Balada para Sophie

Encontrados 6 pensamentos de Balada para Sophie

Nunca percebi muito bem por que raio se oferecem flores às pessoas. É um prazer muito sádico. As flores não duram nada. Qual o prazer de ver as coisas a murchar e a morrer? Parece que servem para nos lembrar do nosso próprio prazo de validade.

Balada para Sophie
CAVIA, Juan; MELO, Filipe. Balada para Sophie. Lisboa: Tinta da China, 2020.
Inserida por pensador

Podem ocupar o nosso país, mas nunca vão ocupar a nossa alma.

Balada para Sophie
CAVIA, Juan; MELO, Filipe. Balada para Sophie. Lisboa: Tinta da China, 2020.
Inserida por pensador

Conheça os livros de Balada para Sophie que aprofundam estes pensamentos.

Ver livros

Quando os holofotes se apagavam, ficava apenas um enorme vazio.

Balada para Sophie
CAVIA, Juan; MELO, Filipe. Balada para Sophie. Lisboa: Tinta da China, 2020.
Inserida por pensador

Esta casa está cheia de memórias e de fantasmas.

Balada para Sophie
CAVIA, Juan; MELO, Filipe. Balada para Sophie. Lisboa: Tinta da China, 2020.
Inserida por pensador

É curioso, com o passar dos anos, os dias duram menos. Passa tudo a correr. Aprendemos a aproveitar melhor cada bocadinho.

Balada para Sophie
CAVIA, Juan; MELO, Filipe. Balada para Sophie. Lisboa: Tinta da China, 2020.
Inserida por pensador

Como é que alguém pode ser feliz a tentar ser outra pessoa? Acabamos por ser apenas personagens secundárias da nossa própria vida.

Balada para Sophie
CAVIA, Juan; MELO, Filipe. Balada para Sophie. Lisboa: Tinta da China, 2020.
Inserida por pensador