Biografia de Émile Durkheim

Émile Durkheim

Émile Durkheim nasceu em Epinal, na região de Lorena, na França, no dia 15 de abril de 1858. Filho e neto de rabinos recebeu preparação para seguir o mesmo caminho, porém rompeu com sua herança judaica. Estudou no Colégio d’Epinal e no Liceu, em Paris. Em 1879, depois de duas tentativas, foi admitido na Escola Normale Supérieure, onde estudou Filosofia.

Em 1888, Durkheim começou a lecionar filosofia em escolas secundárias do Estado. Em 1897 fundou a revista L’Année Sociologique na qual congregou um grupo de importantes estudiosos. Foi professor de Ciências Sociais e Pedagogia na Universidade de Bordeaux. A partir de 1902, passa a lecionar Sociologia e Pedagogia na Sorbonne.

Émile Durkheim foi considerado um dos fundadores da Sociologia Moderna, junto com Max Weber, e chefe da chamada Escola Sociológica Francesa, rival da Escola da Ciência Social de Frédéric Le Play. Formou grande número de discípulos que forneceram grandes contribuições à pesquisa sociológica. A teoria dos fatos sociais de Durkheim deixou importante influência sobre o desenvolvimento da Sociologia Científica do século XX.

Durkheim escreveu importantes obras que definiram o rumo dos estudos sociológicos, entre elas, “Da Divisão do Trabalho Social” (1893), “As Regras do Método Sociológico” (1895), “As Formas Elementares da Vida Religiosa” (1912). Émile Durkheim faleceu em Paris, França, no dia 15 de novembro de 1917.

Acervo: 10 frases e pensamentos de Émile Durkheim.

Frases e Pensamentos de Émile Durkheim

É preciso sentir a necessidade da experiência, da observação, ou seja, a necessidade de sair de nós próprios para aceder à escola das coisas, se as queremos conhecer e compreender.

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Nosso egoísmo é, em grande parte, produto da sociedade.

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Perseguir um objetivo que por definição é inatingível é condenar-se a um estado de infelicidade perpétua.

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Não há senão diferenças de um certo gênero que tendem uma para a outra; são aquelas que em lugar de se opor e de se excluir, se completam mutuamente.

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Quando os costumes são suficientes, as leis são desnecessárias. Quando os costumes são insuficientes, é impossível fazer respeitar as leis.

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