Danielcosta

Encontrados 5 pensamentos de Danielcosta

⁠E quando chega mensagem sua. Hora de fechar os olhos. Hora do frio na barriga só de pensar em tudo que se passou e superou, enfim. Hora de pensar em como as coisas podem mudar num passe de mágica, e que, muitas das vezes não dependem só de nós. O quanto somos pequenos diante dos acontecimentos no mundo. O relógio, que não para, pra que a gente possa consertar o que quebrou.
Eu quero mais tentativas, eu quero mais lagrimas de alegria, eu quero mais frio na barriga.
Não tem sensação melhor do que sentir um friozinho na barriga, euforia e felicidade repentina!
Volte a sentir o frio na barriga
Faça seu coração acelerar de novo
Olhe-a de perto dessa vez, mas.
Ame, viva, perca o medo seja feliz.

⁠Quando a senhora se for, eu também vou ir.
Não estaremos no mesmo lugar, mas minha alma sempre vai te procurar.

Mãe ❤

Inserida por Danielcosta

Morena de pele quente,
de curvas que falam antes das palavras.
Linda e sabe disso.
Sua autoestima é o vestido invisível
que a deixa ainda mais irresistível.
Os olhos dela prometem perigo,
mas o sorriso entrega ternura.
Tem fogo na alma
e doçura na fala,
um contraste que vicia.
Não precisa provar nada,
porque o espelho já se rende toda manhã.

O Véu da Incredulidade


Frágil humano, de carne e de medo,
Que tranca o mistério em baú de segredo,
Como podes andar sob o manto da lua
E negar a presença que a noite acentua?
​Tu ergues cidades de vidro e de aço,
Medindo o vazio, ocupando o espaço,
Mas fechas os olhos quando o vento murmura
E ignora o que foge de qualquer moldura.
​Como podes não crer?
​Se a erva no pote ainda cura a ferida,
Se o círculo traça o sentido da vida,
Se há uma força que a mente não doma,
Perdida no tempo, num antigo aroma.
​Não são só caldeirões ou chapéus pelo chão,
É o pulso da terra na palma da mão.
É a voz que sussurra quando o fogo se apaga,
A força ancestral que em teu sangue propaga.
​És frágil, pequeno, num mundo de espanto,
E ainda assim negas o peso do encanto?
Pois saiba que o místico não pede licença:
Ele existe, humano, apesar da tua descrença.
​Gostou do tom do poema ou prefere algo mais sombrio e folclórico? Se quiser, posso transformar esses versos em uma letra de música ou até gerar uma imagem que ilustre essa cena.

O Silêncio do relógio:


O medo que eu sentia se desfez no cansaço,
eu já não tenho medo da morte, nem do fim.
Antes eu tinha, mas hoje o tempo é escasso,
e o peso do que carrego já transbordou de mim.
​Eu desconto a minha dor nas pessoas, eu sei,
e por isso eu evito me aproximar delas agora.
No silêncio dos muros que eu mesmo levantei,
espero o momento de, enfim, ir embora.
​Pois algum dia ficarei off-line para o resto da vida,
uma ausência que o mundo não saberá explicar.
E na alma cansada, uma certeza incontida:
sei que não existe uma cura para a minha doença,
apenas o silêncio que me ensina a parar.