Dó
"Elogios momentâneos,
mas esquecem dos espelhos.
Incentivos que elevam a autoestima,
mas não acreditam nas próprias vidas.
Dificuldades sensoriais,
onde as percepções se perdem com o tempo.
Horizonte estremecido,
nas voltas de um instinto.
Lágrimas que brotam,
nos olhos de quem tem história.
Transformações corporais,
nos campos floridos de um ideal.
Pensamentos entrelaçados,
onde buscam os potenciais.
Cronômetro ativado,
e seguimos com os fatos."
"Confundem os nomes, pelos simples boatos. Não apresentam discernimento, em relação ao tempo e espaço. Espalham histórias inventadas, e as emoções são despertadas. Variância territorial, onde os primórdios expressam as verdadeiras mentalidades."
"Distorções de realidade, cuja as falas seguem obsessões deficitárias. Falhas no sistema sensorial e a espiritualidade se revela animal."
"O futuro refletirá as falas do presente, onde as deficiências passaram por readaptações não coniventes."
"Vibrações distantes, mas o tempo se torna único. Conjuntura de rochas metamórficas, e o subsolo apresenta vossas flautas."
"Agricultura que se adapta, em meio à cultura de desgraças. Tópicos não vigentes, onde as oferendas são exigentes."
"Animais na natureza, mas os comportamentos geram um evolucionismo interpretativo. Situações intercomunicativas, demonstrando diversas maneiras expressivas."
"O clima mudou, com os dizeres não reflexivos. Insatisfação nos bolsos, em um meio ambiente destruído."
"Vamos caminhando, pelas trilhas de verdadeira eloquência. Paisagens nas galerias de arte, onde os sentimentos dominam vossos pesares."
"Confundem as histórias, mas aprendemos com nossas próprias histórias. Tempo que modela as mentes, na memorização de uma serpente."
"Relacionamentos diversos, em tempos incertos. Conflitos pessoais, nos desenvolvimentos cerebrais. Espiritualidade que gera conflitos, nas escolhas de outros motivos."
"Frustrações na adolescência, devido uma infância perturbada. Ausência de sentimentos, onde o desenvolvimento educacional era desfeito."
"Etapas superadas, nas trilhas desenvolvidas por escolhas deficitárias. Aprendizagem que evoluí com as práticas, de uma era não cogitada."
"Homônimos e as confusões de mentes perturbadas. Incapacidade de raciocínios, onde o clima deixa seus rastros imperativos."
A vida, às vezes, pode não ser justa. Quando queremos muito algo, mas não podemos ter, é triste. Agora, já parou para pensar em gostar de alguém, querer essa pessoa e saber que ela também quer você, mas, ainda assim, sentir medo?
Medo de machucar essa pessoa, de que suas inseguranças atrapalhem a vida dela ou de que seus próprios problemas acabem ferindo alguém que você só queria ver feliz. Às vezes, nem somos nós que causamos os problemas, mas ainda assim temos medo de que eles afetem quem amamos.
Às vezes, tudo isso parece difícil demais. Em outros momentos, parece simples. Mas, apesar de tudo, a vida é linda.
E agora, como alguém que tantas vezes fugiu e colocou os próprios problemas à frente das soluções, quero dizer algo a você que está lendo este texto:
Não tenha medo de amar. Amar é lindo.
Eu nunca senti que fui amado de verdade. Muitas vezes, fui trocado, deixado para trás e precisei lidar com sentimentos que nem sempre soube explicar. Mas, mesmo assim, não há um dia em que eu não pense em amar alguém de verdade e também ser amado.
Às vezes, gostamos de quem não gosta de nós, e tudo bem. Somos imperfeitos, e nem sempre conseguimos aquilo que queremos. Em outras ocasiões, o sentimento é recíproco, mas o medo de falar, de tentar ou de se entregar acaba nos impedindo de viver algo que poderia ser bonito.
Por isso, jamais deixe que seus medos impeçam você de ser quem realmente é. Não deixe que suas inseguranças tirem de você a oportunidade de amar quem ama ou de demonstrar o que sente por alguém. Seja você mesmo, sempre.
Você é uma pessoa maravilhosa, mesmo que nem sempre consiga enxergar isso. E, por mais difícil que seja acreditar, pode existir alguém que goste de você exatamente pelo seu jeito de ser. Alguém que talvez também tenha medo de falar, de se aproximar ou de revelar o que sente.
Então, não seja como eu tantas vezes fui. Não deixe que o medo faça você assistir, de longe, à partida de alguém que gostaria de ter por perto. Se houver reciprocidade, se existir carinho e se ambos quiserem tentar, tenha coragem. Lute pelo que sente, cuide dessa pessoa e demonstre que ela é importante para você.
Eu sei que, às vezes, amar de longe é tudo o que nos resta. Sei que nem sempre podemos estar presentes como gostaríamos, abraçar quando queremos ou cuidar da maneira que sonhamos. Mas, mesmo de longe, continuo torcendo pela felicidade de quem gosto.
E, embora eu saiba que talvez não seja eu a pessoa que ela escolherá, não existe um dia em que eu não deseje que seja. Não há um dia em que eu não tenha medo de perder alguém que se tornou tão importante para mim.
Talvez eu ainda esteja aprendendo a enfrentar meus próprios medos. Talvez ainda tenha muito a melhorar. Mas, se existe algo que aprendi, é que não podemos permitir que o medo de sofrer nos impeça de viver aquilo que faz nosso coração bater mais forte.
Porque, no fim, o arrependimento de não ter tentado também dói. E, às vezes, passamos tanto tempo tentando nos proteger da dor que acabamos nos afastando justamente daquilo que poderia nos fazer felizes.
Por isso, ame. Demonstre. Cuide. Fale o que sente. Não espere ter todas as respostas para dar o primeiro passo. Você não precisa ser perfeito para viver algo bonito, só precisa ter coragem para ser verdadeiro consigo mesmo e com quem está ao seu lado.
Enfim, como costumo dizer em meus textos:
“A vida acaba, mas o que sentimos nas lembranças continua vivendo dentro da gente.”
E talvez seja justamente por isso que valha tanto a pena amar enquanto temos tempo. Porque, no final, não são os medos que queremos guardar, mas as lembranças de tudo aquilo que tivemos coragem de viver.
As guerras não têm memória e ninguém se atreve a compreendê-las até não haver vozes para contar o que aconteceu, até chegar o momento em que já ninguém as reconhece e regressam, com outra cara e outro nome, para devorar o que deixaram atrás.
A vida não é como os romances, sabe? Na vida há que tomar partido. E está à vista aquele que o senhor escolheu. O dos que perdem por serem burros.
"Árvores e seus diversos frutos, onde o tempo dita um ritmo. Capacidades de alterações expressivas, onde o conhecimento se mescla nos pensares humanistas."
"Vi o Aurélio na estante, mas me preocupei com o Aurélio sobre a mesa. Dividiram as páginas, mas não encontrei aquelas falas."
"Pensei nas deficiências, e fui ler um livro que estava sobre a mesa. Então percebi minhas dificuldades, onde as cópias apresentavam deficiências quase iguais."
"Interpretações literárias, mas não condizem com a linguística. Acreditam nos próprios conhecimentos, mas esquecendo da diversidade cultural."
"Entrei na livraria, mas não mostraram as seções. Inclusões distorcidas, na eternidade de uma espiritualidade perdida."
"Sabedoria conquistada com o tempo, no decorrer de várias vidas. Concorrência esportiva, onde as empresas moldam as vidas."
"Constelações em um universo de instabilidades, mas as grandes navegações oscilavam no período detalhado. Cavalheirismo na antiguidade, onde a era das trevas se tornava vossas partes."
