Claudeci Ferreira de Andrade
Professor burro tolhe o êxito dos alunos, com vetos vãos, atrasando seu próprio sucesso. O sucesso do aluno também é nosso.
A certeza que muita gente me lê, é a quantidade de inimigos que tenho, pois é como já disse Martin Luther King: "Para ter inimigos, não precisa declarar guerras, apenas diga o que pensa."
Estou aprendendo dar minha ausência, um dia após o outro até a ausência eterna para aqueles que não valorizam minha presença. Os que aprenderam de mim castiguem-nos, negando-se-lhes o que sabe a meu respeito. Pérolas aos porcos nunca! Ainda bem que porcos não gostam de internet!
Desconfio que a intenção da redação do Enem é descobrir profetas!Pois adivinhar o tema já é uma boa iniciativa: Clarividência!
Os Alunos modernos nem sabem que curso querem fazer na faculdade, é o que a nota do Enem lhes permitir.
Agora o milagre da inclusão social dos surdos é o estudo da língua de sinais? Assim somos nós que decidimos, se não estudarmos não haverá incluso.
O Enem deveria ser um evento de grande motivação para estudo e pesquisa. Todavia os candidatos tocam superficialmente nisto ou aquilo, afinal aprofundar em quê se ninguém adivinha!
O pior debate de um coordenador a fim de passar o aluno sem mérito:—"você quer tê-lo novamente como seu aluno,no próximo ano?
Ora, se os alunos sabem que serão aprovados automaticamente, ou melhor, no grito, vão se importar com mais uma tarefa no quadro, valendo pontinhos.
No terceiro bimestre em diante, a pressão psicológica aumenta em cima do professor, enquanto deveria ser em cima do aluno. É um assédio moral aqui, outra imoralidade ali, uma falta de ética acolá e assim vamos com "ordem e progresso"
Observei também que no quarto bimestre aumentam as denúncias de pais e alunos sobre os professores com as acusações mais banais, mexem até na família do professor. É uma competição desleal. Todos querem a aprovação deles.
O aluno, por último, será promovido mesmo que fique reprovado em duas matérias, ele nem se preocupará, pois um "trabalhinho" resolverá sua dependência curricular. E é lógico que o professor não quer, de jeito nenhum, trabalho extra!
No início do ano, os professores reafirmam o voto:—"vamos aprovar só os alunos dedicados e estudiosos, sejamos rígidos, nossa escola é séria!" Mas no conselho de classe do terceiro e quarto bimestres, se não atingiu o índice de aprovação, já se resolve tudo no jeitinho brasileiro.
Se queremos fazer deles cidadãos, precisamos inseri-los corretamente nos assuntos do mundo letrado. O inverso disso significa querer que sejam nada, aí é só deixarmos-los como estão para vermos como é que ficam!
Se queremos uma escola atualizada, inteligente e útil, precisamos deixar de sermos ignorantes a respeito de como queremos atender as necessidades sofisticadas de nossos alunos.
Os suicidas Romeu e Julieta são a maior expressão da ignorância sobre o amor e a felicidade. Iludidos que ficariam juntos eternamente, esqueceram-se que "no céu não se casam e nem se dão em casamento. Agora imaginem-se no inferno legalmente casados!!!
Será que precisamos sujeitar-nos ao amor verdadeiro como a única condição de sermos felizes? Se é que o amor traz felicidade!
Irônico demais é dizer que o lar é um pedacinho do Céu na terra! Pior seria um pedacinho do Inferno no Céu! Maior felicidade tem, quem tem o maior número de inimigos mortos! Felicidade para mim é poder contar com as amizades provadas no fogo do inferno.
Seria uma agonia tremenda a antessala da morte, se não tivéssemos o estágio da velhice, com mil motivos, para desejar morrer.
A morte é o maior ato da misericórdia de Deus, Ele seria injusto demais se nos matassem sem aviso algum. "salário do pecado".
Quando alguém se nega a pensar na morte, ele está senão mostrando-se indisposto a amar a vida, e se negando ao preparo final.
As Razões para matar tornam-se também razões para morrer, aquelas provocam estas! Quem mata sempre avisa. Ninguém morre sem consciência da morte, pode até ignorar alguns motivos, mas nunca, o aviso do depósito da salário do pecado.
Aprendi isto em um conselho de classe: a deficiência é do aluno, mas é o professor que tem de mudar a metodologia! Mais antes, não tivesse ensinado nada, ficaria mais fácil para ambos.
