Dó
"Yoga práticada mas não querem saber do Hyoga. Nevasca que altera o estado físico de uma matéria, onde não prosseguem em meio as misérias. Mas pensamos no ar condicionado, cujo os geradores esquentam. Temperaturas que se elevam, onde o Iki manifesta seu Ki."
"Natureza que se altera, em meio ao inferno de uma ideia. Mas não acreditamos em Lúcifer, pois Hades é descrito como um líder. Espiritualidade que concentra energias de natureza reprimida, onde o espiritismo dita as doutrinas não vividas."
Homônimos religiosos mas as crenças são divididas em lado bom e lado ruim. Sincretismo que substitui uma cultura, onde o tempo hipnotiza vossas mentes. E assim percebemos as sobreposições culturais, onde a Antroposofia revela os detalhes das vidas.
Yakkhas que influenciam uma biblioteca de descritos codificados. Mas leitores que só enxergam Sidarta Gautama, mas os ensinamentos hipnotizam uma demanda. Onde não acreditam nos Três Reis Magos, e as histórias se perdem através de culturas descartadas.
"Produção de espiritualidade atrasada, no qual os ditados refletem uma imoralidade. Abuso moral de um desespero pela natureza, onde os pecados transformam o ambiente. Porém não pensam no ciclo da vida, que despende energias."
"Dicionário aberto na letra V, mas não enxergamos as definições representativas. Incompreensão nos textos publicados, cuja a espiritualidade se baseia. Mas como pensar em um achado, se na antiguidade eles eram adorados?"
"Sintonia de pensamentos altruístas, onde os moldes se misturam em solos instruídos por vossos pesares. Porém esperam pelas alegrias de um tempo vivido, mas sofrem por não terem vivenciados o presente negativista. Dúvidas que percorrem as auras de pessoas não conhecidas, transformando as polaridades de maneiras exclusivas."
"Desenhos animados de um futuro não aclamado, mas as cores fazem propagandas dos próprios cérebros. Informações decifradas no exterior, através de uma translação incomum. Mas pensamos no tempo atual, dando continuidade aos estudos não motivacionais. Reflexão de uma terra esplêndida, cuja as destrezas não estão apenas nas mesas."
Reviravoltas nas páginas descritas, mas análises de uma linguagem estendida. Escritas que não condizem com as personalidades idealizadas, demonstrando uma euforia doutrinada. Mas vamos pensar nos ensinamentos básicos, onde existe inter relacionismo nos contextos expostos na escola. Entretanto apresentamos deficiências, mesmo no automatismo de nossas experiências. Dificuldades em entender um leque amplo de conteúdo, quando o foco se intensifica em um caminho único.
Inconformidades nas letras expostas em uma capa antiga, mas a junção do alfabeto propiciaram sensações coletivas. Então viramos aquela imensa folha, na qual denominaram papiros. Surpresas no enredo seletivo, onde chamaram de tempo introdutório. Númerologia que se divide em duas colunas, nos mostrando um centro de espessuras não alinhadas. Mas quão relativo se torna uma hipotenusa, se os catetos não condizem com o tempo espaço declarado?
Rochas ígneas que se desprendem da montanha,
na qual optamos por uma crença chamativa.
Natureza que mostra seu intenso brilho,
no topo da própria montanha.
Mas percebemos uma diferença,
em baixos de nossos pés.
Trazendo dificuldades no entendimento daquelas oscilações.
Fumaça lançada por "kutacam",
que afugenta os maus espíritos.
Mas algo está diferente,
pois o livro não revela uma parte da história.
Prefácio de um período milenar,
na qual os acontecimentos não se tornam fatos.
Mas seguimos um instante,
de imensidão não revelada.
Assim são as potencialidades,
demonstrando vossos solos.
Incertezas em atitudes mal pensadas,
onde a espiritualidade lhe apresenta inconformidades.
Tempo de variabilidade expressiva,
mas as energias não são percebidas.
No entanto nasce uma flor,
cuja as sementes são verdadeiras obras divinas.
Intuição de vibrações longínquas,
nas quais uma temporalidade se tornou destrutiva.
Pensares que clamam por paz,
onde as junções de crenças,
se tornaram incompreendidas.
Bíblia que relata em seus descritos as vivências de emoções pessoais, transcritas por uma capacidade simbólica expressiva. Teologia que nos revela as interpretações de um dogma imperialista, mas nos fazendo perceber que Jesus Cristo era um ser humano como qualquer semelhante, feitos de carne e osso. Porém a sua ressurreição deixou uma marca significativa nas vivências da época, onde com o passar dos anos, houve a necessidade de crenças desvinculadas as ideologias impostas, retransmitirem os ensinamentos do próprio nosso senhor.
"Tais mandamentos têm aparência de sabedoria, com a sua pretensa religiosidade, falsa humildade e austeridade com o corpo, mas não têm valor algum para refrear os impulsos da carne."
Colossenses 2:23 (NVI)
"Nos mundos mais adiantados que o nosso, onde não se acham premidos por todas as nossas necessidades físicas e nossas enfermidades, os homens compreendem que são mais felizes do que nós?"
Questão 394 de O Livro dos Espíritos, obra de Allan Kardec.
Análises de uma linguagem primordial, cuja as comunicações passaram por etapas de práticas desequilibradas. Assim as incógnitas geradas, são questionadas pelo tempo de uma superstição não relatada. Ensinamentos privativos de escolas milenares, mas o psiquismo ocidental, nos revela as características de imensa compreensão planetária.
"Proscritos inseridos em páginas desgastadas, mas as curiosidades não são completadas. Dúvidas nas interpretações literárias, onde o tempo não demonstra as falas. E assim o espaço se modifica, nos trazendo dúvidas sobre à vida exposta, nas páginas de um livro esquecido."
Espíritas mitomaniacas, no qual os passes retransmitem uma incapacidade do século I. Porém os Espíritos utilizam o Reiki para reequilibrarem as energias de um ambiente. Inconformidades de uma época gananciosa, onde os relatos distorcem as histórias.
Amor de encarnações não manifestadas,
mas escondendo os desejos de uma época pensada.
Reflexões de situações presenciadas,
no desenrolar de uma história mal contada.
Olhares ao longe,
refletindo as cores de um horizonte.
Campo florido de intensa relevância,
onde se renova as esperanças.
Mas sentimos uma ausência,
nos interpretares de outras existências.
Nomes que se assemelham,
nos conduzindo pelas notas de uma sinfonia.
Sol que ilumina os campos,
gerando diversos encantos.
Sintonias de uma vibração específica,
onde encontram vossas vidas.
Pensamentos de Byung-Chul Han, onde as pessoas se comportam como máquinas. Mas refletimos sobre as teorias de Karl Marx, onde o sistema de mais-valia nos remonta à tempos colonialistas. John Locke nos apresenta os contratos sociais, mas duvidamos da nossa existência humana (René Descartes). Essência explicada por Aristóteles, onde perdemos as geometrias de Pitágoras. Pontos que giram em torno de um eixo (Galileu Galilei), mas as pressões são refletidas por Isaac Newton e assim vamos atrás de Immanuel Kant para entendermos a metafísica que justifica a existência da alma.
"Rudolf Steiner nos demonstrou através de suas teorias que o mundo pode ser transformado pelas ações das almas. Tal foi a dúvida de Sócrates, à respeito da continuidade dos seres. Mas surgem preocupações em relação as culturas, pois existem pessoas que desprezam as crenças. Com isso: Seriam os manifestos das formas Aristótelicas, uma credibilidade do logos à respeito da diversidade a priori?
"Escrevem sobre energias, mas não definem à palavra energia. Uma prova é a origem da palavra Energia."
"Distúrbios espirituais, e o tempo não se manifesta através de desejos. Inconstâncias nos pensamentos, onde transmitem energias negativas. Porém os polos se alteram, demonstrando energias positivas. Mudanças em um sincronismo estabilizado pelas demandas, mas perdidos pelos instantes de imensa inconstâncias."
Thomas Nagel nos faz pensar sobre morcegos, mas demonstrando a priori uma geometria não conclusiva. David Hume nos apresenta o empirismo para raciocinarmos os conhecimentos. Já Platão nos fez concordar com os Sofistas sobre uma política e justiça de valores da cidadania épica. Porém Heráclito de Éfeso nos mostra que o tempo muda no ambiente. E assim aprendemos Filosofia, tentando descobrir o real sentido da vida.
