Pr. Erivan Jesus
A morte não foi negada; foi vencida no espaço e no tempo. O cristianismo não venera uma sepultura, mas proclama uma ausência: "Ele não está aqui".
A cruz pagou o preço. O túmulo confirmou a morte. A ressurreição proclamou a vitória. O terceiro dia mudou absolutamente tudo.
A obra da cruz é perfeita e autossuficiente. Ela não precisa de complementos humanos; ela precisa ser proclamada, vivida e adorada.
A Cruz possui um eixo vertical (reconciliação com Deus) e um horizontal (reconciliação com os homens). É teologicamente impossível amar a Cruz e nutrir ódio pelo irmão por quem Cristo morreu.
A flagelação de Cristo revela simultaneamente quem Deus é (Santo e Amoroso) e quem nós somos (caídos e carentes de redenção).
A cruz revela a gravidade do pecado: se o preço foi a morte do Filho de Deus, o problema não era superficial.
A cruz tem o poder de transformar discípulos secretos (como José e Nicodemos) em testemunhas públicas e corajosas.
A pedra já estava removida
não para que Jesus pudesse sair, mas para que as testemunhas pudessem entrar.
A cruz é um escândalo para o orgulho humano, mas é a única esperança para a alma quebrantada.
@prerivanjesus
Enquanto a
libertação do Egito era celebrada nos lares, a libertação
do pecado estava sendo executada nas ruas.
Para o Império Romano o Gólgota,
terminava a vida de quem desafiava César; para Deus, ali
começava a vida de todos os que creem.
