Antonio Ramos da Silva
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Nos altos e baixos da vida meu coração te abriga.
Quando o coração é flor a estação está em primavera.
Quando fores incapaz de enxergar deixe que teu coração encontre.
Ser o foco. Só irradia quem tem luz.
Não agende ser feliz. Seja!
O amor que ti dei cerzi nas linhas do infinito do meu coração.
Sinto-me criança quando deslizo minhas mãos
sobre as folhas brancas da alma registrando minha evolução.
No invisível infinito tudo é possível imaginar.
Credes! Regresse ao seu interior; veras luzes brotar da escuridão.
Minha inspiração advém do silencio provocado na alma,
bebido com vinho gole a gole, degustado e reservado até a última gota.
Ao invés de criar expectativas crie certezas.
No quintal da minha alma colheste carinho no jardim que tu plantaste.
Tenho silêncios selados em segredos.
Áfonos silêncios embrulhados que se lê nos olhos meus.
Cúmplices silêncios compartilhados.
Tantos interlocutores autores, poucos executores.
A vida necessita conjugar o verbo fazer como ação.
Cada palavra escrita,
um coração de beijo dita.
És tão bonita.
Todo o ser tem a sua beleza, mas a tua diferencia.
A inteligência; o pensar é de se emocionar.
Há pessoa que ilumina nossa vida,
assim como um farol em noite escura.
A maior beleza de uma mulher é ser mãe.
Não Tenho nada a oferecer, só o meu jeito carinhoso de ser...
Nem tudo precisa ser dito, às vezes sou mais silêncio,
sorriso no rosto, amor no coração.
Sigo meu caminho saboreando alegria de viver,
amando cada detalhe que ele me oferta.
Rugas! Linhas que contam histórias mais do que qualquer livro.
Até que aconteça; lê-me um pouco o poema sou eu.
Medite sobre e sinta-o. Espere-me nele.
O desejo se limita a satisfação.
O amor a adoção.
Ferimentos superficiais maquiam-se.
Mas os que rompem a alma estarão sempre despidos e desprovidos.
Para a alma não ficar senil, arisque-se.
São tantas as marcas que a totalidade da alma está mapeada e tatuada.
Aceitá-las, caberá espaço para te abrigar.
Se porventura algum dia a saudade deixar de existir. Morri!