Biografia de Anaïs Nin

Anaïs Nin

Anaïs Nin nasceu em Paris, em 1903. Foi morar com a mãe e os irmãos nos EUA, em 1914, após seu pai ter abandonado a família.

Foi na viagem para a América que começou sua relação com a literatura. Anaïs começou a escrever uma carta ao pai, que nunca foi enviada, mas que acabou se transformando em seu diário.

A autora retornou para Paris, em 1924, quando conviveu com grandes personalidades literárias, como Antonin Artaud, Otto Rank, André Maurois, Lawrence Durrel, Constantin Brancusi, Henry e June Miller. Sua amizade com Henry e June Miller foi recriada em forma de romances e narrativas curtas.

Com a Segunda Guerra Mundial, a autora retornou para Nova York. Mas não encontra muita aceitabilidade para seus romances, que são recusados pelas editoras. Passou, então a escrever histórias eróticas para um colecionador anônimo, que depois foram compiladas e lançadas após a sua morte. As obras são chamadas “Delta de Vênus” e “Passarinhos”.

Na década de 50, as obras de Anaïs passam a ser elogiadas pela crítica e são publicadas com grande sucesso na Europa.

Anïs faleceu Faleceu em Los Angeles, em 1977.

Algumas obras da autora:

-D.H. Lawrence: An Unprofessional Study

-Collages

-Winter of Artifice

-Under a Glass Bell

-House of Incest (A casa do incesto)

-Delta of Venus (Delta de Vênus)

-Little Birds (Pequenos Pássaros)

-The Diary of Anaïs Nin (7 volumes) (br: Diários Íntimos)

-The Early Diary of Anaïs Nin (4 volumes)

-The Novel of the Future

-Henry and June

-Incest

-Fire

-Nearer the Moon

Acervo: 65 frases e pensamentos de Anaïs Nin.

Frases e Pensamentos de Anaïs Nin

Não vemos as coisas como são: vemos as coisas como somos.

Anaïs Nin
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Eu escolho um homem que não duvide de minha coragem, que não me acredite inocente, que tenha a coragem de me tratar como uma mulher.

Anaïs Nin
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A vida se contrai e se expande proporcionalmente à coragem do indivíduo.

Anaïs Nin
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A origem da mentira está na imagem idealizada que temos de nós próprios e que desejamos impor aos outros.

Anaïs Nin
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Um homem jamais pode entender o tipo de solidão que uma mulher experimenta. Um homem se deita sobre o útero da mulher apenas para se fortalecer, ele se nutre desta fusão, se ergue e vai ao mundo, a seu trabalho, a sua batalha, sua arte. Ele não é solitário. Ele é ocupado. A memória de nadar no líquido aminótico lhe dá energia, completude. A mulher pode ser ocupada também, mas ela se sente vazia. Sensualidade para ela não é apenas uma onda de prazer em que ela se banhou, uma carga elétrica de prazer no contato com outra. Quando o homem se deita sobre o útero dela, ela é preenchida, cada ato de amor, ter o homem dentro dela, um ato de nascer e renascer, carregar uma criança e carregar um homem. Toda vez que o homem deita em seu útero se renova no desejo de agir, de ser. Mas para uma mulher, o climax não é o nascimento, mas o momento em que o homem descansa dentro dela.

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