobre a cidade. Os ruídos do cotidiano preenchiam o ar, misturando-se ao burburinho das conversas e aos passos apressados dos transeuntes. Era nesse cenário que se desenrolavam as histórias, as pequenas crônicas do dia a dia.

Nas ruas movimentadas, as pessoas seguiam seus trajetos, cada uma com seus pensamentos e preocupações. Havia aqueles que pareciam perdidos em seus próprios mundos, absortos em seus problemas e questões pessoais. Outros compartilhavam risos e sorrisos, espalhando alegria por onde passavam.

No meio dessa agitação, um olhar atento poderia perceber os detalhes, as nuances que compunham essa crônica urbana. Nas esquinas, artistas de rua encantavam com sua música e suas performances. Nas cafeterias, os aromas do café fresco se misturavam ao som das conversas animadas.

Em meio ao caos da cidade, havia também momentos de calma e contemplação. Nos parques, as árvores se erguiam majestosas, testemunhando o vai e vem das estações. Pessoas se sentavam nos bancos, entregando-se ao prazer de ler um livro ou simplesmente observar a vida passar.

No coração da crônica urbana, estavam as relações humanas. Amores que nasciam e se desvaneciam, amizades que se fortaleciam, encontros e desencontros que marcavam os destinos das pessoas. Cada interação, por menor que fosse, tecia a teia da vida na cidade.

E assim, no ritmo frenético da metrópole, a crônica se desdobrava. A cada esquina, uma história se desenrolava, personagens cruzavam caminhos, sentimentos se entrelaçavam. E mesmo diante da correria do dia a dia, havia momentos de pausa, de reflexão, em que a vida se revelava em sua plenitude.

Essa crônica urbana, como a própria vida, era uma mistura de caos e ordem, de encontros e despedidas, de sonhos e desafios. Era uma dança complexa, em que cada passo dado deixava uma marca, uma lembrança na memória coletiva da cidade.

E assim, nesse emaranhado de histórias e emoções, a crônica seguia seu curso. O tempo passava, levando consigo os momentos vividos, mas deixando a essência de cada pessoa, cada experiência, impregnada nas ruas, nas esquinas, nos corações.

In, O divino entre os tendões da vida

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⁠Em tempos antigos, em eras passadas,
Onde a bravura e honra eram celebradas,
Na vastidão da terra, de castelos cercada,
Ecos de histórias de coragem ecoavam na estrada.

No torneio, cavaleiros erguiam suas lanças,
Em duelos valentes, provavam suas façanhas,
Os bardos entoavam canções de amor e dor,
Em festas e banquetes, nobres se reuniam com fervor.

A ética cavalheiresca guiava suas ações,
Valores nobres e virtudes, em seus corações,
Defendiam a justiça, a verdade e o bem,
Em um mundo em que o destino era o desdém.

Sob o manto da noite, a escuridão da alma pairava,
Mas a luz da esperança sempre se propagava,
No seio da natureza, mistérios desvendados,
O elo entre o homem e o divino, revelado.

No universo medieval, intemporal e mágico,
O desejo de aventura era o combustível épico,
Em meio a batalhas, castelos e lendas a se contar,
O espírito medieval jamais deixará de encantar.

In, Uma visita às memórias

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⁠A mente humana é um intrigante labirinto

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A soma de sonhos bem definidos podem levar à realidade da realização

Inserida por Susatel

⁠A sua própria sombra é que te pode servir de um bom instrutor quando o assunto é sobre "confiar".

Inserida por Susatel

⁠O silêncio é intrigante quanto a dúvida.

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