Adriano Augusto Silva

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Quantas vezes choramos por não poder mais sonhar....quantas vezes choramos por não mais poder amar....quantas vezes choramos por nos sentirmos só.....quantas vezes choramos por não ter um ombro amigo....quantas vezes choramos por não acreditar em nos mesmos....quantas vezes choramos por não ter uma palavra para dizer.....quantas vezes não choramos pensando em acabar com essa dor....quantas vezes não choramos querendo apenas acalmar esse aperto....quantas vezes não choramos imaginando o porque do sofrimento....quantas vezes choramos pensando em tomar atitude para resolver tudo isso...... quantas vezes choramos porque ficamos sabendo que em algum lugar alguém cansou de chorar e tomou a decisão que nos não tomamos....quantas vezes choramos pensando porque ele e não eu.....quantas vezes choramos apenas porque temos de chorar para acalmar tudo.... E quantas vezes só precisávamos de um abraço para não mais chorar...

Devemos parar de simplesmente existir para em fim começar sentir a beleza de sonhar e amar para então tudo realizar.

Por que dói tanto? Por que penso em você o tempo inteiro, a cada instante, sem descanso? Por que continuo te trazendo à memória, sonhando com você até mesmo acordado, desejando uma volta que sei que não virá? Minha mente não entende, meu coração se recusa a aceitar que acabou, que você não vai mais voltar, que agora vive seus sonhos, constrói novos planos e finalmente é feliz como sempre quis. E mesmo assim, amando te ver sorrindo, feliz, plena e radiante como no dia em que nos conhecemos, eu não consigo aceitar a sua ausência. Você me faz uma falta que nunca soube sentir antes. Preciso admitir: vou te amar para sempre. Porque quem ama de verdade, mesmo sangrando por dentro, aprende a deixar ir.

No silêncio, moram verdades que a palavra não consegue alcançar.

Pensar não é o mesmo que sonhar. Pensar nos faz parar e analisar. Pensar nos faz chorar e recordar. Nem sempre é fácil, mas se faz necessário olhar para ontem, ver o hoje e chorar por não ter conseguido te amar, ou, quem sabe, ter até amado, porém sozinho, sem você ao menos ter me olhado ou abraçado.

Ontem eu te vi, e o mundo pareceu parar só para me machucar. Você estava linda como sempre, e isso doeu mais do que se estivesse diferente, porque a mesma beleza que um dia foi minha hoje só me lembra tudo o que perdi. Queria poder te dizer como foi bom te ver, mas a verdade é que foi cruel, foi como abrir uma ferida que eu fingia estar fechando. Em um instante, tudo voltou com força, cada vez que me chamou de amor, quando dizia que eu era a melhor parte da sua vida, quando me olhava nos olhos e fazia promessas que agora não pertencem mais a mim. Tudo isso ficou preso na lembrança, condenado à história que tivemos, enquanto eu fiquei aqui, sozinho no presente, tentando aprender a respirar sem você. Ver-te de longe é uma tortura silenciosa; é saber que estou tão perto e, ao mesmo tempo, infinitamente distante. Meu peito aperta, a garganta fecha, cada passo que não posso dar na sua direção. Hoje só me resta engolir o choro e aceitar, com a alma em ruínas, que já não sou mais o seu amor, sou apenas alguém que ainda sangra por tudo aquilo que um dia chamou de nós.

Mais uma vez me peguei pensando em você, reconstruindo na mente tudo o que poderia ter sido se eu não tivesse jogado fora, se não tivesse destruído com as próprias mãos aquilo que lutei tanto para conquistar. Hoje sangro por uma escolha que foi só minha, mas sigo forçando um sorriso, dizendo que está tudo bem, enquanto o peito vazio denuncia que não sobrou coração depois de tanta dor. Talvez um dia você consiga me perdoar pela ferida que deixei em você, e quem sabe ainda acredite naquela promessa que fiz encarando teus olhos, você seria a única. E mesmo quando minha vida acabar, mesmo quando o mundo apagar minhas pegadas, eu vou continuar te amando.

Se pudesse voltar no tempo, para aquele dia fatídico em que cometi o maior erro da minha vida, o erro que me arrancou você para sempre, para o instante em que te fiz chorar e provoquei a maior dor que alguém poderia suportar; o dia em que assassinei um sonho, e não qualquer sonho, mas um tecido de amor e esperança, pulsando sentimentos que eu não soube proteger.
Hoje, tudo o que desejo, todos os dias, é reescrever aquela cena, desfazer cada palavra dita, cada gesto impensado, cada silêncio cruel. Queria poder te ter novamente, te apertar nos braços até o mundo sumir e sussurrar, com a voz quebrada, o quanto ainda te amo. Mas o passado é uma muralha intransponível, e me resta aprender a sobreviver a ele, mesmo sabendo que esse arrependimento e essa dor caminharão comigo para sempre.

Sim, eu tenho medo de ser amado. Medo de baixar a guarda, de abrir o peito e deixar alguém entrar onde ainda sangra. Tenho medo de confiar de novo, de acreditar nas palavras, de me permitir sentir… e depois ver tudo desmoronar diante dos meus olhos. Tenho medo de viver algo tão bonito que pareça eterno e acordar, de repente, com o gosto amargo de descobrir que era só um sonho. Hoje eu me escondo na solidão. Não porque ela seja leve, mas porque ela não me surpreende. A solidão não promete, não jura, não diz “para sempre” olhando nos meus olhos. Ela não vai embora, porque ela já está aqui. Prefiro o silêncio frio do meu quarto à dor de ouvir um adeus que ecoa por dentro. E o pior não é só o medo… é a culpa. Ela me acompanha todos os dias, me lembrando que fui eu quem destruiu o que mais amava. Fui eu quem deixou escapar o que me fazia feliz. Carrego esse peso como uma sentença. Eu continuo vivendo, respirando, seguindo em frente… mas por dentro há algo quebrado, e eu sei: fui eu quem quebrou.

Estar sempre sorrindo não é sinal de felicidade é sinal de resistência, é aprender a esconder tempestades atrás de um rosto tranquilo, a disfarçar o cansaço da alma com uma expressão leve. Sorrimos porque o mundo prefere a nossa força, mesmo quando estamos desmoronando por dentro. Tentamos ser aquilo que esperam de nós, sustentando expectativas que nos sufocam, enquanto o coração sangra em silêncio e a mente grita por socorro que ninguém percebe. Por dentro estamos destruídos, exaustos de lutar batalhas invisíveis, perdidos em um vazio que cresce a cada dia. Há momentos em que tudo o que queremos é desaparecer, não por fraqueza, mas por não suportar mais carregar o peso do que sentimos, ou do que já não conseguimos sentir, e o que mais machuca é saber que, em meio à própria loucura e dor, fomos nós que quebramos o que um dia nos fez sentir vivos. Hoje sorrimos… mas é apenas uma tentativa desesperada de sobreviver aos próprios cacos.

Como suportar a dor quando ela não dá trégua? Como continuar respirando sabendo que esse aperto no peito sufoca, que essa falta de ar parece esmagar por dentro e que essa solidão não vai simplesmente desaparecer com o amanhecer? Como aceitar que precisamos continuar existindo, arrastando os dias, quando viver de verdade já não parece possível? É como estar de pé por fora e em ruínas por dentro, como sobreviver em silêncio enquanto nossa alma grita por socorro e ninguém consegue ouvir ou perceber.

Mais uma vez me peguei chorando, desejando, no silêncio do meu quarto, que a morte me levasse de uma vez, porque a dor e a solidão já me consomem por inteiro, é um cansaço que não é do corpo, é da alma, um peso que aperta o peito, sufoca os pensamentos e transforma cada dia em uma batalha que eu já começo derrotado. Estou cercado de pessoas que dizem gostar de mim, mas as palavras soam vazias, como ecos sem verdade. Sinto que falam por educação, por costume, não por sentimento e eu continuo ali, no meio da multidão, me sentindo invisível, deslocado, julgado em silêncio, diminuído em cada olhar, é uma solidão que não depende de estar sozinho, é estar rodeado e, ainda assim, não pertencer a lugar nenhum, é carregar por dentro um grito que nunca sai, uma dor que ninguém vê, uma ferida que não fecha. Às vezes, tudo o que eu faço é esperar e esperar que o tempo passe, esperar que algo mude, esperar que essa dor finalmente se cale. Mas o que mais machuca é sentir que estou apenas sobrevivendo, contando os dias, como se aguardasse o momento em que tudo isso termine e o sofrimento, enfim acabe.

Quando sonhamos, não estamos apenas imaginando, estamos alimentando a alma com esperança, é como se uma chama se acendesse dentro de nós, dando força para continuar, mesmo quando tudo parece difícil demais, ainda que o sonho seja grandioso, quase impossível de alcançar, é ele que nos levanta quando pensamos em desistir. O sonho nos empurra para frente, nos obriga a lutar, a insistir, a viver com propósito. Ele nos ensina que recomeçar não é fracassar, mas ter coragem de tentar outra vez. Porque a verdadeira beleza de sonhar está nisso, um dia olhar para trás, depois de tantas quedas e batalhas, e perceber que cada esforço, cada lágrima e cada recomeço realmente valeram a pena.

Perseverança, nunca desistir, tentar novamente, recomeçar, são palavras que carregam o mesmo significado, mas que vão além de simples termos, são sentimentos vivos, são desejo ardente, vontade inabalável, força que pulsa no peito mesmo quando tudo parece ruir, são a chama que se recusa a apagar, mesmo diante do vento mais forte. Não importa a situação, não importa o tamanho da dor ou da queda, seguir em frente é um ato de coragem, é levantar com os joelhos feridos e o coração cansado, mas ainda assim decidido, é provar para si mesmo, e para o mundo, que viver é resistir, que continuar é um gesto de fé, e que a verdadeira grandeza está em nunca parar de sonhar cada vez mais alto.

A beleza de um sorriso…algo aparentemente tão simples, mas que carrega uma força gigantesca, é impressionante como ele transforma o nosso dia em segundos, como ilumina o que estava escuro e refresca uma alma exausta pelo peso da rotina e das batalhas silenciosas, um sorriso verdadeiro tem o poder de atravessar qualquer tempestade interior, um simples sorriso nos faz ir às nuvens e voltar, faz-nos sentir leves, acolhidos, amados, ele nos devolve a esperança, renova a coragem e sussurra, sem palavras, que estamos no caminho certo, tudo isso porque, por um instante, vimos o sorriso de quem amamos, e naquele instante o mundo inteiro pareceu fazer sentido.

Conhecer a si mesmo é, talvez, uma das batalhas mais difíceis que podemos enfrentar, é mergulhar nas próprias sombras, encarar traumas que tentamos esconder, angústias que sufocam em silêncio, frustrações que marcaram a alma, medos que nos paralisam e vícios que usamos como fuga, não é confortável, é doloroso, é cru, é profundamente desafiador, é rasgar as máscaras que aprendemos a usar para agradar, para sobreviver, para parecer fortes, e admitir quem realmente somos quando ninguém está olhando, é reconhecer nossas feridas sem fugir delas. A verdade pode doer, pode desmontar certezas e quebrar ilusões, mas é somente através dela que encontramos a liberdade, porque só quem tem coragem de se encarar de frente pode, de fato, alcançar a felicidade verdadeira.

O brilho no olhar… aquela paixão que transborda em silêncio, que escapa pelos olhos antes mesmo que as palavras consigam explicar, é o sentimento puro de que é isso que amamos, é isso que queremos viver com ainda mais intensidade, é algo que nos arrebata, que acelera o coração, que nos empolga e nos motiva como se o mundo, de repente, tivesse ganhado mais cor, é o brilho que reflete a alegria da alma, que nos entrega sem defesa, que nos faz parecer bobos, mas profundamente vivos, com aquele entusiasmo quase infantil e todos percebem, porque esse brilho não se finge, não se fabrica, não se ensaia, ele só existe e só é visível, quando amamos de verdade.

Oi, tudo bem com você? Eu tô bem kkkk bom eu tinha algumas coisas pra te falar mas não sei bem como fazer isso, sabe geralmente sou bom com as palavras, mas toda vez que preciso falar o que sinto por você, as palavras me somem, e me vem um aperto no coração, um medo de não ser bom o bastante pra você, queria poder te falar tudo que sinto, dizer o quanto você é importante para mim e mostrar o quanto a sua vida é preciosa pra mim . É inevitável não pensar em você, querer saber se você está bem. Talvez a vida tenha um outro plano pra nossa amizade, mas o que importa é te ver feliz e te amar maninha. Penso em você várias vezes por dia e confesso que eu amo isso, porque quando penso em você , meu mundo fica mais feliz e me sinto alguém melhor. Queria ser o suficiente pra você, queria te arrancar sorrisos e suspiros, queria poder te fazer a menina mulher mais feliz desse mundo, queria poder olhar nos seus olhos e dizer o quanto EU TE AMO...Todas as vezes que vou rezar você é a prioridade, sempre que falo com o Papai e a Mamãe do céu, eu fico pedindo pra eles cuidarem de você, para que eles fiquem sempre ao seu lado, que te peguem no colo e te cuidem como tesouro que você é.... Cada dia que passa eu me encanto mais com você e tenho a certeza que você é um presente que veio do céu, onde tenho a graça de ter em minha vida.
Eu quero te falar como você é importante pra mim, como não me vejo sem nossa amizade, como eu desejo de todos meu coração ficar com você o resto da minha vida, como eu quero enxugar suas lágrimas, te segurar para não cair e se cair te levantar do chão, te fazer sorrir e caminhar com você até o céu, pois você é a irmã caçula que sempre pedi a Deus.
Maninha você me mostra o céu, me faz sorrir e ter vontade de lutar cada dia mais por uma vida de santidade......eu posso ficar tentando achar as palavras mais belas do mundo pra dizer tudo que você é pra mim, mas acredito que posso resumir assim:
Por você eu saio de mim e vivo em você....e eu vou TE AMAR até o último dia da minha vida, e lá do céu eu vou continuar te amando por toda a eternidade....

Palavras para o que a alma guarda.
Nem todo silêncio é vazio.
Alguns só precisam ser ouvidos.
Estamos aqui para ouvir… e dar voz ao que você sente.

Existem sentimentos que a gente aprende a calar.
Palavras que ficam presas na garganta.
Lágrimas que ninguém vê.


O Silêncios que Falam nasceu para isso:
para transformar o que foi reprimido em expressão,
o que foi guardado em palavra,
o que foi silêncio em voz.


Aqui, você não precisa fingir que está tudo bem.
Aqui, o que dói pode ser dito.
E o que você sente… importa.

Inserida por adrianoaugustosilva

Existem dias em que parece que tudo desmorona, que nada acontece como sonhamos, que talvez fosse melhor nem ter saído da cama, sim, há dias difíceis, dias que pesam, que machucam, que testam a nossa força, mas são justamente nesses momentos que precisamos, mais do que nunca, erguer a cabeça, respirar profundamente e dar mais um passo, é nesses dias que devemos escolher sentir a vida com ainda mais intensidade, deixar o vento tocar a pele como um abraço, sentir o calor do sol como esperança renovada, perceber a grandeza escondida nos detalhes mais simples, porque o verdadeiro segredo está aí, em aprender a florescer no cotidiano, a encontrar luz mesmo quando o céu parece nublado, a transformar o comum em extraordinário. Ser feliz não é esperar dias perfeitos. é decidir viver com coragem, fé e entrega, principalmente quando tudo parece dizer o contrário.

No meio da tempestade, perdemos o rumo, perdemos o sentido, e já não sabemos para onde ir, tudo parece confuso, pesado, sufocante, é difícil sonhar quando o medo grita, é difícil respirar quando a dor aperta, é difícil acreditar que um dia voltaremos a sentir paz, e é justamente nessa hora quando estamos frágeis, cansados e quase desistindo, que tudo o que mais precisamos é de alguém que seja presença verdadeira na nossa vida, não precisa ter as palavras perfeitas, nem ser o melhor conselheiro do mundo, basta ficar, basta segurar a nossa mão quando a força acaba, oferecer um abraço que acolhe a alma, olhar nos nossos olhos e dizer “Eu estou aqui,” precisamos de alguém que enxugue as nossas lágrimas com carinho, que nos lembre da nossa força quando já não conseguimos enxergá-la, que nos recorde, com firmeza e amor, que nenhuma tempestade é eterna, porque, por mais longa e escura que pareça, toda tempestade passa e o sol sempre encontra um jeito de voltar a brilhar.

A importância de um abraço é imensurável, sim eles são profundamente importantes, porque falam onde as palavras falham, dizem o que a boca não consegue expressar e traduzem sentimentos que a alma guarda em silêncio, um abraço acalma dores que nem os remédios conseguem tocar, enxuga lágrimas que caem escondidas e aquece uma alma que há muito tempo sente frio por dentro, ele diminui o peso do mundo, desacelera o coração aflito e traz de volta a sensação de pertencimento, é um gesto simples aos olhos, mas gigantesco em poder, um encontro de corpos que se transforma em cura, em abrigo, em refúgio, as vezes, tudo o que alguém precisa para continuar é exatamente isso: dois braços que envolvem, sustentam e dizem, sem uma única palavra, “você não está sozinho”.

Como é imensamente bom ter amigos… pessoas que cruzam o nosso caminho e sem perceber, passam a iluminar os nossos dias mais escuros, são eles que nos ajudam a enxergar a beleza da vida quando tudo parece cinza, que nos lembram do nosso valor quando esquecemos e que nos devolvem a esperança quando o cansaço quase nos faz desistir. Amigos muitas vezes se tornam irmãos de alma, escolhidos pelo coração, são abrigo em meio às tempestades, colo nos dias difíceis, riso nas horas leves. São aquelas pessoas com quem podemos desabafar sem medo, chorar sem vergonha e sonhar sem limites, porque sabemos que, aconteça o que acontecer, estarão ali.

Amar-se… como é dolorosamente difícil aceitar quem somos, viver nossos sonhos e muitas vezes, até ter coragem de sonhar é estranho como conseguimos enxergar com tanta nitidez as imperfeições em nós mesmos, como ampliamos nossos defeitos, como deixamos que eles nos desanimem e nos corroam por dentro, em silêncio, ferindo a nossa própria alma, travamos batalhas internas que ninguém vê, cobramos de nós uma perfeição impossível, nos comparando, nos diminuindo, esquecendo das nossas qualidades, das nossas lutas vencidas, da força que carregamos e sem perceber, vamos nos afastando de quem realmente somos, mas precisamos nos amar, precisamos nos aceitar com nossas luzes e sombras, entender nossa história, respeitar nossos processos e só assim conseguiremos viver de forma plena, sendo verdadeiramente quem somos, algumas coisas podemos, sim, mudar e melhorar e isso faz parte do crescimento, mas a nossa essência, aquilo que nos torna únicos, deve sempre permanecer intacta e fiel ao nosso coração.