Celso Jerônimo

Encontrados 10 pensamentos de Celso Jerônimo

As lágrimas são a melhor forma de expressar o que está no coração.

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O Ministério Público é uma instituição do Estado e não um órgão de governo.

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O Ministério Público é uma instituição essencial e indispensável à prestação jurisdicional e na solução e prevenção de conflitos porque se insere na estrutura do Estado e com este se confunde, por isso, permanente, não sendo um mero órgão de governo.

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Se alguém deseja conquistar credibilidade e respeito, então vai depender, em boa medida, da fidelidade e coerência que mantiver entre o seu discurso e as suas atitudes.

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⁠A vida humana pode ser comparada com um rio, em que suas águas vêm e passam, podendo o seu curso até ser retardado, mas não contido.

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⁠"Não há juiz mais implacável, mais inflexível, mais intransigente e impiedoso comigo do que a minha consciência e, por isso, não preciso de um estranho para julgar meu comportamento..."

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⁠"A vida humana é uma jornada efêmera ou prolongada, mas sempre finita, marcada inevitavelmente por um início e um fim. Entre esses dois marcos, vive-se tudo o que somos."

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A vida humana assemelha-se a um rio: suas águas seguem inevitavelmente, contornando obstáculos, fluindo com o tempo. Seu curso pode ser retardado por barragens ou pedras no caminho, mas jamais será contido por completo, porque viver é seguir adiante.⁠

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O coração é um altar interior. Tudo o que nele depositamos se transforma em energia que nos sustenta ou nos corrói. Quando o deixamos acumular mágoas, vaidades e rancores, profanamos o templo da alma e perdemos a harmonia do espírito. Cuidar do coração é, portanto, um exercício de desapego: varrer os excessos, silenciar o ruído e permitir que apenas o essencial, como o amor, a paz e a gratidão permaneça. Pois só um coração limpo pode ouvir com clareza a voz do que é divino dentro de nós.

A parábola do velho caminhão

Conta-se que, em uma comunidade distante e resiliente, havia um velho caminhão incumbido de uma missão essencial: transportar seus habitantes por estradas sinuosas, ladeiras íngremes e longos trechos esburacados. Naquele lugar onde a vida parecia sempre exigir mais do que tinha a oferecer, o veículo representava a bandeira do dever, o emblema da proteção coletiva e a esperança silenciosa de que ninguém ficaria para trás.

O tempo, porém, atuou como juiz severo. As engrenagens já não obedeciam com a precisão de antes. O motor tossia e arfava como um peito fatigado. A lataria, corroída, gemia sob o peso de cada novo desafio. O caminhão, outrora instrumento de serviço e força, converteu-se em massa pesada, lenta e esgotada, tornou-se um centro de desgaste que exauria não apenas a si mesmo, mas todos ao seu redor.

Instalou-se, então, uma inversão cruel de papéis. Nas subidas, os passageiros precisavam descer para empurrar o veículo com todas as forças que lhes restavam. Nas descidas, amarravam cordas e uniam braços firmes para impedir que o caminhão, descontrolado, despencasse no abismo.

Assim, a comunidade que deveria ser conduzida passou a se ocupar de impedir a queda do próprio transportador. O meio transformou-se em obstáculo, a ferramenta, em problema e aquilo que um dia simbolizara esperança converteu-se em um fardo pesado.

Com o tempo, o esgotamento tornou-se inevitável. Até que, em certo dia, um passageiro já exaurido de empurrar nas horas difíceis e conter nas horas perigosas ergueu a voz, bradando: somos nós que deveríamos estar sendo levados por este caminhão, mas somos nós que o carregamos. Digam-me, para que serve um veículo que falha em cumprir a sua mais básica função?”

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