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Gih Schmidt

Encontrados 23 pensamentos de Gih Schmidt

Ao removermos as pedras do caminho, acabamos por perder o próprio caminho. Porque o caminho nunca foi apenas o destino, mas o processo de atravessá-lo.

Reconhecer e honrar a ancestralidade não é carregar um peso, nem idealizar o passado. É aceitar o que foi, como foi e, a partir disso, florescer com inteireza, autenticidade e liberdade.

Dizer “não” é uma das formas mais poderosas de afirmar sim para si mesmo. É um limite saudável que protege sua energia e define até onde o outro pode ir

Amor que só existe quando você cede não é amor, é dependência disfarçada de vínculo. E dependência, ainda que silenciosa, sempre cobra um preço alto de quem a sustenta.

Toda construção é passível de demolição quando a consciência ilumina seus alicerces. O rastro da culpa depende da escuridão do inconsciente para sobreviver.

“Tudo acontece, mas nada repousa o suficiente para se tornar experiência consolidada.” - Trecho do livro Ser Humano: uma escolha na era da tecnologia

"Antes que qualquer mudança profunda ocorra, existe um momento sagrado de silêncio interno, uma pausa onde a alma se recolhe para se preparar para o novo." - Trecho do livro O apocalipse interior: a revelação da alma na linguagem do fim

A consciência que habita cada ser humano já traz consigo registros ancestrais, padrões cármicos e a inclinação natural
para evoluir.

Quando a resposta se torna imediata, o percurso que leva até ela perde valor. A investigação deixa de ser uma experiência e passa a ser apenas um meio de obtenção de dados.

O corpo não é um obstáculo à espiritualidade, ele é o caminho. Cada dor que pulsa, cada prazer que vibra, cada silêncio que repousa no ventre é um ponto de contato com o Sagrado.

“Compreender a alma sob a ótica cabalística não é apenas uma teoria, é um convite à transformação real, à elevação e ao alinhamento com a luz.” - do livro Cabala Viva

“Você não veio pra caber. Você veio pra habitar. Habitar a própria vida. Habitar os próprios limites. Habitar os vínculos que suportam sua presença real.” Trecho do livro Se você sempre se adapta, em que momento você é você?

“Descansar a mente é difícil quando ela está constantemente ocupada com o ciclo de monitorar desempenho e evitar erros.”

Trecho do livro Quando o pai falta: a ferida da ausência paterna e o caminho de maturidade da alma

“Ser inteiro não é ser inflexível. É ter um eixo interno que permanece mesmo quando o entorno muda. É poder se ajustar sem se fragmentar.”

Trecho do livro Se você sempre se adapta, em que momento você é você?

“A força feminina não é uma força de imposição mas de gestação. Ela se move nas entrelinhas, gera cultura, transmite valores, cuida do invisível. Ela não destrói para vencer. Ela transforma para servir à vida.”

Trecho do livro O despertar da Deusa: as faces do Feminino Sagrado

“Nem sempre estamos
certos. Nem sempre enxergamos tudo. Ao reconhecer isso nos tornamos mais receptivos ao que a vida tem a nos mostrar.”

Trecho do livro Fractais do Infinito: sussurros da alma para dias de silêncio

“Cada existência carrega um propósito maior, e tudo que vivenciamos ocorre exatamente como deve ser, guiando a alma em seu caminho de ascensão.”

Trecho do livro O caminho de volta pra casa: um convite pra compreender sua jornada, honrar sua linhagem e retornar ao Sagrado que habita em você

“Quando o feminino foi dividido em arquétipos irreconciliáveis, como a santa e a pecadora, a esposa e a amante, a submissa e a rebelde, plantou-se uma semente de suspeita que floresceu em séculos de isolamento e comparação.
Essa dinâmica de rivalidade não nasce da essência feminina; ela é um subproduto de umaeconomia da escassez simbólica. Quando o mundo oferece espaços limitados para que as mulheres existam com segurança, o pertencimento passa a ser percebido como um recurso escasso.
Se o amparo para o ninho e o reconhecimento do território são vistos como limitados, a outra mulher passa a ser percebida como uma ameaça à sobrevivência da nossa própria linhagem. Se o lugar ao sol é restrito, a outra mulher deixa de ser vista como uma aliada ou um espelho para ser percebida como uma ameaça ao nosso próprio território de sobrevivência.“

- Trecho do livro Além do Éden: Lilith e Eva em nós

“Quando perdemos o controle sobre o próprio ritmo, deixamos de ser os organizadores da nossa experiência e passamos a operar dentro de um fluxo que não definimos. Continuamos ativos, mas essa atividade já não é necessariamente orientada por uma intenção própria. Respondemos, consumimos, alternamos estímulos, mas raramente paramos o suficiente para perguntar o que, de fato, estamos fazendo.”

-Trecho do livro Ser Humano: uma escolha na era da tecnologia

“Existe uma diferença fundamental entre evitar o que incomoda e aprender a lidar com o que incomoda. No primeiro caso, a experiência é interrompida. No segundo, ela se desenvolve e se integra. É nesse segundo movimento que se forma uma base mais sólida para lidar com a complexidade da vida.“

- Trecho do livro Ser Humano: uma escolha na era da tecnologia

“A tecnologia oferece meios eficientes para reduzir o desconforto, mas não pode substituir o processo de amadurecimento que ele possibilita. Quando utilizada de forma automática, ela encurta caminhos que precisariam ser percorridos.“

- Trecho do livro Ser Humano: uma escolha na era da tecnologia

“O adulto não se percebe buscando um pai, ele acredita estar em busca de amor, reconhecimento, segurança, sentido ou direção. Por trás dessas buscas legítimas, porém, opera a tentativa silenciosa de preencher uma função estrutural não integrada na infância. Relações e experiências passam a ser avaliadas a partir dessa referência ausente.”

- Trecho do livro Quando o pai falta: a ferida da ausência paterna e o caminho de maturidade da alma

“Olhar para quem você precisou ser não é sobre buscar culpados, é sobre libertar escolhas. É entender que muitos dos seus comportamentos atuais não nasceram do desejo, mas da necessidade.”

- Trecho do livro Se você sempre se adapta, em que você é você?