Kaike Machado
Linhas do teu rosto
Leveza dos instantes
Navego no horizonte do teu rosto
Abraço a singularidade dos teus traços
Rascunhos dos meus escritos
Significativo tecimento onde conduz minhas poesias.
Linhas do teu toque
Linhas intensas
Navego no horizonte aconchegante
Significativo toque
Demasiado dos gestos
Atiras tuas demonstrações sobre minha pessoa.
Distância me dispersa
Demasia de instantes
Traços da ânsia de encontrar
Caos intenso da falta
Desfaz as maresias do nosso amor
Desligado das partes de nós
Singularidade é a única via desse lado disperso.
Kaike Machado
Carrega meu amor
Conduz as maresias
Rotas do navegar turbulento
Ecoa gestos amorosos
Mar das sensações
Horizonte dessa rota cativante.
Sopro leve
Singularidade do som
Ventos trazem palavras
Refaz passos onde conduz novos caminhos
Leve extensão do sentir
Vive estações das poesias.
A poesia muda o interior
As palavras movimenta
Onde estações são singularidade
Da intensidade aconchegante
Mudanças únicas dessa amplitude
Do escrever intensamente a extensão da alma.
Destino
Distância do encontro
Sentir tuas amarras
Intensidade do nosso navegar
Onde busco maresias que levam ao Porto.
Solidão para ver o mundo
Singularidade onde navego
Nos limites intensos
Demasiado das sensações
Movimento de cada dia
Única rota navegar devastador
Onde procuro ver o mundo.
Tempestades
Tenebroso mares
Extensão dos movimentos
Porto expectativa de sentir
Teu amor intenso
Demasiado das sensações
Envolve dos sentidos do navegar.
Passos perdidos
Pés andas por ruas
Tentam encontrar sua presença
Sentir a singularidade do teu toque
Sentidos da tua alma
Persisto na extensão dos retratos do nosso olhar.
O teu sumiço me dissolve devagar
A ausência faz a saudade consumir
Sensações diárias do meu querer
Mar das maresias tristes
Intensidade das ações do teu ser cativante
Desfaz meu ser aos poucos
A cada navegar, uma falta do destino que deixei para trás.
Silêncios Pesados
Sentir intenso
Letalidade da tua falta
Ecos da saudade
Caos de instantes distantes
Parte de nós se faz em atos de silêncios
Destruição das sensações inquietantes.
Ter o coração no chão
Traços ecoa um amor nunca vivido
Conduz mares para refazer um destino
Abraça o vão dessas maresias
Navega no mar onde busca um sentindo
Um chão para pisar sem tua presença.
Sussurros dos ventos
Singularidade dos ventos
Simplicidade do som
Suavidade de ventos
Refaz caminhos, pois escuta a tranquilidade do sons baixos
Onde busca ter paz
Para enfim navegar.
No meio do caos
Navego nas maresias
Onde há mares agitados
Envolvo de uma intensidade
Onde busco sensações inquietantes
Demasiado do pulsar
Abraça a singularidade da aventura.
Folhas do chão
Face de um chão entristecido
Leva parte de nós
Horizonte amplo do sentir
Conduz um passos para encontrar um destino chamado primavera.
Passos para o destino
Persisto andando
Sedento de rotas
Singularidade da aventuras
Direção de um sentido intenso
Para viver em um lugar melhor.
No meu horizonte
Navegar onde há mares agitados
Extensão única de uma aventura
Refaz rotas na intensidade
Navega buscando o porto seguro.
Quase
Quase fomos maresias
Quase única via desse navegar
Quase abraçamos sentido o pulsar
Quase seduzimos em toque quentes
Quase ecoamos nosso amor.
Quase parte 2
Não tivemos encontros
Não nos conectamos por falta de oportunidade
Por falta de oportunidade de fala
Por falta de iniciativa de nós.
Saudade
Singularidade do teu olhar
Nossos encontros e desencontro
Ausência caótica do meu amar
Demasiado das sensações
Ecoa instantes do amor a distância.
Estrelas
Estado singular
De olhar para o céu
Ver a vastidão das estrelas
Lindeza ampla da sinergia das constelações.
Inverno
Intensidade do vento do norte
Ventania envolvente
Refaz o navegar
Onde busca viver essa estação.
Te apaguei das minhas linhas
Deixe nos versos parte de nós
Deixei as conexões dos olhares
Deixei as emoções pela razão
Deixei de navegar no amor
Deixei de enfim cair nas maresias das sensações.
Tempo leva tudo
Tudo ecoa momentos
Partes desfeita de nós
Levam as sensações
Levam as inquietudes dos abraços
Levam as maresias de toques quentes.
