Claudeci Ferreira de Andrade
A escola precisa deixar de trabalhar com ciladas e emboscadas. Uma pessoa quer o que ele gosta. Por que o aluno não aprende a gostar da escola? Ou: "É a caça ruim que desarma a arapuca...!"
Quando a caça desconfia, não cai, por isso não se trabalha a mesma dinâmica em sala de aula, os alunos não prestam a mesma atenção da primeira vez, piada contada duas vezes perde a graça.
Quando você lê procurando erros, não cresce; procure os acertos.Só se aprende ler é lendo certo. Interpretação é necessário!
De jeito nenhum, quero ser essa mentira ambulante, mas quero deixar claro sobre eu mesmo ser um ator social, apenas em lugares propícios, até nisso estou representando, todavia, aqui dentro, no coração, nunca deixarei de ser eu mesmo.
Eles estão quietinhos, quando chego, começam a bagunçar, foram treinados a agir sem pensar, é como um bexiga cheia, explodem, quando a pressão de dentro é maior que a de fora, não sabem lidar com a liberdade!
Tem gente tão viciada que não pode ver uma fila, logo entra ali, até mesmo sem saber o objetivo dela. no final qualquer coisa é lucro. Importa está na frente de alguém!
Emprestar um bem que você não pode dar é colocar em risco a amizade. Quando precisar dele, nunca estará a sua disposição. De graça, o invejoso o levou para si.
O dia da criança também é dia do professor, pois no dia 11, as crianças vão a escola brincar e comemorar, e no dia 12 é o feriado, ninguém pisa lá. Assim se norteia o compromisso e o profissionalismo, requerido de outras formas mais duras.
Muitos homens perdem a liberdade de expressão pela repressão ou indiferença, os apertados extremos matam as suas esperanças. Então, adquirem o vicio do alcoolismo. e nunca mais ouvem seu próprio nome. Enfim, esquecem-se como é ser eles mesmos: Isso é violência social. Em breve não haverá mais democracia, eles não gostam de arma, não se defendem.
O que acontece ao homem molda seu caráter, você é o que lhe acontece. Não se pode condenar uma pessoa sem lhe conhecer. Leia minhas crônicas, ali está o que me acontece e assim terei um julgamento justo. E a você não somará mais pecados do que já tem em sua vida. Aqui emprestando as palavra de Augusto Cury: "Não há aplausos que durem para sempre e nem vaias que sejam eternas."
Pagar, com verba pública, para o vulgar estudar, é dar mais do que ele se importa com a escola, é autovulgarização do sistema educacional. E o mercado aceitando orelhas nos diplomas.
Somos dos mesmos elementos químicos do belo. Nos alimentamos do belo. Vivemos no meio do belo e ainda sabemos apreciar o belo, mas, exatamente por isso, somos feios. E quanto mais nos medimos e nos comparamos, mais misturados desaparecemos, como o branco do leite bebe todas as propriedades da água. Afinal, os diferentes se atraem para a uniformização.
Quando se faz vista grossa ao gênio de quem ensina, o Ensino dele se torna um meio egoísta para a ruína dos seus alunos, revogando a paz.
Então, vivemos em um mundo de homossexuais, lutando com sua sina dada por Deus para conter o crescimento populacional sem sofrer catástrofes naturais e nem minar a felicidade dos humanos.
NA IDEOLOGIA DE GÊNERO, "ELES NÃO QUEREM IGUALDADE, MAS SUPERIORIDADE". ACHO QUE A IGUALDADE ESTARIA DE BOM TAMANHO. AFINAL, SÃO HOMO.
Incluir é excluir, porque reforça a ideia de que não fazia, não faz e não fará parte, pois não é da mesma substância. Concordando com Aristóteles: 'A pior forma de desigualdade é tentar fazer duas coisas diferentes iguais'.
Toda inclusão é forçada, escravizante para ambas as partes; a exclusão é natural, ressalta a individualidade de cada um. Discriminar é valorizar o diferente; o ideal é a aceitação.
"Mira" o professor com o celular na mão em sala de aula é um precedente para o aluno usá-lo: — Se ele pode, por que não posso usar também! E os coordenadores repreenderão-no nas reuniões pedagógicas?
Ontem na "Cantata do natal" na escola, ouvi de um aluno: — "Este é o Claudeci não precisa respeitar ele." De um aluno reprovado se espera tudo. Não fiquei chocado, mas queria dizer isso para você, talvez aprenda algo sobre caráter e educação familiar. Assim se explica também o medo da escola em reprovar aluno.
