Guilherme Niemeyer

Encontrados 18 pensamentos de Guilherme Niemeyer

O amor impetuoso é seletivo para aqueles que o cercam.⁠

Inserida por guilherme_niemeyer

⁠Adágios
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O que passou refletiu-se em meus olhos. Causou este incômodo, em prantear o lenço com água. Passou como moléculas de poeira em todo quarto imundo e encardido, o qual faz silêncio as mudanças. Não me fale mais o valor de sentir o aroma do dia-a-dia, se não sinto o único perfume que irradia toda minha vida. Evite ouvir o que se pulsa além do óbvio, ou escrever o porquê erudito, em verbos autênticos com essa locução tão fraca. Espero deste despejo d'água cercando aquilo, cujo bem que me faz, deságue em caminhos até o último sudário.

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Não é dever, o esforço de pensar aquilo que nos custa observar todos os dias.

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⁠Obras

O dia obreiro. Silêncio se torna a música mais tocada. A cabeça levada ao aconchegante, escolhemos descansar os olhos por pernoitar, e desfrutar do bem que ocorre em nosso dia ou lamentar aquilo e aqueles que não desfrutam. Seguimos como um brilho além de toda escuridão ovacionada. Vejo aquilo tão belo e hipócrita — o nada rarefeito —, vagando pelo absoluto e chegando a lugares onde o fútil prevalece.

Inserida por guilherme_niemeyer

⁠Alguém mais sente que estamos perdendo o tradicionalismo, os valores e o caráter ético, e nos corrompendo cada vez mais pela normalização dos maus hábitos e o ato contínuo da corrupção? Acho que estamos perdendo a batalha contra o inimigo, que se infiltrou e infiltra em nossas trincheiras. Eu não sei por quê, mas tenho o sentimento de que isso está chegando ao fim. Os soldados estão caindo, até que reste somente um entre todos nós.

Inserida por guilherme_niemeyer

⁠O trabalho esquenta o mundo, quando a desculpa lamenta as opções de como esquentar.

Inserida por guilherme_niemeyer

⁠Contexto Informal

Sei, senti prazer
Dos que vi e amei.
A seguir, haver de ti
O relance de seu rosto
Que não possa mais tirar
As memórias de alguém assim,
Loucamente apaixonado.

Inserida por guilherme_niemeyer

⁠Seus olhos carregam a melhor e mais gentil conversa que eu possa ouvir; Teus labios atingem os laços mais divínos que posso alcançar; Os beijos que sinto, quando há vejo, são desumanos à humanidade daqueles que não podem sentir; E meus sentimentos me levam a algo que eu não possa suportar, te amar.

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⁠Os beijos que sinto, quando há vejo, são desumanos à humanidade daqueles que não podem sentir.

Inserida por guilherme_niemeyer

⁠Jurei tantas lembranças ao artifício da saudade. Não vá, partindo para o infinito esquecimento de meus desejos ao vazio que me faz esquecê-la. A infinita quantidade de desejos que temos, por tantos olhares que enxergamos, quando não é possivel se concentrar, a menos que ela não exista, qual seria o propósito deste esperado encontro, e a ausencia de seu profundo sentido?

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⁠A infinita quantidade de desejos que temos, por tantos olhares que enxergamos, quando não é possível se concentrar em um, qual o motivo da sua procura?

Inserida por guilherme_niemeyer

⁠Participo em sua festa de máscaras com meu rosto descoberto, das mentiras escondidas, de medos encobertos e ânsias que a fazem ser frágil, quanto as suas duras verdades. Ando pelo baile da vida com a liberdade que tanto temem, quando não tens pensamentos particulares, mas unidades de uma pequena máquina retangular, que molda suas mentes em um recíproco êxtase infinito.

Inserida por guilherme_niemeyer

⁠I'm The Not Only Men

Abalou minha mente vazia
Em toneladas de pesos murchos
Além de tudo, podia pensar
No toque lunar, à estrela em seus olhos

Nunca serei o único a conquistar o céu
Ou aquela que agarra meus sonhos
Mas espero ser o último papel real
Neste conto de fadas, dragões, castelos
Príncipe e princesa, concedendo a última
Dança.

Inserida por guilherme_niemeyer

⁠Por toda vida permaneço encurralado em minhas infâmias poéticas, com o coração pulsando, à procura de seu rosto físico, duradouro e midiático, entre dilemas e grandes lâminas d'água. A partir disso, em cada passo, mais veloz, mais rápido a tentativa me leva a falha e a perda, encharcando-me por inteiro no mar de impossibilidades. São elas, aderidas e repelidas pelas promessas de segurá-la, e perdê-la como água, um líquido; permanecendo eternamente imprevisível ao mudar de fase, até a infeliz intangibilidade de seu ser, tão perfeito aos meus olhos, evaporar de meus braços, partindo para o infinito esquecimento de meus desejos ao vazio que me faz esquecê-la.

Inserida por guilherme_niemeyer

⁠Qual a razão de escrever para alguém que não sabe o verdadeiro motivo de investir em algo tão valioso, do qual uso os maiores sentimentos que sinto por ela, para descrever aquilo que só é possível sentir quando conseguir alcançar este medo e desdém, pronunciando meu amor por ti antes que haja o seu adeus? Havendo uma explicação, me procure.

Inserida por guilherme_niemeyer

⁠Sociedade X Indigentes

Os ébrios que andam pelas ruas de alguém
Cantando as músicas que não ouvem
Ouvindo os que falam sem língua e virgulas

Partindo para lugares que ninguém vai e virá
Desbravar o estado de suas mentes retidas
Ao tempo dos relógios, humanos de ternos
Olhando em pulsos vazios, sem alma e vida
Como aqueles esfomeados, ponteiros de vossos dias

São os atenuadores da saudade
Os amigos do esquecimento
Apoiadores convictos do real
O acaso de pessoas indigentes

Conhecem a mentira e a verdade
Não previnem o manhã "raquítico"
Pouco reagem ao descuido da tempestade
E desde sempre é a maioria que existe
Para nada existir, em motivo do povo

Inserida por guilherme_niemeyer

⁠Pardal

Enxergo a tudo, menos a mim
Faço cartas perdidas ao retalho
Amasso, rasuro, agoniando aqui
Jurando parar — sou delas tão fácil

Rasguei minhas palavras ridículas
Em pedaços caros de cetim e cedro
Valha, meu Deus, como viver assim?
Qual o sentido da vida estando cego?

Foi apenas o que me resta partir
— restando ver a quem prometeu
E jurou viver por mim, se esvaindo
Em meus palcos, lamento abraços

Chorei tempestuoso a foto
Não sou pobre, ao engano, agia
De olhar os olhos seus, poéticos
Mudam a história de minha vida

Inserida por guilherme_niemeyer

Neste lugar, dos quais alguns chamam de pátria - já chamaram de Vera e Santa Cruz, outros de uma grande roubada, ou até uma morada, onde todos permaneceram no mesmo barco, mantinha-se uma união entre pessoas e ideias para a formação de um Estado, o que foi aclamado de Brasil. Não foi por um acaso, a manutenção desse extenso cortpo de terra continental, como sua distribuição e utilização nos dias de hoje, para uma das mais reconhecidas e influentes economias, cultural e tradicionamente esbanjadora de belezas naturais, atravês do espaço que pertencemos.

Estas provas de riquezas e belezas que acumulamos a rever fazem-me lamentar a ausência de um povo e Estado unido mediante algo mais grandioso em prol do futuro investimento e credibilidade, cujo ele - a forma de governo - não demonstra nenhuma eficiencia, dita em cada livro didàtico da História do Brasil. Dentre muitos tipos de como governar, apenas 2 jã forma utilizados após a independencia á coroa portuguesa: República e Monarquia; De ambas, lidamos com a República a pouco mais de 130 anos, mais da metade quando avista-se a monarquia, de 1822 á 1889. Estatisticamente, passou 1 século e pouco se têm benéficos resultados a população, carregando 2 ditadura, ou 3, envolvendo tortura, perseguição, atrasos políticos aos direitos sociais e fundamentais, educacionais, morais e éticos.

Portanto, sua história verdadeiramente estarrecedora marca um declínio a algo que ainda poderá ser salvo, com aguma solução legal, por direito, a depender da vontade da maioria. A partir disso, a queda da monarquia se caminhou da revolução militarizada pelo quartel do Rio de Janeiro e seus subjulgados, como última fuga para concretizar as suas ideologias positivistas no Estado de direito - sem o uso da democratização, a respeito do povo. Estes soldados armados, junto com Marechal Deodoro da Fonseca, - heroi da Guerra do Paraguay - depuseram Vinconde de Ouro Preto, no cargo como Primeiro Ministro de Governo, exemplificando a ação como uma reclamação conjunta ao governo. Mais tarde, no dia 15 de novembro, insitaram o próprio Marechal a ser o autor do golpe, afirmando que seu amigo, Dom Pedro II, Imperador do Ímperio do Brasil, substituiu o antigo PM por alguém chamado Silveira Martins, tal qual foi o homem que conquistou sua amada, Maria Adelaide - filha do Barão do Triunfo. A proclamação redigida por Benjamin Constant, Quintino Bocaiúva e outros positivistas outorgava a proclamação da República, em nome de Deodoro.

Proclamou ao mérito de uma mentira, e mais de 1 século de arrependimentos, nascendo assim, o regime, o qual nasceu pela disputa de amor, entre dois homem por uma mulher.

Inserida por guilherme_niemeyer