Ausencia William Shakespeare Amor
De certo e fato quero redenção para com o meu erro, ainda sim fui feito da herança do amor e faço propulsionar o propósito de amar e ser amado;
E que a minha declaração lhe traga a certeza do entendimento no qual ilumine os teus olhos para enxergar as minhas intenções;
Ponho-me diante de seu coração e honro-te com versos verdadeiros com domínios na felicidade a te oferecer;
Conceda-me todo o amor que eu mereça, quanto aos olhos que me observam e a firmeza que minhas palavras buscam em outros corpos;
Necessito de sua atenção para habitar-me e deixar que os meus sentidos decifrem os teus segredos que tanto aprovam minhas doces palavras;
Alimentar-te-ás pela sabedoria e o entendimento de amar e ser amada, consumirás cada elogios e retribuirá com amáveis formosuras;
Melhor é não viver se for para não ter o seu amor quando o teu coração me faz castigado me tira o que mais importa... O seu amor;
Apavora-me nos ocultos desejos que apazígua a fúria zombando dos meus sentimentos;
Minha integridade cobre o deserto e ameniza a madrugada ansiosa que me cerca, preenchendo o meu prazer e propagando a minha imaginação;
Quero fugir da dor que se alastra em meu coração para me encontrar com o amor e me fazer feliz;
Me espere para te acompanhar beirando os teus sentimentos para quando precisar de atenção e te contemplar com as minhas;
Nem tudo que você ache demais é o suficiente para o teu coração, nem para a tua alma;
Tudo que doei aos outros com amor fora mais doce do que esse sangue amargo em que vivemos;
Andando beirando o que não se tem é o fato que a vida não nos oferece, deixando passar sem história para mim;
Eu nem sei do por que ouço a voz do lamento do meu coração que nem sempre sei se é por falta de atenção ou carência ai mesmo;
Sou o amor de Saron onde nunca envolveu quais queiram os sentimentos, mas outrora fui às rosas de Adônis que tanto se fez lírios dos vales;
Serei as certezas de Sócrates e as inspirações de Aristóteles para falar-te as verdades do meu coração;
Pois o meu amor não provém somente de meu coração e sim das minhas atitudes que tanto se fazem proveitosas aos olhos de quem me assiste;
Os meus fundamentos não mais se abalam pelas minhas certezas de te amarem, pois do amor tudo e todos se abalam na medida do possível;
Aparta-te da solidão no qual são enganosas ao coração, buscai a harmonia e desviar da luxuria ao seu encalço;
O coração ambicioso empobrece a própria alma e desonra o que tens de mais precioso;
Clame por seus direitos, pelo o amor que prometido está não abata o seu próprio coração e não viva a angústia alheia para satisfazer indesejáveis olhos;
Não te esqueças do meu amor, nem das minhas verdades, grava-as em teus pensamentos e no mais profundo do seu coração;
Guarde-me junto a sua sabedoria para lembrar-me sempre com exatidão tendo o melhor da inteligência;
Assegurar-te-ão que fingindo tanto não mais te fará feliz e que você pagará o preço disso, mas sabendo disso não lamente as suas decisões;
Sou refém e sou bandido pelas minhas palavras poeticamente firme;
Por querer tanto o seu amor, amei mais você que a mim mesmo;
Sou lúcido ou insano no que meu coração quiser e pelas verdades dos meus sentimentos;
Já chorei em silêncio e gritei em multidões, já fingi ter medo do amor, mas já tive coragem também de atravessar a dor;
O amor sereno é o encontro real de dois corações, é o infinito alcançável, a fidelidade mesmo não se pedindo;
O amor não persegue e sim é perseguido pela a esperança de ser entrelaçado e buscar a felicidade;
O amor é cumplicidade, é real e verdade, são chegada e vitória, sorriso na memória;
Não me prometa o que não podes cumprir, principalmente no amor que se faz tão importante ao meu coração;
Guarde-me como um tesouro de ouro, prata e bronze e compreenda o valor real que apresento a ti;
Oh mulher que para mim é tão graciosa e formosa em meu sentido tão dormente, me faço teu em sonhos reais no qual te situo nos sentimentos mais verdadeiros;
Tendo morrido de amor não me feri gravemente nas entrelinhas das palavras poéticas, mas sim de desejos de não tê-la;
Percebo em teus olhos a maldade de encontrar a minha intimidade na qual desatina a sua razão;
Suavemente queres mastigar-me deliciando-se em parte do meu corpo que se faz sinônimo do pecado;
Tende me roubar sem a menor cerimônia na qual me faça seu e unicamente seu, portanto com o meu estado de ser independente;
O amor não habita um corpo sujo que se sujeita ao pecado de forma explícita;
Portanto a sabedoria se aparta de maneira lúcida do que não lhe convém, e procura se entrelaçar com o que faz sentido em um coração puro;
Os meus desígnios são para ter o amor verdadeiro e não para viver momentos inventados;
Mesmo que os costumes alheios transpareçam para que façamos a invenção, não havemos de cederemos, pois queremos a felicidade eterna e não a alegria instantânea;
Será que ainda terei a chance de viver por um amor verdadeiro, por um alguém que valha a pena?
Interessante as minhas batalhas! Que nunca acabam, mas sempre se renovam para disputar o fim de algum lugar;
Em meu coração se encontra a sinalização para se encontrar o amor tão esperado;
Nunca vê quem te quer o melhor, mas se afoga na ambição de querer o que não te pertence, entretanto estou aqui e só você não me viu;
