Ausencia William Shakespeare Amor

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“O maior perigo do Direito não é a ausência de leis, mas a existência de leis que ninguém mais ousa questionar.”

A serenidade não significa ausência de conflito; significa não permitir que o conflito governe nossa razão.

A paz social não é ausência de direitos, mas equilíbrio entre direitos que poderiam entrar em conflito.

A pobreza não é apenas ausência de dinheiro; frequentemente é ausência de poder de escolha.

A liberdade não é ausência de limites; é a existência de limites impostos também ao poder.

O excesso de rigidez institucional pode ser tão destrutivo quanto a ausência de estabilidade.

A liberdade não é ausência de limites, mas ausência de dominação arbitrária.

A liberdade não consiste em ausência de regras, mas em não estar submetido à vontade arbitrária de outro.

O problema jurídico do século digital talvez não seja a ausência de informação, mas a presença de uma informação tão personalizada que o indivíduo deixe de perceber o mundo fora dela.

A bolha informacional não aprisiona o indivíduo pela ausência de mundo, mas pela repetição de um mundo suficientemente confortável para parecer completo.

A ciência não precisa provar que Deus não existe; basta reconhecer que a ausência de evidência não autoriza transformar uma hipótese metafísica em fato científico.

Uma sociedade epistemicamente madura sabe que ausência de evidência não é automaticamente evidência de ausência, mas também sabe que ausência de evidência não autoriza declarar uma hipótese como fato.

Uma crença religiosa pode sobreviver à ausência de prova científica porque seu fundamento pode ser metafísico; uma alegação científica não pode reivindicar o mesmo privilégio quando se apresenta como empiricamente verificável.

A saudade é a forma que a ausência encontra para continuar habitando o ser.

A serenidade não consiste na ausência do caos, mas na conquista de um centro que o caos já não consegue deslocar.

Não é a ausência de respostas que assusta o homem, mas a possibilidade de que o universo não tenha obrigação alguma de fornecê-las.

A serenidade não nasce da ausência do tumulto, mas da descoberta de que nem todo tumulto merece entrar na alma.

O nada não é simplesmente ausência; é o abismo que revela quão precária é a pretensão humana de plenitude.

A liberdade começa quando compreendemos que nenhuma ausência de correntes nos poupa da responsabilidade de escolher o caminho.

A liberdade de pensar é para o espírito aquilo que o ar é para o corpo: sua ausência pode não ser imediatamente visível, mas sua falta o sufoca.