E
"A causa máxima de todos os infortúnios e das tragédias humanas é o apego doentio às coisas materiais".
Por que ler?
Porque a leitura nos permite ver coisas que não vemos,
aprender coisas que não sabemos,
sentir coisas que não sentimos,
recordar coisas que esquecemos,
perceber coisas que não percebemos.
Ler é, no fim das contas, recriar-se e, assim,
recriar o mundo.
Ler é um ato nobre de pura resistência.
"Não, esse mundo não é um conto alegre e tudo tende, inevitavelmente, a acabar da pior maneira possível. Só o que nos resta é seguir, seja como for, enfrentando os monstros das profundezas de nossa mente exausta e os monstros que vagam por esse mundo insano, vivendo um dia que parece mil anos, um caos, um inferno, uma falsa esperança de cada vez".
"Tudo, de uma forma ou de outra, será enterrado. A vida humana, vazia de sentido, soterra a ela mesma. Até a Terra um dia será despedaçada e enterrada no vazio do Universo".
Neste mundo há corações boníssimos
Mas também há muitos corações malignos
Alguns estão mais perto do que você possa imaginar
"Que o nosso coração seja profundo, sábio, forte e capaz de superar todos os muros, principalmente, o muro que muitas vezes somos obrigados a construir em torno de nós mesmos".
"Quem vive sob o signo do medo sempre acaba perdendo tudo, dos menores momentos às maiores coisas da vida".
"O destino da humanidade, nos próximos cinco séculos, bem como a única chance de salvação da humanidade enquanto espécie, está nas Estrelas".
A fé cobre lacunas no conhecimento.
Não existe posição neutra quando o assunto é crenças.
Deus é logicamente plausível.
Na verdade o cristianismo é gratuito, mas ele pode custar-lhe a vida.
Usar a razão é parte de um mandamento maior.
Mas existe uma grande diferença entre ser uma pessoa de mente aberta e ser uma pessoa de mente vazia.
Talvez Agostinho estivesse certo quando disse que nós amamos a verdade quando nos ilumina, mas a odiamos quando ela nos convence.
"Buscamos ser melhores ou pelo menos, menos piores, através de alguma temperança, moderação, tentando encontrar um ponto de equilíbrio à beira do abismo, tateando em meio a escuridão que rodeia a vida, em meio ao desespero e a desolação de existir".
"O Espírito verdadeiramente Livre, o autêntico Viajante da Luz na Escuridão, em sua mais imperfeita e luminosa solidão, se pergunta silenciosamente, (porque a verdadeira Filosofia, dizem alguns, é 'Agere non loqui'): por que diabos devo eu me controlar diante da força incontrolável da Vida?"
