SIMONE CRUVINEL

Encontrados 5 pensamentos de SIMONE CRUVINEL

Essência do Amor
Por Simone Cruvinel


Amor é uma essência que desperta e transforma. Não se explica, não se prende a palavras, mas se sente em cada gesto, em cada olhar, em cada instante de entrega. Ele pode trazer dor, às vezes inesperada, mas também cura, aquece e ilumina. O amor é como o sol que aquece a alma e como o luar que guia na escuridão, abençoando a vida com sua luz suave e intensa. Amar é permitir-se viver essa experiência completa: profunda, intensa e transformadora, mesmo sem respostas, mesmo sem certezas. É na entrega e na emoção que ele revela seu verdadeiro significado.

Amar é sentir, transformar-se e iluminar a vida.
Mesmo sem respostas, o coração reconhece sua luz.
SimoneCruvinel

Gratidão pela Vida
Por Simone Cruvinel
15/10/2025.


Acordar é um presente que o coração às vezes esquece de desembrulhar com calma.
É nas pequenas bênçãos — o sol que aquece, o café que perfuma, o abraço que acolhe — que Deus nos sussurra o milagre da vida.


Gratidão não é apenas dizer “obrigado”,
é sentir o pulsar da existência e reconhecer que tudo tem um propósito,
até o silêncio dos dias difíceis.


Hoje, escolho agradecer:
pelos caminhos que me ensinaram,
pelas pessoas que cruzaram meu destino,
e por cada recomeço que me fez mais forte.


Porque viver, no fundo, é isso — um constante ato de fé e amor
por estar aqui, agora, vivendo o dom de existir.

Sejamos suaves ao entrar no coração do outro.
A gente nunca sabe as dores que já fazem morada por lá...
Que nossas palavras sejam abrigo,
nossos gestos, acolhimento,
e nossa presença, leve como quem respeita o silêncio.


Que esta semana traga encontros gentis,
afetos sinceros e a delicadeza de quem sabe amar com cuidado.


Simone Cruvinel

Minha vida escorreu de mim
Por Simone Cruvinel




Minha vida escorreu de mim,
e até nisso fui delicada.
Não houve grito, nem rompante,
apenas o silêncio de quem aceita o tempo.




Fui pétala que o vento levou,
sem culpa, sem pressa,
mas com ternura —
como quem se despe do próprio outono.




Ainda assim,
há em mim um fio de doçura,
a leveza de quem perdeu,
mas continua inteira.