Adriano Bezerra
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25 do total de 32 pensamentos de Adriano Bezerra
Nascemos sem perguntar, vivemos perguntando e morremos sem respostas.
Uns morreram por perguntar, outros mataram por não conseguir responder.
a vida é obsoleta, a morte é absoluta.
Em solo onde a verdade é plantada, a mentira não vinga.
A mentira é erva daninha; cresce em todo canto onde a verdade não vinga.
A vida é o nosso reflexo, a morte é a parte de trás do espelho.
O melhor argumento contra o idiota é o silêncio.
Diante do nada, todo infinito é pequeno.
Desafiei o abismo a olhar para mim sem piscar os olhos, ele perdeu.
O nada nunca me assustou; é de lá que eu vim e para lá que eu vou.
Quanto maior o ego, menor a sabedoria e maior a ignorância.
O maior amor que existe é entre o sol e a lua: eles aguardam o eclipse final para se beijarem, de olhos fechados, em um jantar à luz de velas.
A verdade nem sempre é totalmente objetiva nem totalmente subjetiva; ela é o encontro dos fatos do mundo com as interpretações do homem.
A arte existe porque a verdade não explica tudo.
Eu não sei qual é o sentido da vida. Sei apenas que continuarei vivendo, mesmo que não haja sentido nenhum.
Compreendo que nada é permanente e tudo tem seu fim: os momentos felizes, os momentos tristes... tudo acaba. Inclusive a vida. Sabendo disso, escolho viver plantando o bem para colher coisas boas — sejam elas espirituais ou materiais. É isso que guia as minhas ações.
A vida não precisa de sentido para ser vivida com virtude. Não é o propósito que confere ao ser humano caráter, moral e decência, mas sim suas atitudes de acordo com suas crenças.
A morte não tira o sentido; pelo contrário. Saber que devo ser melhor do que ontem é o que me faz compreender que nunca serei eterno. Devo, com isso, focar no agora e no presente.
Pois o futuro e a morte são as nossas únicas certezas.
Existem frases que resumem livros inteiros.
A arte tem a capacidade de dar voz a quem não tem vez.
A morte é a resposta que cala todas as perguntas.
Eu sou um eu que queria ser outro,
para saber o que o outro queria ser,
se fosse eu.
Eu sou o não e o sim, sou o que sou e o que fizeram de mim.
O óbvio é o cemitério das explicações mal dadas.
O mundo é uma loucura assintomática; o problema é que eu estou doente e sinto tudo.
As maiores dúvidas que eu tenho são as certezas das minhas verdades.
A melhor resposta pede silêncio, não explicação.
O medo é um Viajante do Tempo.