Ausencia William Shakespeare Amor
O teu penoso coração fez com que sua ausência me causasse a dor que encabulasse meus sentimentos a você;
Espero um dia você mudar e optar de cuidar do que é seu mesmo longe do que possa ser de mim, no vazio que me espera a resposta que me dê a razão;
Saí de si para transbordar a minha alma com o seu querer e tenho certeza que nós não perderíamos a lógica no nosso escuro;
O meu silêncio não irá parar-me nem calar os meus sentimentos;
A ausência do seu olhar traz-me nas asas da esperanças dando-me a chance de aprender a guardar o seu amor nas primícias do nosso destino;
Me ensina a ser merecedor desse amor que me faz tão eloquente e inspirador;
O que tenho de mais precioso é o teu amor e tudo nessa vida, preciso te amar para nunca me perder;
Dou o espaço que há em meu coração esperando a paz na ausência do seu olhar;
Mesmo eu sendo o ultimo romântico preciso aprender e entender como guardar o meu amor por você;
Trago nos meus olhos um sentimento que revive minhas esperança em um novo dia;
Tudo o que eu tenho são seus carinhos, suas atenções que enxugam minhas lágrimas quando me vejo só;
Mesmo à distância que não tem a arte de desfazer as esperança que insiste tocar nossos corações;
Fingindo tanto que me perco na ausência de minha própria voz, me acostumando com o que já se perdeu por algum motivo sem sentido.
A distância entrelaça os pensamentos, fechando o coração ansioso por alguma felicidade que tem a chance de adentrar a qualquer momento.
A minha ausência
A ausência não é solidão
E solidão não necessariamente
É estar sozinho, mesmo que pareça
Ausência é a falta, solidão é a fala
Quando está sozinho mesmo assim me basta;
O odor da ausência se confronta com o cheiro da paixão
A distância é bem próxima, dentro do meu coração
O diálogo entre a vida, traz o caminho da relação
Mas o desejo é mais forte... Mexe até com sentimento de razão;
Acreditando ou não o peito se infla, mas não se sabe se é de fôlego ou de tristeza pela sua ausência;
Combater o bom combate nem sempre há justiça, mas o bom guerreiro pode sim ser tornar lenda!
Quando se está lutando cabe ao guerreiro ter esperança...
Após o combate, cabe os entes queridos ter fé;
Não podemos guardar a nossa fé
Nem muito menos ter medo da morte, pois Jesus a venceu
E podemos sim vencê-la também...
A ausência da fala nunca foi resultado do silêncio do coração
Mas a sabedoria de quem não precisa demonstrar qualquer palavra de sedução;
Haverá um tempo em que serei ausência e despertarei lembranças, saudades no coração de quem me quis bem
E portanto, antes que o meu show termine e as cortinas se fechem...
Aproveitem o intervalo para declarar-se com um carinho do tamanho do seu próprio coração;
DOCE AUSÊNCIA.
Estar é estranho quando se aprendeu a não ser. Há um desconforto tênue em ocupar o agora, como se a presença pesasse mais que a ausência. E então, ao espiar por brechas o que floresce sem ti, nasce o desejo de sumir — ser sombra, ser brisa, ser nada. Porque às vezes, a distância dói menos que a consciência de estar fora, mesmo estando perto.
A ausência de sérios desconfortos em nossa vida é um indício importante para refletirmos sobre a distância que nos encontramos em relação à felicidade desejada.
Era uma ausência que me escorria os olhos, enquanto a vida me assistia incessantemente, repousado em minha reflexão não tão passageira.
O ambiente era lindo, mesmo com a ausência de musica as palavras soavam sem barreiras pelo ar, a conversa fluía, tudo estava perfeito exceto por uma única ausência, que somente se despertou no final daquele jantar. A companhia estava errada. Faltava um sorriso que ali não estava. Faltava um silencio de contemplação que tinha dona. - Eu estava cheio da noite, e ausente do suspiro. da companhia. Passei uma ou duas vezes digerindo, não o jantar, mas a ausência que me surgia naquela noite. Era uma mistura de ausência com sentimento de perda. Eu sabia que tinha que seguir em frente, e que possivelmente ela também ja teria o feito, mas eu queria voltar, eu queria buscar o passado incessantemente e trazer-lo para perto de mim, e abraça-lo como a quem jamais se despediria de algo ou de alguém.
