Leila Boás

926 - 950 do total de 1004 pensamentos de Leila Boás

⁠O azul quebra meu mal humor me faz respirar e organizar meus pensamentos.

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⁠Durmo embaixo da árvore a rainha da calmaria.

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⁠Casa real cada cômodo uma estampa, uma ideia.

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⁠Sonhando com a casa perfeita tomo um café mágico.

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⁠⁠Espelhos...crônica da minha viber, meu revestimento, meu portal de vidro.

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⁠Dignidade é meu envelhecimento.

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⁠Diferente... tudo mudou porque a chuva afastou-se de mim.

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Tempos difíceis faço a minha voz valer.

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Estou em ⁠jejum da maior voz de todas o silêncio.

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Nunca sabemos qual é o momento passamos!!!

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Enquanto escrevo o sol se levanta!!⁠

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⁠Salta de mim ofuscantes palavras.

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⁠Impetuosas palavras me liberta.

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⁠⁠Mudei de endereço faz tempo...mais não desarumei as malas.

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⁠a vida é simples rápida e te dá muitas vertentes

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Guardiões da terra. Em um mundo que se desfaz,
Onde rios secam e florestas jaz,
Onde cidades sufocam e paisagens morrem,
É hora de sonhar, de respirar, de renascer.
Escute o grito da terra, o chamado do vento,
Plantemos a semente da esperança.
Fiquemos atentos ao cântico dos rios, que ainda fluem.
Escute a voz do universo que nos chama,
A cuidar da terra, a respeitar o tempo,
A mão que planta, que cultiva, que colhe,
O olhar que vê, que sente, que sonha.
Nós somos os guardiões da terra,
Os cuidadores do futuro,
Nós somos os sonhadores,
Que podem mudar o curso.
Vamos semear uma nova sociedade,
Em harmonia com a terra,
Vamos criar um mundo,
Onde todos possam viver.
Com poesia, vamos nutrir,
Novos caminhos, novas possibilidades,
Vamos erguer-nos, respirar,
E olhar para o horizonte.
O futuro se desdobra,
Com cada verso, cada linha,
Um novo mundo se cria.
Que seja este o nosso legado,
Um mundo vivo, um mundo sagrado,
Onde a humanidade possa florescer,
Em harmonia com a terra.

Escutando estrelas . ⁠Desenho olhando para o céu,
E escuto estrelas, um coro suave,
Que cantam histórias de sonhos e luz,
E me levam a um mundo sem limites.

No azul profundo, vejo um lar,
Onde a imaginação não tem fronteiras,
E as estrelas, como diamantes brilham,
Iluminando o caminho para o infinito.

Desenho olhando para o céu,
E sinto a liberdade voar,
Que me leva a lugares desconhecidos,
E me faz sonhar com o que ainda não é.

As estrelas, como velhas amigas,
Contam segredos do universo,
E me fazem sentir parte do todo,
Conectado à beleza do cosmos.

Desenho olhando para o céu,
E escuto estrelas, um chamado,
Para explorar, sonhar e criar,
E fazer do mundo um lugar mais belo.

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Cenografia. ⁠No palco da vida, um cenário se desdobra,
Nasce com vigor, em quinze dias de glória,
Cores vibrantes, formas inovadoras,
Um mundo novo, cheio de possibilidades.

Mas logo, o tempo passa, e o cenário muda,
Perde a magia, o brilho se apaga,
Tédio visual, monotonia reinante,
O que era novo, agora é comum e banal.

A paisagem que antes inspirava,
Agora é apenas um fundo desgastado,
Onde a criatividade não mais habita,
E a beleza se esvai, como um sonho esquecido.

Mas ainda assim, há esperança,
Poís a cada quinze dias, um novo cenário nasce,
E com ele, uma chance de renovação,
De reviver a magia, a inspiração.

Então, não choramos a morte do cenário,
Mas celebramos o nascimento do novo,
E nos deixamos levar pela corrente,
De uma criação constante, infinita e verdadeira.

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⁠Atitude é uma grande coisa que faz uma imensa diferença.

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⁠Saudade do Rio antigo.

Lá onde o sol beijava o mar,
Minha infância voou, sem pressa,
Em Niterói, berço de sonhar.

Na Escola Santos Dias, aprendi,
Letras e números, sonhos e gritos,
Professores que inspiravam,
Amizades que eternizam.

Praias de Icaraí, São Francisco,
Onde o verde encontra o azul,
Crianças rindo, ondas dançando,
Inocência sem igual.

Cinemas de rua, filmes clássicos,
Sorvetes na mão, risos livres,
Calçadões de madeira, histórias,
Vozes do passado, memórias.

O Rio de Janeiro de outrora,
Era um cenário de magia,
Carnaval, samba e alegria,
Viva a saudade que não passa.

Hoje, da distância, eu vejo,
A cidade que meu coração guarda,
E, na saudade, eu sinto,
O Rio antigo, minha alma guarda.

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⁠Veja este texto que fiz para amiga Professora Celi ...com floreio linguístico. ...Nas intricadas tessituras do destino, quando as adversidades se apresentam como um labirinto indecifrável, você emerge como um farol de esperança, iluminando o caminho com sua presença radiante. Sua bondade é um bálsamo que acalma as feridas da alma, enquanto sua sabedoria nos guia pelas veredas da introspecção e do autoconhecimento.

Celi, você é um paradigma de amizade verdadeira, um arquétipo de lealdade e dedicação. Sua presença em minha vida é um testemunho da graça divina, um presente que transcende a mera mortalidade e se eleva à esfera da transcendência.

Com sua palavra eloquente, você me acalma a alma e me faz vislumbrar a possibilidade de um futuro mais promissor. Sua capacidade de ouvir e entender é um dom raro, que me permite desnudar minha alma e encontrar soluções para os problemas que me afligem.

Celi, você é um exemplo vivo de que a amizade pode ser um catalisador de crescimento e transformação. Sua influência em minha vida é um lembrete constante da importância de cultivar relacionamentos significativos e profundos.

Eu quero expressar minha gratidão por sua amizade, por estar ao meu lado nos momentos de alegria e de dor. Você é uma bênção que eu não mereço, mas que eu sou grata por ter em minha vida.

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⁠*Como nasceram meus contos.* Eu morava no bairro da Liberdade, em São Paulo e trabalhava em Corinthians Itaquera,por anos.Todos os dias, no metrô, eu era bombardeada por histórias. Pessoas falavam ao celular, discutiam com amigos ou contavam segredos a estranhos. Eu tentava ouvir cada história até o final, mas a multidão era impiedosa. Conversas eram interrompidas, vozes se perdiam no barulho e histórias eram engolidas pelo tumulto e o barulho do abrir das portas . Mesmo assim, eu continuava a ouvir, as que não ouvia por inteiro eu as reenventava... fascinada pelos contos que fluíam ao meu redor. Leila Boás

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⁠O Rádio: O velhinho, com seus cabelos brancos e olhos cansados, segurava o velho rádio com carinho. Por muitos anos, aquele aparelho havia sido seu companheiro fiel, trazendo música e notícias para sua vida solitária. Mas, com o passar do tempo, o rádio havia parado de funcionar, silenciando as melodias que outrora enchiam seu coração de alegria.

Um dia, decidido a reviver aqueles momentos, o velhinho levou o rádio ao conserto. O técnico, com mãos habilidosas, conseguiu ressuscitar o velho aparelho. Quando o velhinho o ligou, a música começou a tocar, e ele foi transportado para um passado distante.

Com o rádio nas mãos, o velhinho começou a dançar pelas ruas, sorrindo de orelha a orelha. A música era uma valsa antiga, que ele lembrava de ouvir em sua juventude. Ele girava e rodopiava, sentindo-se jovem novamente.

As pessoas nas ruas paravam para olhar, surpresas com a alegria do velhinho. Alguns sorriam, outros aplaudiam, e alguns até começaram a dançar junto com ele. O velhinho não se importava com o que os outros pensavam; ele estava perdido na música e nas memórias.

Com o rádio apertado contra o peito, ele dançava como se estivesse em um sonho. A música parecia ter despertado uma parte dele que havia sido esquecida por anos. Ele sentia-se vivo, sentia-se feliz.

Quando a música acabou, o velhinho parou de dançar, sorrindo ainda. Ele olhou em volta, vendo as pessoas sorrindo para ele, e sentiu uma sensação de gratidão. Ele sabia que, por um momento, havia compartilhado sua alegria com os outros.

O velhinho voltou para casa, ainda segurando o rádio, e o colocou na mesa. Ele se sentou ao lado, olhando para o aparelho com carinho. Ele sabia que, enquanto o rádio funcionasse, ele teria música para dançar e memórias para reviver.

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⁠Laila Burney, artista visionária, dominava a técnica de veladura. Seus trabalhos encantavam críticos de arte com camadas sutis e transparências. Com habilidade única, conquistou fama internacional, tornando-se sinônimo de inovação artística. Sua arte era um convite à contemplação, revelando segredos e emoções em cada camada. Laila Burney era uma mestra da veladura, deixando marca indelével na história da arte. Sua obra era um legado de beleza e sofisticação.

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⁠Bullying na colméia da abelha rainha. Na colméia da rainha Vania uma jovem abelha chamada Lu sofria bullying das outras abelhas. Elas zombavam de suas asas irregulares e a chamavam de "diferente". A rainha, ocupada com a produção de mel, não notava o sofrimento de Lu.

Um dia, uma abelha sábia chamada Madalena decidiu intervir. Ela contou à rainha sobre o bullying e juntas criaram um plano para ensinar as abelhas sobre a importância da diversidade e respeito.

Lu, com suas asas únicas, descobriu que podia voar em direções inesperadas, coletando néctar em locais inacessíveis às outras. A colméia percebeu seu valor e a aceitou como uma das suas.

A rainha Vania percebeu que a diversidade era a chave para o sucesso da colméia e decretou que todas as abelhas deveriam respeitar e valorizar as diferenças entre si. Lu encontrou seu lugar e a colméia se tornou um lugar mais harmonioso.

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