Alessandro Teodoro
Aos que se acham expertos, o bobo que eles precisam… Aos que fingem de bobos, o bobo e meio que eles merecem!
Que nossas ações sejam mais barulhentas que nossas palavras, não para impressionar homens, mas sim para ecoar na eternidade.
Bons tempos aqueles em que nos calávamos para não sermos descobertos. Hoje é quase impossível distinguir um bobo dos que fingem sê-lo.
Não há alegres ou tristes o tempo todo. Alguns fingem alegria o tempo todo só pelo prazer de tentar enganar a tristeza.
Bem-aventurados os que realmente defendem a vida, antes e depois do nascimento, sem tropeçarem nas insídias da manipulação e fanatização.
Enquanto alguns dizem Roubar por necessidade, a maioria Trabalha por diversão. Porque dinheiro que é bom, nada.
Não me incomodo com os que fingem bondade ou maldade, os que me roubam o sossego são os que fingem alegria.
Reconhecer os que fingem de bobo ou espertos e os que fingem bondade ou maldade é muito fácil. Difícil é notar os que fingem alegria.
Do sonho ambicioso em humanizar as máquinas, o homem criou um dos seus mais irônicos pesadelos: ter que provar o tempo todo que não é uma delas.
Muitos meio tristes só desejam ficar meio alegres porque não sabem que os meio alegres também não gozam de alegria alguma.
O único cansaço que o trabalhador merece é aquele que se desprende dele no banho ou no travesseiro.
Os que honram a Deus precisam aprender a crer e esperar que, quando as coisas saem de seus controles, elas já estejam sendo controladas por Ele.
Não há jeito mais bonito e Prazeroso de castigar os que nos querem mal do que manter o equilíbrio.
A escala trabalhista discutida por quem finge que trabalha é tão coerente quanto o aborto discutido por quem finge que vive.
