Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Lorenzo Valim

Encontrados 4 pensamentos de Lorenzo Valim

Eu simplesmente não consigo dormir. Não sei o que me aprisiona ou está ferindo a alma do meu ser, nas últimas semanas simplesmente não consigo colocar a cabeça no travesseiro e dormir, não tenho nenhuma dívida, nenhum processo, nenhum problema gigantesco. Mas tenho talvez o que está me atormentando, o medo do futuro de ser algo realmente humano.
O futuro me intriga, me da medo, aprisiona minha alma de viver, me entrega aos vícios e reclusão da sociedade assim que posso, não tenho nenhuma vontade que move de continuar viver nessa sociedade, rotina, que a realidade que vivo, e não é por nenhum motivo que me aparenta me atormentar realmente, mas no fundo da alma da essência do que sou, tenho sentindo que tudo que eu faço, e tento fazer sou um completo fracasso, não sou mais o aluno inteligente, no curso sou apenas farsa que fingem entender algo que realmente não entende, e no trabalho sou sisfo carregando uma carga que é meu serviço, e finjo que sou feliz usando um máscaras sociais para cada ambiente que vivo, eu nunca sou eu mesmo, eu acho que nem eu mesmo sei o que é ser, eu acho que ninguém no mundo vai entender o que sou eu, o que tento ser eu, minhas angústia, reflexões ficaram para mim. Mesmo sabendo que eu não sei o que eu sou, as vezes apenas sinto que sou um casca que usa máscaras sociais que a fingir algo que eu sou e a sociedade pensa que eu vou ser, mesmo sabendo que no interior da minha mente como ser, eu nunca vou realizar o que eu quero ser, e as escolhas que eu quero seguir, não sei, e desacredito em mim mesmo que tenho capacidade para realizar tal ato, eu sou tão medíocre e nojento como ser que não tenho a coragem e a essência que faz uma pessoa querer ser humano, eu acho que sou apena o resultado dos anseio de todas as pessoas a minha volta, que tem a expectativa que vou ser um sucesso, mas vou fracassar e fracassei como ser, e não sei se tenho tempo suficiente para mudar meu destino.
Lorenzo Kaefer Valim

Não consigo mais ver a vida com o brilho dos olhos de minha juventude, sinto que os tempos de vida tem me tirando até o prazer que eu tinha da absurdo da vida, realmente não tenho mais o vigor dos tempos passados, a vontade de novo, das descobertas. Sinto realmente apenas como uma engrenagem de uma grande máquina, que é mais uma entre outros que não tem muita utilidade e essa peça pode ser facilmente substituída desse aparelho social. Apenas tenho sentimentos que meus dias estão escorrendo debaixo das minhas mãos, e tenho todas as oportunidades pela liberdade de fazer esse ato de mudar, mas não consigo realmente mudar, sinto no meu fundo que essa liberdade que foi dada é apenas uma ilusão, sou apenas um observador da minha própria vida, da realidade, no fundo mesmo eu sou apenas um covarde que tem medo da mudança e um cansaço existencial que não permite mudar mesmo que no fundo no ser que eu desejo fazer isso. No final de tudo eu sou apenas um covarde reconhecido, que tem na mente a vontade e a vergonha de fazer e ser realmente humano.

A liberdade da nossa existência cansa o ser e nos aprisiona, pois antes de nascer lembro de sofrer, nascemos obrigados a defender instituições, valores, ideias, ideologias, que nos foram impostos desde do contexto da existência como ser, e a liberdade que temos quando nascemos é falsa, vivemos a falsa liberdade no sentido do ser, pois preciso defender todos esse conjunto de valores que nos forçaram acreditar no contexto que nascemos, a nossa liberdade esta fadada a defender e não a existir, e isso cansa o meu ser que almeja somente sentir, existir e ser e não, ter, defender e combater. Cerne desse conceito criou da dualidade binária me cansa com ser, é preto ou branco, direita ou esquerda, isso ou aquilo, enquanto realmente hoje eu posso, ser preto e branco, esquerda e direita, ao mesmo tempo, mas isso realmente não importa para mim defender esse conjunto de valores nos foram impostos sem escolhermos, que defenderemos a até um último suspiro da nossa carne que nós faz humanos, eu quando percebemos que a defesa desse valores, foram todos em vão, que não vivemos da vida, de todos os absurdos, das experiências mais intrínsecas e profundas de nosso ser, que preferirmos defender, do que existir será tarde demais. O nosso ser talvez algumas pessoas perceberam que só defenderam valores e não foram realmente humanos. Não existiriam, apenas defenderam invés de ser.

Afastei-me da prosa, da poesia e literatura nos últimos dias, pois até nisso sou um medíocre e um covarde que não merece menos do que propriamente dito sobre o meu estado de ser, a repugnância da minha existência sentenciada ao isolamento, e do estado de agir que está afastando do único momento que sinto que me faz realmente sentir um pouco do que molda um ser realmente humano, e que alimenta a minha pouca vontade de viver e alivia a angústia da minha existência, e o peso da minha consciência, que todos os dias martela no fundo da minha alma, e no único e breve momento do descanso do meu corpo, a minha consciência ludibria que vai descansar e esquecer de relembrar o meu estado, que sou o ser mais repugnante e miserável que pisou sobre o solo deste mundo condenado a fracasso da espécie humana. Mas ela não para de lembrar de todos os momentos, que pude ser realmente algo humano, e não fui, pois sou um homem miserável e supérfluo, e estou repetindo esse estado de existência, e não estou fazendo nada, pois sinto que existe alguma força interna que deixa não eu mudar meu estado atual, e o meu ser não vai deixar nenhuma marca da minha existência condenada ao esquecimento e a humilhação, pois não me conectei com o que me faz realmente me sentir humano.