Lucas
São infinitas as belezas deste mundo.
Da partitura a musica.
Do planejamento ao ato.
Da centelha a labareda.
Do sentimento ao afago.
No livro da Vida podemos escrever coisas que não compreendemos de imediato, portanto usamos de uma lentes de perspectiva.
-Mas as opções são infinitas e nos deixa desnorteados!
É incrível quando as palavras fluem em nossa mente e se agrupam, tornando algo conhecido, em um novo corpo mais denso.
Porém, com o emprego do tempo se torna volátil, se desvai e retorna ao seu estado primordial.
A necessidade de produzir algo se torna mais vivaz no intervalo entre os trabalhos, não no intervalo entre as inatividades.
Felicidades em busca de interpretação dos fenómenos na superfície da terra, a ele é um mundo de razões viradas para localização conhecida e desconhecida de acontecimentos.
Parabéns aos Geógrafos do planeta
Não é sempre que o possível se torna alcançável,
E aonde o produto seja algo coerente e aplicável;
Devemos filtrar, meditar, refletir e deixar;
Deixar que estas ideias se esvaem;
Deixar de simplesmente lutar;
Relaxar e assim alcançar,
Alcançar a resposta possível, mas...
Como eu posso esperar
Que a baleia morra
Se o arpão veio parar
No meu próprio peito?
Nessa vida medíocre que você leva, nunca pode ser perdido uma boa oportunidade. Se o cachorro corre mais rápido que sua moto, largue sua moto e suba no cachorro!
Deus não te livra do fardo que você diz não suportar, Ele te livra do fardo que você de fato não suportaria
Enquanto estiver andando, não tente alumiar o caminho do outro, porque desviará dele. Mas alumie quem já estiver no seu caminho, passando por ele
Para de tentar ser o que você nunca foi, isso só atrasa na descoberta de quem você realmente é... E se um dia foi, agora não é mais. E se um dia voltar a ser quem foi, isso não se almeja no jogo da imitação e sim no foco do seus objetivos essenciais.
Naquela noite, eu permiti que me destruísse,
Até minha alegria levaram, sem toque, sem libido, sem prazer de verdade
Eu continuo a me prostituir, todo santo dia
Eu me entrego, me deixo, me esqueço
Vendo meu corpo, como se fosse nada
Mesmo olhos se encheram de lágrimas,
O desencanto estava em meu olhar
Meu corpo se transformava em uma máquina de prazeres momentâneos: ejaculava, comia e dormia.
A rotina estava amargurada.
A frustração estáva enclausurada na futilidade
Pois ao invés de investir em seriedade
Me enterrei vivo
É que sobreviver, exige ter que submeter a satisfação dos interesses dos outros
Enquanto vou me esvaziando
Lentamente, pouco a pouco...
Me entrego de corpo e alma, faço o meu melhor, uma dedicação exemplar, o que consigo suportar. Mais ainda tenho que lidar com o coração disparado em uma ansiedade sem fim. A expectativa que crio, que insisto em colocar em mim, um excesso de pressão, que tende a desabrochar pensamentos ruins. Começo a me autossabotar, apesar do meu progresso, penso que é impossível conquistar aquilo que tanto quero, e a sensação de inferioridade volta, surgindo para me amedrontar. A culpa não é minha e sim dos que não aguentaria um dia em meu lugar. Com isso há necessidade de fugir dos concelhos alheios. Não há nada mais sutil do que está sob a própria companhia. Por isso a solidão não me é repugnante e sim fonte de energias.
