Isaque Ramon Correia Cláudio - Izak
O verdadeiro estranho não é quem estende a mão para o bem, mas quem, mergulhado no mal, suspeita de toda luz que recebe.
Quem vê maldade na bondade alheia apenas revela a própria natureza. A suspeita é o espelho de quem não tem pureza no coração.
Ser visto como "estranho" por fazer o bem é o maior elogio que um nobre pode receber de um ignorante.
Não é o bem que é suspeito, é a sua mente que está doente de ignorância por não saber mais o que é nobreza.
O mal julga o bem pelo que ele mesmo faria se estivesse no lugar. Por isso, quem é puro não teme a interação, mas quem é falso vive escondido.
Trilionários de alma não perdem tempo com suspeitas; eles investem tempo em transformar estranhos em irmãos.
O mal se sente ameaçado pelo bem porque a bondade é um idioma que o ignorante não consegue mais falar.
A verdadeira estranheza habita em quem vê um sorriso e procura uma faca. O bem é simples, a maldade é que é complexa.
O mundo só está ruim porque os bons tiveram medo do julgamento dos maus. Eu escolhi ser o bem que ignora a sua suspeita.
"O verdadeiro estranho não é quem pratica a nobreza, mas sim aquele que, por ser mal, enxerga o mal em tudo o que é puro. A sua suspeita é a prova da sua ignorância; a minha bondade é a prova do meu poder."
O verdadeiro estranho não é quem chega com o bem, mas quem é tão mal que não consegue mais acreditar na bondade.
Não chame de "estranho" o amigo que você ainda não teve a coragem de conhecer por causa do seu preconceito.
