Biografia de Eça de Queirós

Eça de Queirós

Eça de Queirós nasceu em Póvoa de Varsim, Portugal, no dia 25 de novembro de 1845. Em Coimbra, fez o curso de Direito. Iniciou sua carreira literária com “Notas Marginais”, na Gazeta de Portugal (postumamente reunidas em Prosas Bárbaras). Participou das Conferências do Cassino Lisbonense, onde discursou defendendo o Realismo como nova expressão da Arte. Foi jornalista e, em uma viagem ao Egito, assistiu a inauguração do Canal de Suez, da qual resultou na obra “O Egito”. Instalou-se em Leiria, como administrador do Conselho.

Em 1872, ingressou na carreira diplomática e, em 1873, é nomeado cônsul em Havana. Ao mesmo tempo, desenvolveu sua produção literária, colaborou com vários jornais, fundou e dirigiu a “Revista de Portugal”. Nessa fase, marcada pelo estilo realista, escreve “O Crime do Padre Amaro” (1875), “O Primo Basílio” (1878), “O Mandarim” (1879). De Havana foi transferido para a Inglaterra e depois para a França, onde casou com 41 anos e fixou residência. Em 1888, publica “Os Maias”, que compõe um panorama da sociedade portuguesa da época e caracteriza-se pela crítica à vida social e pela análise psicológica de seus personagens.

Em sua terceira fase seus romances apresentam uma realidade mais humana e otimista, valoriza o lado espiritual em busca da felicidade. Escreve, “A Correspondência de Fradique Mendes” (1900), “A Ilustre Casa de Ramires” (1900) e “A Cidade e as Serras” (1901) (obra póstuma). Eça de Queirós faleceu em Paris, França, no dia 16 de agosto de 1900.

Acervo: 45 frases e pensamentos de Eça de Queirós.

Frases e Pensamentos de Eça de Queirós

O amor eterno é o amor impossível. Os amores possíveis começam a morrer no dia em que se concretizam.

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Políticos e fraldas devem ser trocados de tempos em tempos pelo mesmo motivo.

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É o coração que faz o caráter.

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A arte é um resumo da natureza feito pela imaginação.

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Quando não se tem aquilo que se gosta é necessário gostar-se daquilo que se tem.

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