Ausencia William Shakespeare Amor
A virtude de todo grande amor é estar muito alucinado, é estar quase na incapacidade de amar, mas, ainda assim, manter a esperança.
Eu não tenho paciência com o adolescente niilista, eles gostam de dizer que o "amor não existe, são tudo reações químicas na sua cabeça."
Sim, porque essa frase não é o resultado de reações químicas na sua cabeça. A sua consciência não é resultado de reações químicas na sua cabeça. Só o amor que é.
Imagina se a gente usasse o mesmo atomismo pra dizer que outras coisas não existem:
- O programa de TV não existe, são apenas pequenos pixels mudando de cor na sua tela.
- O Windows não existe, são apenas pontos com ou sem corrente em uma placa de silício.
- O frio não existe, é apenas uma diminuição da vibração molecular.
- As cores não existem, são apenas algumas frequências eletromagnéticas sendo interpretadas pelo seu cérebro.
O fato de um sistema complexo surgir de interações simples, não significa que o sistema complexo não existe. Não é porque cada pessoa está dirigindo um carro que não existe trânsito em São Paulo. Eu sei que vocês adolescentes niilistas têm medo dos próprios sentimentos.
Morte e o amor
A morte de hoje é a mesma de amanhã, não deixa de ser morte!
O amor é diferente amar hoje e amar amanhã existe um abismo indescritível! Portanto ama sem ser amado e respire sempre o pensar errado ou certo apenas ama!
Dor e sofrimento
Pensava que era amor, quando saíste em Maio com aquele homem da festa de casamento, e passaste anoite em casa dele, me doeu, quando saíste com sua amiga ver ser amigo e deram vos dinheiro , me doeu, quando namoraste com o irmão da igreja, me doeu ... Hoje viajas e nem dizes nada, ainda dói... Fica feliz, enquanto brilhas
A história de um amor e uma despedida.
Capítulo 1 — O Olhar que Não Devia
Miguel era casado.
Não infeliz, mas preso a uma rotina onde o amor havia aprendido a falar baixo demais.
Clara vinha do fim recente de um relacionamento — ainda recolhendo os pedaços, ainda aprendendo a ficar sozinha.
Eles não se conheciam.
Não deveriam sequer se notar.
Naquela lanchonete comum, em um fim de dia qualquer, os olhos se encontraram por acaso. Foi rápido. Intenso. Proibido. Ambos desviaram no mesmo instante, como se o mundo tivesse ficado pequeno demais.
Nada foi dito.
Mas algo nasceu ali.
