Ser novo é não ser velho. Ser velho é ter opiniões. Ser novo é não querer saber de opiniões para nada. Ser novo é deixar os outros ir em paz para o Diabo com as opiniões que têm, boas ou más — boas ou más, que a gente nunca sabe com quais é que vai para o Diabo.
Dar um nó é fácil, desatá-lo é que é difícil.
A ausência de culpa, liberta a pessoa para fazer errado novamente. O perdão a outrem não ajuda ninguém, o verdadeiro perdão, é quando a pessoa se conscientiza, de que nunca mais fará aquilo novamente.
Para os vegetarianos, salmão é apenas uma cor.
Ninguém rouba a sua atenção, é você quem a entrega.
Procuro a verdade, não aquela baseada na palavra, mas sim uma verdade metafísica, que tem a ver com ser verdadeiro consigo mesmo.
De que adianta colocar o pé atrás da cabeça, se você não vai usar isso para nada no seu cotidiano?
Um conflito só precisa de dois egos.
Não vivemos o passado nem o futuro, somos todos seres presenciais.
Às vezes tento esquecer quem eu sou, para lembrar o que estou fazendo aqui.
Prānāyāma é feito com a mente, não com os pulmões.
Nossos pensamentos tendem a materialização, já nossos atos tendem ao infinito.
Equilíbrio: é aquilo que você tem, mesmo sem um chão debaixo dos pés.
Se Yoga é contorcionismo, artistas de circo são os maiores mestres que existem!
Não reclame, a vida seria curta mesmo que ela tivesse mil anos, faça cada momento durar uma eternidade.
Quando estou contente, meu coração fica presente, já quando estou ausente, ele se ressente.
Curioso como, aos olhos dos outros, parecemos falsos quando somos verdadeiros.
O Yoga é para todos, mas nem todos são para o Yoga.
Em um lugar que pouco se discute, pouco se sabe.
No Yoga fechamos os olhos, para ver com mais clareza.
Um sadhana verdadeiro, dá exatamente o que você precisa receber.
O conhecimento só é útil quando está em movimento.
Passe adiante...
Não seja um colecionador de perguntas, busque as respostas que já estão dentro de você.
O EU é limitado pelo intelecto, ao conversar com com alguém, você está fazendo apenas um debate entre egos. O Eu não tem vínculos ou se expressa, por isso um iluminado, que tenha um intelecto mal desenvolvido, não é útil a ninguém, pois não saberia transmitir essa experiência transcendental a nenhuma pessoa.
Qual a natureza do corpo, senão a própria mente?