Biografia de Kéfera Buchmann

Kéfera Buchmann

Kéfera Buchmann nasceu em Curitiba, Paraná, no dia 25 de janeiro de 1993. Filha da publicitária Zeiva Buchmann, seu nome “Kéfera” é de origem egípcia e significa “primeiro raio de sol”. Concluiu o ensino fundamental e médio, ingressou em um curso de teatro durante cinco anos, e em seguida tirou sua carteira de atriz.

Em 2010, Kéfera lançou seu primeiro vídeo monólogo no canal YouTube “5incominutos”, intitulado “Vuvuzela”, um dos primeiros canais a atingir 1 milhão de assinaturas no YouTube. Com o sucesso, começou a apresentar diversos vídeos semanais.

Reconhecida na web, passou a contar com milhões de acessos em suas páginas no Facebook e no Instagram. Foi convidada para apresentar o programa “Zica”, na Mix TV, voltado para as novidades do mundo das celebridades teens.

Em agosto de 2014 mudou-se para São Paulo e passou a apresentar o programa “Coletivation”, ao lado do comediante Patrick, mas o programa só ficou no ar até o final de setembro de 2014. Nesse mesmo ano, faz uma participação no filme “A Noite da Virada”. Foi convidada para dublar o personagem GoGo Tomago da animação “Big Hero 6” produzido pela Walt Disney Animation Studios.

Em 2015, Kéfera e sua amiga Bruna Louise iniciam a turnê pelo país com a peça “Deixa Eu Te Contar”. Nesse mesmo ano, foi convidada pelo “It Brazil” para gravar a websérie #Yolovegas, ao lado das vloggers Maddu Magalhães, Nah Cardoso e Taciele Alcolea. Os episódios foram gravados no festival Rock in Rio Las Vegas, pelo Studio All Arts, e exibidos no canal do grupo “It Brazil”.

Ainda em 2015, Kéfera lançou seu primeiro livro “Muito Mais Que 5inco Minutos”. O livro foi lançado na Bienal do Livro do Rio de Janeiro e está na lista dos mais vendidos do país. Nesse mesmo ano, Kéfera ganhou destaque com a paródia “Bang” do vídeo da cantora Anitta.

Acervo: 42 frases e pensamentos de Kéfera Buchmann.

Frases e Pensamentos de Kéfera Buchmann

Quando a gente não tem nada pra fazer, a gente abre a geladeira pra ver se a vida está mais interessante lá dentro.

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Amor platônico

QUEM NUNCA? Quem nunca ficou deitado com o travesseiro enfiado na cara, deprimido? Quem nunca chorou, se descabelou, se estapeou, quis enfiar um dedo em cada narina e se rasgar porque o seu “amor” mudou o relacionamento do Facebook e a nova(o) namoradinha(o) dele(a) é a guria/o cara que você mais odiava no mundo?

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De todos os tipos de paixão (se é que existem tantos tipos), a melhor é a platônica. A paixão mais verdadeira e linda justamente por ser platônica. É a paixão na qual você tem plena certeza de que só vai sofrer. A graça da paixão platônica vem de não enxergarmos os defeitos do outro. E se enxergamos, ignoramos.

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Então contarei uma história minha pra vocês.
Estava eu sentada em um banco de praça, esperando o dito cujo, que disse que precisava conversar comigo. Ele chegou trazendo flores, e eu juro por Deus que enquanto ele caminhava em minha direção tudo parou. Parou mesmo. A cena aconteceu em câmera lenta e na hora pensei FINALMENTE DESENCALHAREI, OBRIGADA JESUS! Ele foi chegando mais perto e não me entregou as flores. Pensei. Ah, ele primeiro irá se declarar e depois me dará as flores. Ele começou dizendo: "Isso só tá acontecendo porque eu confio muito em você. Você sabe que eu nunca fui de falar sobre sentimentos e que a gente sempre se zoava um pro outro quando era pra falar disso, certo?" Certo, certo, prossiga, amor da minha vida, pensei. "Recentemente aconteceu uma coisa muito engraçada comigo, que eu achei que não fosse acontecer nunca." Ok, já entendi que você quer que eu seja a mãe dos seus filhos, cacete. Fala logo! "Então, eu tô apaixonado."
Aí adivinhem o que a avestruz acéfala fez? Peguei o bouquet de flores das mãos do cara e tasquei-lhe um beijo. Meus olhos encheram (iria fazer quase um ano que eu estava nessa, eu tinha uns 15 anos, acreditava em príncipes encantados e achava que as pessoas só transavam por amor. Tá explicada a bichisse dos olhos cheios, né?), logo após o meu ataque, o meu então, amigo, arregalou os olhos e começou a rir. Eu comecei a rir junto, e segurei a mão dele. Quando ele puxou a mão e começou a gargalhar mais alto, eu comecei a entender que alguém ali tinha feito uma cagada (das grandes). "Ai, Ké! Você é hilária, ótima atriz, por um segundo achei que isso fosse verdade! Olha só que profissional, cara. Tá até lacrimejando!" HAHAHA. Pois é. Sabe quando você fica paralisada pensando. Como proceder? O desespero foi tanto que eu dei um soco (forte) no ombro dele e disse "AHHH MALANDRÃO, ACHOU QUE EU TAVA APAIXONADA, NÉ?" Aí ele começou a se justificar: "O que eu queria te falar é que eu tô apaixonado pela Fulana. A gente ficou ontem, e, cara, ela é a mulher da minha vida! Eu nunca senti isso antes por alguém." E na medida que ele ia falando, meu olho ia enchendo e meu queixo ia tremendo. Enquanto ele desabava a falar, eu fui mudando, ficando séria, até que rolou a primeira lágrima. Foi quando o desgraçado pergunta: "Que que aconteceu?" A essa altura do campeonato, eu já estava puta da cara, querendo matar ele, quase pegando a porra do bouquet e fazendo ele engolir todas as rosas. E aí quem desabou a falar fui eu: "VOCÊ É UM INSENSÍVEL, EU ESPERO QUE VOCÊ MORRA!” Pisei no pé dele (????? POIS É) e sai correndo pra casa.
QUEM NUNCA, NÃO É MESMO?

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Decepção amorosa é uma coisa que acontece o tempo todo com todo mundo que se relaciona.

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