Jacilene Arruda

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No frio da noite,
o vapor se torna orvalho.
Um momento de ciência,
um vislumbre do eterno.
Do invisível ao visível,
do passageiro ao profundo.
O orvalho nos ensina:
em cada gota, o universo se condensa,
o frágil torna-se belo,
o transitório toca o intemporal.

O Orvalho da Existência


O ar se resfria,
a superfície perde calor,
e no instante preciso,
o vapor se torna gota.


É a física da condensação,
a dança invisível das moléculas,
obedecendo às leis imutáveis
do ponto de orvalho.


Mas além da ciência,
há o mistério do instante:
a gota que nasce da noite
é metáfora da vida.


Tudo o que somos
condensa-se no breve,
na fragilidade que brilha
antes de se dissolver ao sol.


Assim o orvalho ensina:
a beleza está na transição,
na fronteira entre o invisível e o real,
entre o efêmero e o eterno.

Se você não consegue enxergar além das aparências, você não pode ver Deus.

O que Deus quer para a gente é muito maior do que aquilo que desejamos.

A história que Deus escreveu para cada um de nós é uma incógnita que somente ele sabe mais.

Apenas seja gentil, não sabemos a dor que cada um carrega dentro de si, o mundo precisa de pessoas gentis e não importunas.

Quem fez mais pelas crianças?
A que se vestiu de Jasmine e alimentou e fortificou a imaginação das crianças e de seus sonhos?
Ou a que se vestiu de burca e escondeu a própria filha dos seus pretendentes?

A vida é um experimento.

Se você não se encaixa em nenhum padrão, talvez seja porque você nasceu para criar um novo.

Quando não há padrão que te comporte, é sinal de que você é o início de um novo.