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5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Luh Astiazara

Encontrados 16 pensamentos de Luh Astiazara

Nem todos entenderão sua disciplina, suas renúncias e privações. Alguns vão se afastar, outros criticar. Mas no fim, é esse processo que lapida sua vitória.

Um dos meus maiores desafios é desacelerar minha rotina caótica, porque ser produtiva, trabalhar fora , cuidar do corpo e da mente requer tempo e é muito cansativo. Eu vivo um loopping infiniro entre dormir bem e não conseguir ir na academia, dormir pouco mas conseguir treinar, dormir bem e treinar e não conseguir me alimentar bem.

Sou temporária, passageira, não permaneço e não me demoro onde não sou bem-vinda, onde minha alma não se sente em paz e onde meu coração não é verdadeiro. Sou como arco-íris — passo depois da tempestade, deixo cor por onde fui, e sigo leve, sem precisar permanecer. Onde a essência se perde, o riso silencia e o sentir já não floresce, eu sigo meu caminho, leve e livre, espalhando luz e cores pelo mundo.

Vivo na intensidade do meu próprio caos, entre o sopro e o furacão das emoções. Sou feita de explosões e silêncios, de surpresas que me desarmam — gosto tanto de surpreender que, às vezes, me espanto comigo mesma. Carrego a leveza da espontaneidade e o sabor afiado do humor ácido que me protege e revela.

Que seja normal não pertencer,
não querer se encaixar,
não se reconhecer nos outros —
e, ainda assim, existir inteira, livre e em paz.

Sou mistério e desejo em forma de caos.
Feita de excessos, de fogo e de fuga.
Amo no limite, como quem queima e se consome,
e parto no auge, antes que a calma me alcance.
Deixo rastros — perfume, lembrança, vertigem.
Sou o encanto que inquieta, a ausência que arde.
Não nasci pra o morno, nem pra o quase.
Sou intensidade disfarçada de calma…
Faz uma loucura por mim.
Decifra-me, me lê nas entrelinhas,
descobre o que me acende,
decora meus silêncios e meus gestos,
e depois — me surpreende.
Não quero promessas, quero arrepio.
Não quero certezas, quero desejo.
Sou o mistério que te desafia,
a calmaria antes do incêndio.
Se tiver coragem… me desvenda.

Sou mistério e desejo em forma de caos.
Feita de excessos, de fogo e de fuga.
Amo no limite, como quem queima e se consome,
e parto no auge, antes que a calma me alcance.
Deixo rastros — perfume, lembrança, vertigem.
Sou o encanto que inquieta, a ausência que arde.
Não nasci pra o morno, nem pra o quase.
Sou intensidade disfarçada de calma…
e se quiser me alcançar,
faz uma loucura por mim.

Sou mistério e desejo.
Uma mistura perigosa, feita pra te tirar do eixo.
Eu amo com fogo, com pressa, com loucura —
e quando o auge chega, eu me despeço.
Deixo perfume, lembrança e saudade.
Sou a vertigem que te faz querer mais,
o veneno doce que vicia.
Não sei ser morna, não nasci pra metades.
Se quiser me ter… arrisca. Faz uma loucura por mim.

Sou mistério e adrenalina.
Uma mistura imperfeita, feita pra te enlouquecer.
Eu amo no extremo — intensamente, loucamente — e parto no auge,
antes que o encanto se torne costume.
Sou a lembrança boa que arde, o caos que deixa saudade.
Vivo nos ápices, não aceito metades, nem o morno disfarçado de paz.
Se quiser me ter... faz uma loucura por mim.

Com o passar dos anos e com a chegada dos meus 37 anos, a maturidade trouxe consigo uma compreensão mais profunda sobre minhas próprias necessidades e limites. Passei a identificar, de forma cada vez mais clara, a importância de preservar minha paz espiritual e, por esse motivo, tenho me abstido de prazeres momentâneos e superficiais. Estou em busca de conexões verdadeiras e profundas, que contribuam para a minha evolução pessoal.
Diante disso, optei por permanecer solteira até encontrar alguém cuja visão de mundo se alinhe à minha e que ressoe com a perspectiva de vida que venho construindo. Não estou em busca ativa, pois alcancei a plenitude em estar só e em apreciar minha própria companhia. Tenho escolhido não me envolver carnalmente com outras pessoas, pois acredito fielmente em valores que considero cada vez mais raros, como fidelidade, reciprocidade e integridade.
Somente me permitirei envolver novamente com alguém que desperte meu interesse de forma genuína e que respeite integralmente minha maneira de ser, agir e pensar. Almejo uma relação com alguém disposto a assumir-me e a assumir, de maneira consciente, todas as responsabilidades afetivas que esse compromisso exige. Portanto, só me envolverei novamente com alguém que deseje, comigo, construir uma família.

Experimente não pertencer.
Não se moldar, não se encaixar, não viver para agradar.
Há uma paz profunda nisso, uma leveza que só sente quem se escolhe.
“Por que tu tem cara de brava?”
“Por que não sorri nas fotos?”
Porque sim.
Porque é meu querer — e ele é tão forte que já me levou a conquistar mundos que um dia pareciam impossíveis.
Liberta-te.
Sê quem tu é, de verdade — sem rótulos, sem roteiro, sem a obrigação de caber no desenho de ninguém.
Mas sê também responsável pelo caminho que escolhe.
E segue leve, inteira, tua.

Que 2026 me encontre pronta para o que a minha disciplina está construindo.
Minha melhor versão em obra.
E se engana quem pensa que meu foco é beleza/estética — eu treino a minha paz mental, força física, maturidade emocional e preparo o meu terreno pra colher frutos.
O futuro não acontece comigo, ele responde à minha rotina. 💪✨
Eu espero pelo melhor, eu mereço o melhor e não aceito nada que não se alinhe ao meu propósito de vida.
E se 2026 quiser me surpreender… eu tô pronta. 🚀

Sou intensidade em movimento e obra em progresso.
Não caibo no raso, nem no que tenta me limitar.
Eu treino o corpo, mas o que me move é a mente:
minha paz mental, minha força física, minha maturidade emocional.
Disciplina não é peso pra mim — é a ponte entre quem eu sou e quem estou construindo.
O futuro não acontece comigo, ele responde à minha rotina.
Eu mereço o melhor, espero pelo melhor e só aceito o que se alinha à minha verdade.
Minha melhor versão não é um destino… é uma escolha diária.
Sou firme no que busco, seletiva no que deixo ficar e corajosa o suficiente pra recomeçar sempre que preciso.
O mundo pode até tentar me definir, mas quem me escreve sou eu.
Em constante evolução.
Sem pressa, mas sem pausa.

Happy New Year ✨


Que em 2026 nada que seja morno, raso e vazio se aproxime ou me encontre.
Que eu nunca seja incerteza na vida de ninguém.
Que eu nunca receba menos do que eu retribuo.
E que, a cada ano, tenhamos menos fogos de artifício — e mais consciência e verdade.
Menos fogos de palha — e mais constância.
Menos brilho momentâneo — e mais calor que permanece.
Que nada apague o que eu sou,
que nada diminua o que eu carrego,
e que nada apague o meu brilho. ✨
Que eu siga iluminando sem ofuscar,
crescendo sem me perder,
e recebendo do mundo a mesma verdade que eu.
…e ainda que eu me canse,
que eu nunca me torne fria.
Que o cansaço nunca roube minha doçura,
nem a vida endureça a minha fé.
Que eu saiba descansar sem desistir,
recuar sem desaparecer,
silenciar sem me apagar.
Que 2026 me encontre inteira,
com raízes mais profundas,
coração mais sábio
e passos mais firmes do que ansiosos.
Que eu reconheça quem fica,
e não implore por quem não sabe permanecer.
Que eu ame com coragem,
mas escolha com lucidez.
Que eu seja abrigo pra quem merece,
e horizonte pra quem sabe caminhar ao meu lado.
Que o amor seja trocado,
a lealdade percebida,
a presença sentida,
e não apenas prometida.
E se for pra arder,
que seja pelo que é raro.
E se for pra brilhar,
que seja pelo que é verdadeiro.
Que 2026 não me traga tudo —
mas me traga o certo.
Porque eu não quero muito,
eu quero verdade que não oscila,
calor que não esfria,
amor que não se perde no tempo.
E que assim seja. ✨

Inserida por Luhastiazara

Crescer me custou gente. Permanecer me custou ego. Valeu cada troca.
Minha melhor escolha, minha melhor versão, 2026.

Eu sei que, para fazer o que todos fazem, eu teria que me diminuir. Teria que me moldar, me encaixar no comum — e eu nunca coube ali. Sempre soube que o morno não me arrancaria suspiros. Eu sou excesso: sou água fervente, sou vulcão em erupção, sou também água gelada que desperta. Sou intensidade demais para quem aceita pouco.
Por isso, não faço muita questão de caber. Meu ego cresce na mesma medida em que minha verdade se sustenta. Gosto de ser única, de ser inteira, de ser exclusiva no que sou. Gosto de ser tão eu que não precise pedir espaço — porque o espaço se abre.