MARCELO CASTILHO ASSIS
Imagine você, seu filho e o semelhante: fazer brotar o "amar ao próximo como a si mesmo" sem a Bíblia — isso é, de fato, muito sábio. Do contrário, seguindo as Escrituras, você apenas lê, mantém o conteúdo árido na mente e o racionaliza; pois o que você busca é o fazer brotar: reinteligir, captar a coisa por dentro, na prática, no nexo da vida, para impregnar na alma.
A realidade é uma peça única; não dá para selecionar só o que convém sem comprometer o valor do conjunto.
A retórica não altera a natureza dos fatos; quem usa o discurso para fugir da própria substância só prova que a inteligência, sem honestidade, é apenas um truque de cena.
A carga da filosofia ou da Bíblia é apreendida pelos sentidos, sendo, então, codificada e internalizada pelo intelecto para ser decodificada pelo intuir a verdade.
A filosofia busca, e a poesia vem até você. A poesia deixa de ser poesia quando se apropria de imagens aleatórias, meramente armazenadas em sua memória, e as insere em seus versos; nesse caso, ela já comprometeu sua essência poética.
O ser humano é emoção por inteiro: movimentos dos olhos, das nossas falas, dos gestos corporais, etc. etcs. E certas coisas exigem que sejamos racionais em nosso dia a dia.
O ser humano é emoção por inteiro: nos movimentos dos olhos, em nossas falas, nos gestos corporais, etc. No entanto, há algo, ou alguma coisa, que nos exige ser racionais em nosso dia a dia.
Os seres humanos são inteiramente emocionais: nos movimentos dos olhos, na fala, nos gestos corporais, etc. Em certos momentos do dia a dia, surge algo que exige ser racional.
O ser humano é emoção por inteiro: nos movimentos dos olhos, nas nossas falas, nos gestos corporais, etc. É aquele algo ou coisa do dia a dia que exige ser racional.
O ser humano é emoção por inteiro: nos movimentos dos olhos, nas nossas falas, nos gestos corporais, etc.Exige ser racional aquele algo ou coisa que surge do dia a dia.
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O ser humano é emoção por inteiro: nos movimentos dos olhos, nas nossas falas, nos gestos corporais, etc. Exige-se ser racional em algo ou coisa que surge do dia a dia.
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A natureza segue seu curso, o tempo passa, e o sujeito continua ali, parado na própria estupidez, achando que está abafando.
Quem diz ter fé, mas negligencia a própria alma, permite que ela vague na ilusão, tornando-se cúmplice da sua própria queda.
Quem diz ter fé, mas se esquece de zelar por sua alma, ela acaba vagando à deriva, negando a sua própria essência.
Quem diz ter fé, mas se esquece de zelar por sua alma, permite que ela vague na ilusão — tornando-se cúmplice da sua própria queda.
Aqueles que afirmam ter fé, mas se esquecem de que possuem uma alma, permitem que ela vagueie na ilusão, tornando-se cúmplices de sua própria ruína.
Quem diz ter fé, mas se esquece de que tem uma alma, permite que ela vague na ilusão e se torna cúmplice da sua própria queda.
Marcelo Castilho Assis
O lado direito e o lado esquerdo fragmentam a ação, mas como ambidestro unifico a força de ambos os membros no talento oculto; não escondo a minha potência, mas uso os dois lados do corpo para multiplicar a obra e extrair do barro o fruto que justifica a minha capacidade.
O lado direito e o lado esquerdo dividem o mundo em partilhas, mas como ambidestro, uno ambos os meus braços no mesmo ofício do carpinteiro: moldo a matéria com a sabedoria da paciência e extraio do barro a unidade da Verdade que edifica a vida.
