domingosmassa
O tempo não passa:
ele atravessa.
Rasga a alma em silêncios sucessivos,
leva nomes, vozes, gestos mínimos
que sustentavam os dias.
Há perdas que não gritam,
apenas permanecem.
Assentam-se no peito como pedra antiga,
ensinando o peso exato da ausência.
O tempo não pede licença.
Ele segue, mesmo quando o coração
preferiria ficar.
E nessa marcha desigual,
aprendemos a caminhar feridos,
não por escolha,
mas por necessidade.
Continuar não é esquecer.
É carregar com dignidade
aquilo que não volta.
É permitir que a dor exista
sem que ela nos governe.
Seguimos porque viver
não é negar as perdas,
é dar a elas um lugar —
não no centro,
mas na memória que fortalece.
E assim, mesmo dilacerados,
avançamos:
não intactos,
não ilesos,
mas humanos o suficiente
para transformar ausência
em permanência silenciosa
dentro de nós.
©2025 @domingosmassa
2026 É ANO ELEITORAL
e alguns pastores vão se comportar como cabos eleitorais e
farão dos púlpitos palanques e
dos templos comitês.
Será sutil,
começa com;
___ Não mexam com as nossas crianças!!!
Porque falar de crianças desmonta a defesa psicológica!!
A conversa vai para denúncia de pecados que nem na Bíblia estão como "marxismo cultural"
Se começa assim,
levanta,
pega sua família e
vai pra casa assistir "The Chosen".
Vai por mim,
você vai ser mais edificado.
Tá avisado,
se você insistir nessa comunidade,
em breve vai perder seus filhos e
passar a terceira idade fazendo terapia pra se curar dessas "ministrações"
