Autor Desconhecido
A gente vive se perguntando: “Porque eu? Com milhares de pessoas no mundo, porque logo comigo?” Quer realmente saber porque? Porque você é forte, e Deus nunca dá um peso maior do que podemos aguentar.
Um último adeus às coisas materiais
Nenhum arrependimento ressoa
Os olhos continuam a derramar
Para pessoas que você valorizar
E quando ele te ama de verdade, até suas bizarrices se tornam a coisa mais linda pra ele. Você nunca será motivo de vergonha e sim o maior orgulho dele.
Ele: Gosta de ver o sol se pondo?
Ela: Não.
Ele: Por que não?
Ela: Porque é triste saber que ele está indo embora. Assim como é triste quando vejo você indo pra casa… Me faz sentir que estou completamente sozinha.
Ele: Ele pode precisar ir embora uma hora, mas ele sempre será seu, se você quiser. E não se esqueça, que no dia seguinte ele estará aqui novamente
"É sob pressão que encontramos caminhos para fazer da dificuldade uma aliada para nos aplaudir em nossas vitórias"
História: Dois monges atravessando o Rio da Discórdia
Recontada por Fabio Lisboa
Dois monges se preparavam para atravessar um rio, conhecido como o Rio da Discórdia, antes de subirem uma montanha, chamada de Montanha da Fé.
Um deles era novo e o outro velho.
Ao chegarem às margens do rio, os religiosos ficaram ao lado de uma moça muito bem vestida, que também queria chegar ao outro lado do rio, mas com um detalhe: sem se molhar!
Com um olhar, ela pediu ajuda ao monge mais novo.
Este desviou o olhar e seguiu pelo rio.
A mulher arrumou os cabelos, se abanou com um leque e dirigiu o seu pedido de ajuda com um profundo olhar para o monge mais velho.
Este não teve dúvida: pôs a moça nos ombros e atravessou o rio, carregando-a.
Do outro lado, satisfeita e seca, ela agradeceu o velho e olhou o novo com desdém.
E o novo olhou com indignação e raiva para o velho!
O monge retribui aos dois com um olhar de compaixão e tranquila alegria. Nem é preciso dizer que aquilo irritou ainda mais o mais novo!
Os monges continuaram seu caminho rumo a Montanha da Fé.
O novo carregava um semblante pesado e carrancudo e o velho levava com ele sua expressão de leveza e serenidade.
De acordo com as regras de sua fé, os monges não deveriam tocar as mulheres.
Caminharam por horas, mas o monge mais novo ainda estava perplexo com a atitude do mais velho.
Quando chegaram ao pé da montanha da fé, o jovem não agüentou mais e expressou seus pensamentos em voz alta:
- Você sabe muito bem que os monges não devem tocar as mulheres!
Por que carregou aquela moça pelo rio?
- Naquele momento, julguei que ajudar um outro ser humano, sem julgá-lo , fosse mais importante do que não tocá-lo.
No entanto, eu larguei a jovem há três horas atrás e a deixei às margens do rio.
Por que você continua carregando a moça?
Se deixássemos de nos preocupar tanto com nós mesmos e ocupássemos mais a nossa mente com meios de fazer o nosso próximo feliz, a paz seria abundante em nossas vidas.
Quando a mulher saiu do seu posto de ajudadora, auxiliadora idônea do homem, e colocou outras coisas em primeiro lugar em sua vida, gerou a decadência de valores em que a sociedade atual vive.
Somos todos donos do nosso destino, escolhendo, a cada momento, uma das infinitas possibilidades que o universo nos oferece para realização de nossas vidas.
Viva cada dia da sua vida como se fosse o primeiro. Olhe para as coisas e permita-se maravilhar-se com elas. Se você abandonar todo o seu achismo e tudo o que você já viveu um dia vai perceber que cada pequena coisa que te cerca é digna de encantamento e de maravilhamento. Não se distraia e nem se perca no que não é importante: cada coisa é um milagre e faz parte de Deus.
"Slow down and let the past be the past."
Tradução: "Diminua a velocidade e deixe o passado ser passado"
Quando o amor é de verdade, não existem sacrifícios, mas o pleno prazer e satisfação de doar-se ao outro incondicionalmente.
Cada momento que você não possui o que ama, é um momento que você não passa amando.
Um coração sem amor é um coração sem voz, sem música, sem vida, sem ar, sem felicidade a ser dividida.
Se tivesse encontrado o amor não teria dedicado tanto tempo a vida e ao ter.
Contudo creio que a dificuldade em aceitar a vivenciar esta sensação foi em razão da pressão do dever imposto sem o verdadeiro querer.
Pois ele impõe não o prazer, nem a essência, mas apenas o papel social do que se vê e realiza-se ao nascer do desejo alheio.
Enquanto o dever precisaria ser sobre o admirar, amar, contemplar e apreciar tudo que temos a oportunidade de vivenciar.
Sentir o belo e não aceitar as convenções e concepções da sociedade é o que precisaria ser o padrão construtivo do viver, amar e querer.
Para tanto temos o que é eterno, poético, eclético e imagético, o sentimento de sentir o agora e o por vir.
Sabe qual é a diferença entre o burro e o inteligente? O inteligente tenta entender aquilo que não entende, enquanto o burro... Apenas chama de Loucura.
